A absoluta prioridade da criança no ambiente digital na era da IA : a Devida Diligência em Direitos Humanos e os impactos tecnossociais da Inteligência Artificial
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Tese |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/2/2140/tde-08112024-165318/ |
Resumo: | A tese objetiva verificar a aplicação prática dos princípios Orientadores das Nações Unidas sobre Empresas e Direitos Humanos (UNGPs) pelas empresas de tecnologia, em especial, averiguar os mecanismos de Devida Diligência em Direitos Humanos (DDDH) empregados para garantir o direito à absoluta prioridade da criança no ambiente digital, com ênfase no endereçamento dos impactos tecnossociais de sistemas de Inteligência Artificial (IA). O trabalho se insere no momento em que o debate evolui do quê para o como, ou seja, não apenas que ética é necessária, mas também como a ética pode ser aplicada e implementada de forma eficaz e bem-sucedida, a fim de fazer diferença positiva na sociedade, com a devida observância dos mandamentos nacionais e internacionais de proteção aos Direitos Humanos. A expressão impacto tecnossocial para os propósitos da tese deve ser entendida como os impactos de ordem coletiva, cumulativamente gerados, com potencial de reestruturar a convivência e a vida humana a longo prazo, de maneiras não deliberadas democraticamente, cuja investigação, prevenção e eventual remediação devem ser estabelecidas por políticas públicas e, juridicamente, endereçados como tutela aos direitos e interesses difusos digitais. Além disso, exigem abordagem precaucionária em relação a potenciais danos negativos, os quais, inclusive, podem gerar consequências irreversíveis, sobretudo, quando atingem crianças e adolescentes, dado o peculiar estágio de desenvolvimento humano e cuja dinâmica será também influenciada a depender da evolução da sociedade e de posicionamentos (geo)políticos que ainda se delineiam. Nesse contexto, após a realização de ampla análise documental, bem como de declarações públicas e da estrutura regulatória existente, foi possível concluir que não existe prática sistemática e generalizada sendo conduzida pelo setor empresarial, observada a ainda incipiente regulamentação estatal para aferição e prevenção dos impactos tecnossociais da IA em relação às crianças. Ademais, há a necessidade de um aprofundamento nos estudos interdisciplinares em decorrência da abrangência e complexidade do tema, impondo maior interdependência entre diversos campos científicos. Nesse sentido, a pesquisa buscou realizar uma abordagem de disciplinas relacionadas com o objeto da pesquisa, tais como: Direito Internacional Público, Direito Internacional dos Direitos Humanos, Ciência da Computação, Filosofia, Saúde Pública, Psicologia, Neurociência, Economia e Ciências Sociais. Aferiu-se, ainda, que as grandes empresas de tecnologia possuem códigos de conduta próprios e termos de uso em que referem o amplo respeito aos direitos humanos, inclusive, com menções à devida diligência. Entretanto, na prática, tais compromissos ainda estão no campo teórico, com aplicações práticas bastante vagas ou com iniciativas muito pontuais e de escopo e tempo extremamente limitados. Não há explicabilidade e transparência suficientes a respeito de como as empresas estão se desincumbindo, na prática, em relação ao cumprimento de mecanismos de DDDH no que tange às tecnologias emergentes desenvolvidas com impactos tecnossociais, com ênfase no público infantil. Restou constatada a aridez do cenário encontrado, o qual ainda carece de medidas de cunho prático para o devido respeito ao ser criança e promoção do florescimento humano em interação com a IA, em toda dimensão espaço/tempo que este período existencial exige. |
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A absoluta prioridade da criança no ambiente digital na era da IA : a Devida Diligência em Direitos Humanos e os impactos tecnossociais da Inteligência ArtificialThe absolute priority of children in the digital environment in the age of AI : Human Rights Due Diligence and the technosocial impacts of Artificial IntelligenceArtificial IntelligenceChildrenCriançasDevida DiligênciaDireitos HumanosDue DiligenceEmpresas tecnológicasHuman RightsImpactos tecnossociaisInteligência ArtificialTechnology CompaniesTechnosocial impactsA tese objetiva verificar a aplicação prática dos princípios Orientadores das Nações Unidas sobre Empresas e Direitos Humanos (UNGPs) pelas empresas de tecnologia, em especial, averiguar os mecanismos de Devida Diligência em Direitos Humanos (DDDH) empregados para garantir o direito à absoluta prioridade da criança no ambiente digital, com ênfase no endereçamento dos impactos tecnossociais de sistemas de Inteligência Artificial (IA). O trabalho se insere no momento em que o debate evolui do quê para o como, ou seja, não apenas que ética é necessária, mas também como a ética pode ser aplicada e implementada de forma eficaz e bem-sucedida, a fim de fazer diferença positiva na sociedade, com a devida observância dos mandamentos nacionais e internacionais de proteção aos Direitos Humanos. A expressão impacto tecnossocial para os propósitos da tese deve ser entendida como os impactos de ordem coletiva, cumulativamente gerados, com potencial de reestruturar a convivência e a vida humana a longo prazo, de maneiras não deliberadas democraticamente, cuja investigação, prevenção e eventual remediação devem ser estabelecidas por políticas públicas e, juridicamente, endereçados como tutela aos direitos e interesses difusos digitais. Além disso, exigem abordagem precaucionária em relação a potenciais danos negativos, os quais, inclusive, podem gerar consequências irreversíveis, sobretudo, quando atingem crianças e adolescentes, dado o peculiar estágio de desenvolvimento humano e cuja dinâmica será também influenciada a depender da evolução da sociedade e de posicionamentos (geo)políticos que ainda se delineiam. Nesse contexto, após a realização de ampla análise documental, bem como de declarações públicas e da estrutura regulatória existente, foi possível concluir que não existe prática sistemática e generalizada sendo conduzida pelo setor empresarial, observada a ainda incipiente regulamentação estatal para aferição e prevenção dos impactos tecnossociais da IA em relação às crianças. Ademais, há a necessidade de um aprofundamento nos estudos interdisciplinares em decorrência da abrangência e complexidade do tema, impondo maior interdependência entre diversos campos científicos. Nesse sentido, a pesquisa buscou realizar uma abordagem de disciplinas relacionadas com o objeto da pesquisa, tais como: Direito Internacional Público, Direito Internacional dos Direitos Humanos, Ciência da Computação, Filosofia, Saúde Pública, Psicologia, Neurociência, Economia e Ciências Sociais. Aferiu-se, ainda, que as grandes empresas de tecnologia possuem códigos de conduta próprios e termos de uso em que referem o amplo respeito aos direitos humanos, inclusive, com menções à devida diligência. Entretanto, na prática, tais compromissos ainda estão no campo teórico, com aplicações práticas bastante vagas ou com iniciativas muito pontuais e de escopo e tempo extremamente limitados. Não há explicabilidade e transparência suficientes a respeito de como as empresas estão se desincumbindo, na prática, em relação ao cumprimento de mecanismos de DDDH no que tange às tecnologias emergentes desenvolvidas com impactos tecnossociais, com ênfase no público infantil. Restou constatada a aridez do cenário encontrado, o qual ainda carece de medidas de cunho prático para o devido respeito ao ser criança e promoção do florescimento humano em interação com a IA, em toda dimensão espaço/tempo que este período existencial exige.The thesis aims to verify the practical application of the United Nations Guiding Principles on Business and Human Rights (UNGPs) by technology companies, in particular, to investigate the Human Rights Due Diligence (DDHR) mechanisms employed to guarantee the right to absolute priority of children in the digital environment, with an emphasis on addressing the technosocial impacts of Artificial Intelligence (AI) systems. The work is part of the moment in which the debate evolves from what to how, in other words, not just what ethics are necessary, but also how ethics can be applied and implemented effectively and successfully, in order to make a positive difference in society, with due observance of national and international human rights protection mandates. For the purposes of this thesis, the term technosocial impact should be understood as collective impacts, cumulatively generated, with the potential to restructure coexistence and human life in the long term, in ways that are not democratically deliberated, whose investigation, prevention and eventual remediation must be established by public policies and, legally, addressed as protection for digital diffuse rights and interests. Furthermore, they require a precautionary approach in relation to potential negative damage, which can even have irreversible consequences, especially when it affects children and adolescents, given their peculiar stage of human development and whose dynamics will also be influenced depending on the evolution of society and (geo)political positions that are still emerging. In this context, after analysing documents, public statements and the existing regulatory framework, it was possible to conclude that there is no systematic and generalised practice being carried out by the business sector, given the still incipient state regulations for measuring and preventing the technosocial impacts of AI on children. In addition, there is a need for more in-depth interdisciplinary studies due to the scope and complexity of the subject, imposing greater interdependence between various scientific fields. In this sense, the research sought to approach disciplines related to the object of the research, such as: Public International Law, International Human Rights Law, Computer Science, Philosophy, Public Health, Psychology, Neuroscience, Economics and Social Sciences. It was also noted that the Big Tech companies have their own codes of conduct and terms of use in which they refer to broad respect for human rights, including mentions of due diligence. However, in practice, these commitments are still theoretical, with very vague practical applications or very specific initiatives with extremely limited scope and time. There is not enough explainability and transparency regarding how companies are performing, in practice, in relation to compliance with HRDD mechanisms with regard to emerging technologies developed with technosocial impacts, with an emphasis on children. The aridity of the scenario was noted, which still lacks practical measures to respect children and promote human flourishing in interaction with AI, in all the space/time dimensions that this existential period demands.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPCasella, Paulo BorbaGrossi, Viviane Ceolin Dallasta Del2024-08-22info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/2/2140/tde-08112024-165318/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2024-11-13T20:27:02Zoai:teses.usp.br:tde-08112024-165318Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212024-11-13T20:27:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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