Estudos potenciométricos sobre a formção de complexos entre índio (III) e azoteto, em meio aquoso

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 1986
Autor(a) principal: Bertotti, Mauro
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/46/46133/tde-16052008-092501/
Resumo: O presente estudo procura dar continuidade a um dos ramos de pesquisa desenvolvidos na área de Analítica do Instituto de Química da USP, onde se procura estudar a química de complexos formados entre diferentes metais e o ânion azoteto, N-3. O cátion índio(III), à semelhança do que ocorre com o ferro (III), complexa com o ânion azoteto em meio aquoso. Este poder de complexação foi constatado em estudos polarográficos do sistema In N3+ / N-3 ora em desenvolvimento. A obtenção das constantes de estabilidade dos complexos formados entre o In3+ e o ligante azoteto, por via potenciométrica, baseia-se na alteração do pH do tampão formado por N-3 e o ácido fraco HN3, quando se adicionam íons In3+. O acompanhamento da variação da concentração hidrogeniônica foi f.eito com o auxílio do eletrodo de vidro combinado. A concentração de N-3 de equilíbrio variou de valores próximos de zero a 90 mM, para que se obtivessem dados na mais larga faixa de concentraç6es de ligante. Manteve-se a força iônica das soluções em 2,00OM (NaCI04) e trabalhou-se a 25,0οC. A análise dos dados experimentais e tratamento matemático dos mesmos, evidenciaram a formação de complexos mononucleares e os valores das constantes globais encontrados foram: β1 = (2,0 ± 0,1) x 103M-1 β2 = (7 ± 3) x 105M-2 β3 = (5 ± 1) x 107M-3 β4 = (7 ± 3) x 108M-4
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