Microcarcinoma papilífero de tireoide: características clínicas e implicações prognósticas
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17138/tde-14072025-105535/ |
Resumo: | Introdução: O microcarcinoma papilífero de tireoide (mCPT) refere-se a carcinomas papilíferos menores ou iguais a 10 mm e constituem a forma mais comum de carcinoma diferenciado de tireoide. A maioria dos mCPT tem baixo grau de malignidade e crescimento lento, mas alguns deles mostram manifestações altamente invasivas, sendo a mais comum a metástase para linfonodos cervicais. A cirurgia é o principal tratamento definitivo, porém diretrizes mais recentes vêm considerando a vigilância ativa (VA) como alternativa na tentativa de evitar uma intervenção excessivamente agressiva. Porém, sabe-se que ela não é indicada para todos. Assim, frente a um cenário de aumento no diagnóstico deste tumor nos últimos anos, propomos avaliar as características clínicas e os fatores prognósticos de pacientes com mCPT que poderiam auxiliar na seleção dos casos para a VA. Objetivos: Avaliar as características clínicas e o acompanhamento de pacientes com mCPT, tratados em um Hospital Universitário de alta complexidade do Sistema Único de Saúde ao longo de 42 anos. Métodos: Trata-se de um estudo retrospectivo, do tipo coorte, com coleta longitudinal de dados, composto por pacientes atendidos no ambulatório de Tireoide da Divisão de Endocrinologia e Metabologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - Universidade de São Paulo (HCFMRP-USP) entre 1978 a 2020, sendo selecionados 220 com mCPT. Os critérios de inclusão foram pacientes de ambos os sexos, com idade igual ou superior a 15 anos e que foram submetidos à tireoidectomia no período por diversas doenças tireoidianas, nos quais foi detectado o mCPT no estudo anatomopatológico. Este estudo incluiu variáveis relacionadas às características populacionais, aos exames pré-operatórios, ao tratamento e à evolução clínica dos pacientes ao longo dos anos. Os desfechos estudados foram os fatores prognósticos de evolução desfavorável. Resultados: Dos 220 portadores de mCPT operados, houve predomínio do sexo feminino (85%) e mediana de idade de 48 anos. 42% tiveram diagnóstico inicial de bócio multinodular, 43% de bócio uninodular e 2% foram submetidos à cirurgia devido à linfonodo cervical suspeito. 36 pacientes tiveram a variante patogênica BRAF V600E positiva e 44 negativa. 87% foram submetidos à tireoidectomia total, 11% à tireoidectomia total com esvaziamento cervical e três pacientes à hemitireoidectomia. 15,5% apresentaram metástase linfonodal na biópsia. 51% receberam radioiodo (¹³¹I) complementar. Metástase linfonodal foi observada em 7/36 tumores BRAF V600E positivos e em 7/44 tumores BRAF V600E negativos. A presença de metástase linfonodal teve impacto relevante no prognóstico (OR=5,2, IC 95% 1,1-24,9). A recorrência foi observada em 10 pacientes, 7 deles com metástases em gânglios cervicais, 1 em leito tireoidiano e 2 pulmonares. 22 pacientes foram a óbito, todos por causas não relacionadas. Conclusões: Na maioria dos casos, o mPTC é um achado frequente nas cirurgias de bócio e tem um prognóstico excelente. A VA é uma boa opção para o manejo do mCPT, mas a seleção cuidadosa dos casos é essencial. Estudos moleculares podem ajudar nessa seleção, entretanto, na nossa série, a análise isolada de BRAF V600E não foi associada a um pior prognóstico. Em nossa amostra, apenas 10 apresentaram recidiva tumoral, apesar da tireoidectomia total e da terapia com ¹³¹I. A presença de metástase linfonodal teve relevância significativa no prognóstico. |
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Microcarcinoma papilífero de tireoide: características clínicas e implicações prognósticasPapillary thyroid microcarcinoma: clinical characteristics and prognostic implicationsBRAFBRAFCarcinoma de tireoideMicrocarcinoma papilífero de tireoidePapillary thyroid microcarcinomaPrognosisPrognósticoThyroid carcinomaIntrodução: O microcarcinoma papilífero de tireoide (mCPT) refere-se a carcinomas papilíferos menores ou iguais a 10 mm e constituem a forma mais comum de carcinoma diferenciado de tireoide. A maioria dos mCPT tem baixo grau de malignidade e crescimento lento, mas alguns deles mostram manifestações altamente invasivas, sendo a mais comum a metástase para linfonodos cervicais. A cirurgia é o principal tratamento definitivo, porém diretrizes mais recentes vêm considerando a vigilância ativa (VA) como alternativa na tentativa de evitar uma intervenção excessivamente agressiva. Porém, sabe-se que ela não é indicada para todos. Assim, frente a um cenário de aumento no diagnóstico deste tumor nos últimos anos, propomos avaliar as características clínicas e os fatores prognósticos de pacientes com mCPT que poderiam auxiliar na seleção dos casos para a VA. Objetivos: Avaliar as características clínicas e o acompanhamento de pacientes com mCPT, tratados em um Hospital Universitário de alta complexidade do Sistema Único de Saúde ao longo de 42 anos. Métodos: Trata-se de um estudo retrospectivo, do tipo coorte, com coleta longitudinal de dados, composto por pacientes atendidos no ambulatório de Tireoide da Divisão de Endocrinologia e Metabologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto - Universidade de São Paulo (HCFMRP-USP) entre 1978 a 2020, sendo selecionados 220 com mCPT. Os critérios de inclusão foram pacientes de ambos os sexos, com idade igual ou superior a 15 anos e que foram submetidos à tireoidectomia no período por diversas doenças tireoidianas, nos quais foi detectado o mCPT no estudo anatomopatológico. Este estudo incluiu variáveis relacionadas às características populacionais, aos exames pré-operatórios, ao tratamento e à evolução clínica dos pacientes ao longo dos anos. Os desfechos estudados foram os fatores prognósticos de evolução desfavorável. Resultados: Dos 220 portadores de mCPT operados, houve predomínio do sexo feminino (85%) e mediana de idade de 48 anos. 42% tiveram diagnóstico inicial de bócio multinodular, 43% de bócio uninodular e 2% foram submetidos à cirurgia devido à linfonodo cervical suspeito. 36 pacientes tiveram a variante patogênica BRAF V600E positiva e 44 negativa. 87% foram submetidos à tireoidectomia total, 11% à tireoidectomia total com esvaziamento cervical e três pacientes à hemitireoidectomia. 15,5% apresentaram metástase linfonodal na biópsia. 51% receberam radioiodo (¹³¹I) complementar. Metástase linfonodal foi observada em 7/36 tumores BRAF V600E positivos e em 7/44 tumores BRAF V600E negativos. A presença de metástase linfonodal teve impacto relevante no prognóstico (OR=5,2, IC 95% 1,1-24,9). A recorrência foi observada em 10 pacientes, 7 deles com metástases em gânglios cervicais, 1 em leito tireoidiano e 2 pulmonares. 22 pacientes foram a óbito, todos por causas não relacionadas. Conclusões: Na maioria dos casos, o mPTC é um achado frequente nas cirurgias de bócio e tem um prognóstico excelente. A VA é uma boa opção para o manejo do mCPT, mas a seleção cuidadosa dos casos é essencial. Estudos moleculares podem ajudar nessa seleção, entretanto, na nossa série, a análise isolada de BRAF V600E não foi associada a um pior prognóstico. Em nossa amostra, apenas 10 apresentaram recidiva tumoral, apesar da tireoidectomia total e da terapia com ¹³¹I. A presença de metástase linfonodal teve relevância significativa no prognóstico.Introduction: Papillary thyroid microcarcinoma (mPTC) refers to papillary carcinomas smaller than or equal to 10 mm and constitute the most common form of differentiated thyroid carcinoma. Most mPTCs have a low grade of malignancy and slow growth, but some of them show highly invasive manifestations, the most common being lymph node metastasis. Surgery is the main definitive treatment, but more recent guidelines have considered active surveillance (AS) as an alternative to avoid overly aggressive intervention. However, it is known that it is not indicated for everyone. Therefore, given a scenario of increased diagnosis of this tumor in recent years, we propose to evaluate the clinical characteristics and prognostic factors of patients with mPTC that could help in the selection of cases for AS. Objectives: To evaluate the clinical characteristics and follow-up of patients with mPTC treated at a highly complex University Hospital of the Unified Health System over 42 years. Methods: This is a retrospective cohort study with longitudinal data collection, consisting of patients treated at the Thyroid Outpatient Clinic of the Endocrinology and Metabolism Division of HCFMRP-USP between 1978 and 2020, with 220 patients with mCPT selected. The inclusion criteria were patients of both sexes, aged 15 years or older, who underwent thyroidectomy in the period due to various thyroid diseases, in whom mCPT was detected in the anatomopathological study. This study included variables related to population characteristics, preoperative exams, treatment, and clinical evolution of patients over the years. The outcomes studied were the prognostic factors of unfavorable evolution. Results: Of the 220 patients with mCPT who underwent surgery, there was a predominance of females (85%) and a median age of 48 years. 42% had an initial diagnosis of multinodular goiter, 43% of uninodular goiter and 2% underwent surgery due to cervical lymph node suspicious. 36 patients had positive BRAF V600E variant and 44 negative. 87% underwent total thyroidectomy, 11% total thyroidectomy with neck dissection and three patients hemithyroidectomy. 15.5% had lymph node metastasis on biopsy. 51% received supplemental ¹³¹I. Lymph node metastasis was observed in 7/36 BRAF V600E-positive tumors and 7/44 BRAF V600Enegative tumors. The presence of lymph node metastasis had a relevant impact on prognosis (OR=5.2, 95% CI 1.1-24.9). Recurrence was observed in 10 patients, 7 of them with metastases in cervical lymph nodes, 1 patient in the thyroid bed, and 2 patients with lung metastases. Twenty-two patients died, all from unrelated causes. Conclusions: In most cases, mPTC is a frequent finding in goiter surgeries and has an excellent prognosis. VA is a good option for the management of mPTC, but careful selection of cases is essential. Molecular studies can help in this selection; however, in our series, the isolated analysis of BRAF V600E was not associated with a worse prognosis. In our sample, only 10 presented tumor recurrence, despite total thyroidectomy and radioiodine therapy. The presence of lymph node metastasis had significant relevance in the prognosis.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPMaciel, Lea Maria ZaniniSedassari, Nathalie de Almeida2025-05-05info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17138/tde-14072025-105535/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-08-07T13:47:02Zoai:teses.usp.br:tde-14072025-105535Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-08-07T13:47:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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