Estudos moleculares e fenotípicos de isolados clínicos de Cryptococcus spp. da macrorregião de Ribeirão Preto, São Paulo-Brasil
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/60/60141/tde-26112024-174836/ |
Resumo: | A criptococose é uma micose sistêmica causada pelo fungo leveduriforme encapsulado do gênero Cryptococcus. Existem duas principais espécies patogênicas ao homem: Cryptococcus neoformans e Cryptococcus gattii, sendo estas subdivididas em oito tipos moleculares (VNI, VNII, VNII, VNIV, VGI, VGII, VGIII e VGIV). Apesar do sítio primário da criptococose ser o pulmão, a doença pode se disseminar e atingir o sistema nervoso central, podendo resultar em meningoencefalite, que é a forma mais grave e letal da doença. Alguns dos fatores de virulência de Cryptococcus spp. são a cápsula polissacarídica, melanina e biofilme. Além disso, a resistência aos antifúngicos de algumas linhagens de Cryptococcus spp. é um fator que dificulta o tratamento da doença, a qual pode ser gerada devido a alterações no gene ERG11 ou em proteínas de membrana. Assim, com o intuito de caracterizar isolados clínicos de Cryptococcus spp. da região nordeste do estado de São Paulo, um estudo retrospectivo por conveniência foi realizado com 64 cepas isoladas de 38 pacientes com criptococcose do HCFMRP-USP, sendo 63,2% (n=24/38) dos pacientes sorotipo HIV positivo. Neste estudo, foi realizada a identificação fenotípica e molecular das espécies e tipos moleculares dos isolados clínicos de Cryptococcus spp. e respectiva susceptibilidade aos antifúngicos AMB, FLU, ITR, VOR e 5-FC. Além disso, aspectos relacionados à virulência como a adesão celular e a análise de virulência em Galleria mellonella também foram investigados. Adicionalmente, foram analisadas mutações no gene ERG11, a heterorresistência e a expressão dos genes ERG11 e MDR1. A identificação fenotípica e molecular mostra que 87,5% (n=56/64) dos isolados clínicos são C. neoformans, sendo que 98% (n=55/56) do tipo molecular VNI e 2% (n=1/56) do tipo molecular VNII. C. gattii do tipo molecular VGII representa 12,5% (n=8/64) dos isolados clínicos. A infecção por C. neoformans ocorreu com maior frequência (95,8%; n=23/24) em indivíduos sorotipo HIV positivo e portanto com provável imunocomprometimento. Já a infecção por C. gattii ocorreu com maior frequência em pacientes imunocompetentes. Os antifúngicos AMB, FLU e ITR apresentaram CIMs ≥ ECV, isto é, possível resistência aos azóis, para 28,1% (n=18/64), 5% (n=3/64) e 28,1% (n=18/64) dos isolados clínicos, respectivamente. Entretanto, não foram encontradas mutações no gene ERG11 que estejam associadas às CIMs dos azóis acima do ECV. Na análise de virulência foi observado que não houve correlação entre o fator de virulência adesão com a virulência dos isolados clínicos no modelo experimental G. mellonella. Os isolados clínicos testados apresentaram heterorresistência e a expressão dos genes ERG11 e MDR1 foi heterogênea, o que demonstra um caráter multifatorial de resistência. |
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Estudos moleculares e fenotípicos de isolados clínicos de Cryptococcus spp. da macrorregião de Ribeirão Preto, São Paulo-BrasilMolecular and phenotypic studies of clinical isolates of Cryptococcus spp. from the macroregion of Ribeirão Preto, São Paulo-BrazilAntifungal susceptibilityAzole resistanceCriptococoseCryptococcosisCryptococcus spp.Cryptococcus spp.Fatores de virulênciaGalleria mellonellaGalleria mellonellaResistência aos azóisSusceptibilidade aos antifúngicosVirulence factorsA criptococose é uma micose sistêmica causada pelo fungo leveduriforme encapsulado do gênero Cryptococcus. Existem duas principais espécies patogênicas ao homem: Cryptococcus neoformans e Cryptococcus gattii, sendo estas subdivididas em oito tipos moleculares (VNI, VNII, VNII, VNIV, VGI, VGII, VGIII e VGIV). Apesar do sítio primário da criptococose ser o pulmão, a doença pode se disseminar e atingir o sistema nervoso central, podendo resultar em meningoencefalite, que é a forma mais grave e letal da doença. Alguns dos fatores de virulência de Cryptococcus spp. são a cápsula polissacarídica, melanina e biofilme. Além disso, a resistência aos antifúngicos de algumas linhagens de Cryptococcus spp. é um fator que dificulta o tratamento da doença, a qual pode ser gerada devido a alterações no gene ERG11 ou em proteínas de membrana. Assim, com o intuito de caracterizar isolados clínicos de Cryptococcus spp. da região nordeste do estado de São Paulo, um estudo retrospectivo por conveniência foi realizado com 64 cepas isoladas de 38 pacientes com criptococcose do HCFMRP-USP, sendo 63,2% (n=24/38) dos pacientes sorotipo HIV positivo. Neste estudo, foi realizada a identificação fenotípica e molecular das espécies e tipos moleculares dos isolados clínicos de Cryptococcus spp. e respectiva susceptibilidade aos antifúngicos AMB, FLU, ITR, VOR e 5-FC. Além disso, aspectos relacionados à virulência como a adesão celular e a análise de virulência em Galleria mellonella também foram investigados. Adicionalmente, foram analisadas mutações no gene ERG11, a heterorresistência e a expressão dos genes ERG11 e MDR1. A identificação fenotípica e molecular mostra que 87,5% (n=56/64) dos isolados clínicos são C. neoformans, sendo que 98% (n=55/56) do tipo molecular VNI e 2% (n=1/56) do tipo molecular VNII. C. gattii do tipo molecular VGII representa 12,5% (n=8/64) dos isolados clínicos. A infecção por C. neoformans ocorreu com maior frequência (95,8%; n=23/24) em indivíduos sorotipo HIV positivo e portanto com provável imunocomprometimento. Já a infecção por C. gattii ocorreu com maior frequência em pacientes imunocompetentes. Os antifúngicos AMB, FLU e ITR apresentaram CIMs ≥ ECV, isto é, possível resistência aos azóis, para 28,1% (n=18/64), 5% (n=3/64) e 28,1% (n=18/64) dos isolados clínicos, respectivamente. Entretanto, não foram encontradas mutações no gene ERG11 que estejam associadas às CIMs dos azóis acima do ECV. Na análise de virulência foi observado que não houve correlação entre o fator de virulência adesão com a virulência dos isolados clínicos no modelo experimental G. mellonella. Os isolados clínicos testados apresentaram heterorresistência e a expressão dos genes ERG11 e MDR1 foi heterogênea, o que demonstra um caráter multifatorial de resistência.Cryptococcosis is a systemic mycosis caused by the encapsulated yeast fungus of the genus Cryptococcus. There are two main species pathogenic to humans: Cryptococcus neoformans and Cryptococcus gattii, which are subdivided into eight molecular types (VNI, VNII, VNII, VNIV, VGI, VGII, VGIII, and VGIV). Although the primary site of cryptococcosis is the lung, the disease can spread and reach the central nervous system, which can result in meningoencephalitis, which is the most severe and lethal form of the disease. Some virulence factors of Cryptococcus spp. are the polysaccharide capsule, melanin, and biofilm. Furthermore, resistance to antifungals in some strains of Cryptococcus spp. is a factor that complicates the treatment of the disease, which can be generated due to changes in the ERG11 gene or in membrane proteins. Therefore, in order to characterize clinical isolates of Cryptococcus spp. from the northeast region of the state of São Paulo, a retrospective convenience study was carried out with 64 strains isolated from 38 patients with cryptococcosis at HCFMRP-USP, with 63.2% (n=24/38) of the patients being HIV positive. In this study, the phenotypic and molecular identification of species and molecular types of clinical isolates of Cryptococcus spp. and respective susceptibility to AMB, FLU, ITR, VOR, and 5-FC antifungals was performed in addition to the production of adhered cells and virulence analysis in Galleria mellonella. Additionally, mutations in the ERG11 gene, heteroresistance in selected clinical isolates, and the expression of the ERG11 and MDR1 genes were analyzed. Phenotypic and molecular identification shows that 87.5% (n=56/64) of clinical isolates are C. neoformans, with 98% (n=55/56) of the VNI molecular type and 2% (n=1/56 ) of the VNII molecular type. C. gattii of the VGII molecular type represents 12.5% (n=8/64) of clinical isolates. Infection by C. neoformans occurred more frequently (95.8%; n=23/24) in HIV serotype-positive individuals and, therefore, with probable immunocompromise. C. gattii infection occurred more frequently in immunocompetent patients. The antifungals AMB, FLU, and ITR presented MICs ≥ ECV, that is, possible resistance to azoles, for 28.1% (n=18/64), 5% (n=3/64) and 28.1% (n= 18/64) of clinical isolates, respectively. However, no mutations were found in the ERG11 gene associated with MICs of azoles above the ECV. In the virulence analysis, it was observed that there was no correlation between the adhesion virulence factor and the virulence of clinical isolates in the G. mellonella experimental model. The clinical isolates tested showed heteroresistance, and the expression of the ERG11 and MDR1 genes was heterogeneous, which demonstrates a multifactorial nature of resistance.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPKress, Marcia Regina von ZeskaAlves, Adriana Rodrigues2024-01-31info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/60/60141/tde-26112024-174836/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-03-07T12:23:02Zoai:teses.usp.br:tde-26112024-174836Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-03-07T12:23:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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A criptococose é uma micose sistêmica causada pelo fungo leveduriforme encapsulado do gênero Cryptococcus. Existem duas principais espécies patogênicas ao homem: Cryptococcus neoformans e Cryptococcus gattii, sendo estas subdivididas em oito tipos moleculares (VNI, VNII, VNII, VNIV, VGI, VGII, VGIII e VGIV). Apesar do sítio primário da criptococose ser o pulmão, a doença pode se disseminar e atingir o sistema nervoso central, podendo resultar em meningoencefalite, que é a forma mais grave e letal da doença. Alguns dos fatores de virulência de Cryptococcus spp. são a cápsula polissacarídica, melanina e biofilme. Além disso, a resistência aos antifúngicos de algumas linhagens de Cryptococcus spp. é um fator que dificulta o tratamento da doença, a qual pode ser gerada devido a alterações no gene ERG11 ou em proteínas de membrana. Assim, com o intuito de caracterizar isolados clínicos de Cryptococcus spp. da região nordeste do estado de São Paulo, um estudo retrospectivo por conveniência foi realizado com 64 cepas isoladas de 38 pacientes com criptococcose do HCFMRP-USP, sendo 63,2% (n=24/38) dos pacientes sorotipo HIV positivo. Neste estudo, foi realizada a identificação fenotípica e molecular das espécies e tipos moleculares dos isolados clínicos de Cryptococcus spp. e respectiva susceptibilidade aos antifúngicos AMB, FLU, ITR, VOR e 5-FC. Além disso, aspectos relacionados à virulência como a adesão celular e a análise de virulência em Galleria mellonella também foram investigados. Adicionalmente, foram analisadas mutações no gene ERG11, a heterorresistência e a expressão dos genes ERG11 e MDR1. A identificação fenotípica e molecular mostra que 87,5% (n=56/64) dos isolados clínicos são C. neoformans, sendo que 98% (n=55/56) do tipo molecular VNI e 2% (n=1/56) do tipo molecular VNII. C. gattii do tipo molecular VGII representa 12,5% (n=8/64) dos isolados clínicos. A infecção por C. neoformans ocorreu com maior frequência (95,8%; n=23/24) em indivíduos sorotipo HIV positivo e portanto com provável imunocomprometimento. Já a infecção por C. gattii ocorreu com maior frequência em pacientes imunocompetentes. Os antifúngicos AMB, FLU e ITR apresentaram CIMs ≥ ECV, isto é, possível resistência aos azóis, para 28,1% (n=18/64), 5% (n=3/64) e 28,1% (n=18/64) dos isolados clínicos, respectivamente. Entretanto, não foram encontradas mutações no gene ERG11 que estejam associadas às CIMs dos azóis acima do ECV. Na análise de virulência foi observado que não houve correlação entre o fator de virulência adesão com a virulência dos isolados clínicos no modelo experimental G. mellonella. Os isolados clínicos testados apresentaram heterorresistência e a expressão dos genes ERG11 e MDR1 foi heterogênea, o que demonstra um caráter multifatorial de resistência. |
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