Fatores associados ao risco cardiovascular em mulheres no climatério

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2007
Autor(a) principal: França, Ana Paula
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/89/89131/tde-22022008-144726/
Resumo: Objetivo: identificar o risco cardiovascular (RCV) e sua associação com fase do climatério, idade, grau de instrução, paridade, nível de atividade física, hábito de fumar e terapia hormonal da menopausa, em mulheres de 40 a 65 anos atendidas em ambulatórios públicos da cidade de São Paulo. Métodos: as variáveis dependentes foram RCV segundo obesidade global, identificada pelo índice de massa corporal (IMC) e pelo percentual de gordura corporal (%GC), e RCV segundo obesidade abdominal, identificada pela relação cintura/quadril (RCQ) e pela circunferência da cintura (CC). A variável explanatória principal foi fase do climatério e as variáveis de controle foram: idade, grau de instrução, paridade, nível de atividade física, hábito de fumar e terapia hormonal da menopausa (THM). As análises de regressão logística múltipla foram executadas no programa STATA 9.0, utilizando o processo \"stepwise\". Resultados: constatou-se RCV aumentado, segundo obesidade global, em 32,0% (IMC) e 24,7% (%GC) das mulheres; e, segundo obesidade abdominal em 49,0% (RCQ) e 64,0% (CC) das mulheres. Nos modelos finais, permaneceram associadas ao RCV aumentado, segundo obesidade global (IMC): fase do climatério, nível de atividade física, paridade e grau de instrução e, de acordo com o %GC: nível de atividade física e paridade. Segundo obesidade abdominal (RCQ) permaneceram associadas: nível de atividade física, grau de instrução e idade e, de acordo com a CC: nível de atividade física, paridade e idade. Conclusão: a fase do climatério só foi importante para explicar o RCV aumentado, segundo obesidade global, identificada pelo IMC. A variável explanatória mais importante para explicar o RCV aumentado, tanto segundo obesidade global como abdominal, foi o nível de atividade física; enquanto a paridade foi importante para explicar o RCV aumentado segundo obesidade global e a idade, segundo obesidade abdominal.
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