Coeficiente de herdabilidade do período de gestação na raça Mangalarga

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 1974
Autor(a) principal: Borges, Idenor Oliveira
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/11/0/tde-20240522-110316/
Resumo: Propôs-se com o presente trabalho a determinação do coeficiente de herdabilidade do período de gestação na raça Mangalarga, criada na Estação Experimental de Zootecnia Cruzeiro do Mocó, da Secretaria de Agricultura do Estado da Bahia. Sendo um total de 314 períodos de gestação, provenientes de 68 éguas e 8 cavalos, os dados foram inicialmente ajustados para "ordem de parição", "estação do ano" e "sexo da cria", admitindo-se o seguinte modelo matemático: Yijkn = m + pi + ej + sk + eijkn (1). Onde: Yijkn = período de gestação em dias; m = média geral; pi = efeito da parição i; ej = efeito da estação j; sk = efeito do sexo k; eijkn = "erro experimental". Com o modelo matemático (1), estabeleceu-se a montagem das "equações normais", que após restrições, foi resolvido pelo método de GAUSS?JORDAN, no computador eletrônico IBM-1130 da Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz". Com os dados ajustados, calculou-se as estimativas de variância pelos seguintes esquemas de análise; a) Modelo de blocos incompletos (considerou-se cavalos formando os blocos e éguas os tratamentos); b) Modelo fatorial. O primeiro e segundo esquema estão descritos na dissertação. No presente trabalho, obteve-se as seguintes conclusões: a) O modelo matemático admitido para o ajustamento dos dados, prestou-se bem para os fins desejados; b) As estimativas h21 e h24 calculadas pelos dois esquemas de análise, foram relativamente baixas; c) Para o cálculo do coeficiente de herdabilidade, o esquema fatorial apresentou razoável facilidade de cálculo, quando comparado com o esquema de blocos incompletos; d) Para os dados da população em estudo, os esquemas fatorial e de blocos incompletos foram equivalentes entre si.
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