Estudos da degradação eletroquímica da ampicilina sódica em meio de cloreto

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2004
Autor(a) principal: Borges, Simone Soares de Oliveira
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/75/75132/tde-10102025-153620/
Resumo: Neste trabalho foi realizado o estudo da eletro-degradação da Ampicilina Sódica em solução de NaCl, que simula as águas residuárias hospitalares. Foram utilizados como materiais eletródicos Pt e β-PbO2 e como eletrólito suporte uma solução 0,1 mol·L-1 de NaCl. Inicialmente, foram realizados estudos eletroquímicos por voltametria cíclica para definir os potenciais de oxidação do antibiótico. A seguir, empregou-se eletrólise exaustiva para degradar a ampicilina. As eletrólises a potencial controlado foram realizadas por até 7 horas. A solução eletrolisada da Ampicilina Sódica foi analisada por espectrofotometria na região UV-Visível e HPLC. Observou-se por HPLC a degradação total da Ampicilina Sódica, bem como a formação de produtos de degradação apenas sobre β-PbO2. Durante as eletrólises empregando-se β-PbO2, suspeitou-se da eletroformação do íon hipoclorito e/ou clorato a partir dos íons cloreto presentes na solução eletrolítica de partida. Assim, foram realizadas análises químicas qualitativas para a comprovação da formação destes compostos. Observou-se destas análises que apenas o íon hipoclorito era formado pela eletrooxidação do íon cloreto durante as eletrólises. Com base nos estudos realizados, chegou-se à conclusão de que a significativa degradação da Ampicilina Sódica ocorre por duas vias paralelas: pela oxidação química assistida pelo íon hipoclorito (oxidação direta) e pela eletrooxidação indireta sobre o eletrodo de β-PbO2.
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