Impactos socioecológicos de Pequenas Centrais Hidrelétricas e Usinas Hidrelétricas em cascata no estado de Rondônia
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Tese |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/106/106132/tde-19022026-123631/ |
Resumo: | Em diversas regiões tropicais, como é o caso da região amazônica, Usinas Hidrelétricas (UHEs) e Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) têm sido construídas sucessivamente no mesmo rio (em cascata), causando impactos em sistemas socioecológicos. Esses impactos têm sido intensificados por eventos climáticos extremos, mudanças de uso e cobertura da terra e outras atividades antrópicas. Contudo, os impactos socioecológicos de UHEs e PCHs em cascata, em conjunto com outras atividades, ainda são subestimados no planejamento e na tomada de decisões. Assim, o objetivo desse estudo foi analisar os impactos socioecológicos de UHEs e PCHs em cascata e em conjunto com outras pressões antrópicas no estado de Rondônia. Para tanto, foram consideradas duas cascatas de aproveitamentos hidrelétricos, uma com sete PCHs (Alta Floresta, Ângelo Cassol, Cachoeira Cachimbo Alto, Figueira, Monte Belo, Rio Branco e Saldanha) na sub-bacia do rio Branco, em Alta Floresta DOeste, e outra com 2 UHEs (Jirau e Santo Antônio) no rio Madeira, em Porto Velho. Para tanto, foram utilizados dados de sensoriamento remoto, oficinas participativas e entrevistas com comunidades ribeirinhas do rio Madeira e com pequenos agricultores e Indígenas do rio Branco. Utilizou-se a abordagem de ciclo adaptativo, analisando o potencial, conexão e resiliência dos sistemas socioecológicos, com base nas mudanças e adaptações. As evidências apontaram que os impactos causados por PCHs e UHEs em cascata, eventos climáticos extremos e mudanças no uso e cobertura da terra podem interagir e afetar os sistemas socioecológicos, aumentando consideravelmente a vulnerabilidade e reduzindo as opções de resposta dos sistemas na fase de operação. Nas duas áreas de estudo, as mudanças no regime do rio e a redução da pesca foram consideradas como sinais de mudança de regime, resultando em mudanças nas fontes de subsistência e renda, nas atividades culturais e nos ciclos biológicos. No rio Madeira, as mudanças no potencial e conexões do sistema levaram a um rearranjo de importantes fontes de renda e subsistência para as comunidades ribeirinhas (pesca, agricultura e extrativismo vegetal), resultando em um estado de alta vulnerabilidade socioecológica e limitada capacidade adaptativa e resiliência. Para a sub-bacia do rio Branco, esse trabalho questiona o senso comum de que as PCHs possuem impactos mínimos. Os resultados apontaram que, após as PCHs e desmatamento, houve redução da resiliência com impactos socioecológicos no potencial (e.g., estoque pesqueiro, cobertura florestal e disponibilidade hídrica) e conexões (e.g., fragmentações ecológica e social) do sistema socioecológico, ameaçando a manutenção das relações socioecológicas e de aspectos bioculturais. No entanto, as PCHs em cascata carecem de instrumentos de gestão ambiental mais rigorosos. Portanto, sugere-se que as PCHs em cascata passem por uma Avaliação de Impactos Cumulativos e que o trecho a jusante seja considerado área de influência na Avaliação de Impacto de modo a incluí-lo nos processos participativos e nas medidas de mitigação, compensação e gestão adaptativa. Também sugere-se considerar as relações socioecológicas, mudanças de uso e cobertura da terra e efeitos das mudanças climáticas na avaliação e gestão de impactos cumulativos na região amazônica. |
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Impactos socioecológicos de Pequenas Centrais Hidrelétricas e Usinas Hidrelétricas em cascata no estado de RondôniaSocioecological impacts of small and large dams in cascade in the state of RondôniaAdaptive cycleAmazonAmazôniaAvaliação de ImpactoBarragensCiclo adaptativoCumulative impactsHydroelectric damsImpact AssessmentImpactos cumulativosSistemas socioecológicosSocioecological systemsEm diversas regiões tropicais, como é o caso da região amazônica, Usinas Hidrelétricas (UHEs) e Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) têm sido construídas sucessivamente no mesmo rio (em cascata), causando impactos em sistemas socioecológicos. Esses impactos têm sido intensificados por eventos climáticos extremos, mudanças de uso e cobertura da terra e outras atividades antrópicas. Contudo, os impactos socioecológicos de UHEs e PCHs em cascata, em conjunto com outras atividades, ainda são subestimados no planejamento e na tomada de decisões. Assim, o objetivo desse estudo foi analisar os impactos socioecológicos de UHEs e PCHs em cascata e em conjunto com outras pressões antrópicas no estado de Rondônia. Para tanto, foram consideradas duas cascatas de aproveitamentos hidrelétricos, uma com sete PCHs (Alta Floresta, Ângelo Cassol, Cachoeira Cachimbo Alto, Figueira, Monte Belo, Rio Branco e Saldanha) na sub-bacia do rio Branco, em Alta Floresta DOeste, e outra com 2 UHEs (Jirau e Santo Antônio) no rio Madeira, em Porto Velho. Para tanto, foram utilizados dados de sensoriamento remoto, oficinas participativas e entrevistas com comunidades ribeirinhas do rio Madeira e com pequenos agricultores e Indígenas do rio Branco. Utilizou-se a abordagem de ciclo adaptativo, analisando o potencial, conexão e resiliência dos sistemas socioecológicos, com base nas mudanças e adaptações. As evidências apontaram que os impactos causados por PCHs e UHEs em cascata, eventos climáticos extremos e mudanças no uso e cobertura da terra podem interagir e afetar os sistemas socioecológicos, aumentando consideravelmente a vulnerabilidade e reduzindo as opções de resposta dos sistemas na fase de operação. Nas duas áreas de estudo, as mudanças no regime do rio e a redução da pesca foram consideradas como sinais de mudança de regime, resultando em mudanças nas fontes de subsistência e renda, nas atividades culturais e nos ciclos biológicos. No rio Madeira, as mudanças no potencial e conexões do sistema levaram a um rearranjo de importantes fontes de renda e subsistência para as comunidades ribeirinhas (pesca, agricultura e extrativismo vegetal), resultando em um estado de alta vulnerabilidade socioecológica e limitada capacidade adaptativa e resiliência. Para a sub-bacia do rio Branco, esse trabalho questiona o senso comum de que as PCHs possuem impactos mínimos. Os resultados apontaram que, após as PCHs e desmatamento, houve redução da resiliência com impactos socioecológicos no potencial (e.g., estoque pesqueiro, cobertura florestal e disponibilidade hídrica) e conexões (e.g., fragmentações ecológica e social) do sistema socioecológico, ameaçando a manutenção das relações socioecológicas e de aspectos bioculturais. No entanto, as PCHs em cascata carecem de instrumentos de gestão ambiental mais rigorosos. Portanto, sugere-se que as PCHs em cascata passem por uma Avaliação de Impactos Cumulativos e que o trecho a jusante seja considerado área de influência na Avaliação de Impacto de modo a incluí-lo nos processos participativos e nas medidas de mitigação, compensação e gestão adaptativa. Também sugere-se considerar as relações socioecológicas, mudanças de uso e cobertura da terra e efeitos das mudanças climáticas na avaliação e gestão de impactos cumulativos na região amazônica.Small and large hydroelectric dams have been built successively on the same river (i.e., in cascade) in several tropical regions, such as the Amazon, resulting in socioecological impacts. These impacts have been intensified by extreme climate events, land use and cover change, and other human activities. However, the socioecological impacts of dams in cascade, together with other activities, are still underestimated in planning and decision-making. Thus, this study sought to analyze the socioecological impacts of small and large dams in cascade, together with other human pressures, in the state of Rondônia. Two cascades of dams were considered, one with seven small dams (Alta Floresta, Ângelo Cassol, Cachoeira Cachimbo Alto, Figueira, Monte Belo, Rio Branco, and Saldanha) in the Branco River sub-basin, in Alta Floresta DOeste, and another cascade with two large dams (Jirau and Santo Antônio) on the Madeira River, in Porto Velho. We used data from remote sensing, participatory workshops, and interviews with riverine communities of the Madeira River and smallholders and Indigenous People of the Branco River. The adaptive cycle approach was used to analyze the potential, connectedness, and resilience of the socioecological systems, based on changes and adaptations. Evidence indicated that the impacts caused by small and large dams in cascade, extreme climate events, and land use and cover change can interact and affect socioecological systems, increasing considerably vulnerability and reducing the options of the systems to respond in the operation phase. In both study areas, changes in river regime and reduced fishing were considered as signs of regime shift, resulting in changes in the sources of subsistence and income, cultural activities, and biological cycles. In the Madeira River, changes in the systems potential and connectedness led to a rearrangement of important sources of income and subsistence for riverine communities (fishing, agriculture, and fruit harvesting), resulting in a state of high socioecological vulnerability and limited adaptive capacity and resilience. For the Branco River sub-basin, this study questioned the assumption that small dams have minimal impacts. The results indicated that, after small dams and deforestation, there was a reduction in the resilience of the system with socioecological impacts on the potential (e.g., fish stocks, forest coverage, and water availability) and connectedness (e.g., ecological and social fragmentation) of the system, threatening the maintenance of socioecological relationships and biocultural aspects. However, small dams in cascade lack strict environmental management instruments. Therefore, we suggest that small dams undergo a Cumulative Impact Assessment and that the downstream stretch be considered an area of influence in Impact Assessment in order to include it in participatory processes and in mitigation, compensation, and adaptive management measures. We also suggest that socioecological relationships, changes in land use and land cover, and the effects of climate change be considered in the assessment and management of cumulative impacts in the Amazon region.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPMoretto, Evandro MateusMandai, Silvia Sayuri2025-08-15info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/106/106132/tde-19022026-123631/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2026-03-16T14:04:08Zoai:teses.usp.br:tde-19022026-123631Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-03-16T14:04:08Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Em diversas regiões tropicais, como é o caso da região amazônica, Usinas Hidrelétricas (UHEs) e Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) têm sido construídas sucessivamente no mesmo rio (em cascata), causando impactos em sistemas socioecológicos. Esses impactos têm sido intensificados por eventos climáticos extremos, mudanças de uso e cobertura da terra e outras atividades antrópicas. Contudo, os impactos socioecológicos de UHEs e PCHs em cascata, em conjunto com outras atividades, ainda são subestimados no planejamento e na tomada de decisões. Assim, o objetivo desse estudo foi analisar os impactos socioecológicos de UHEs e PCHs em cascata e em conjunto com outras pressões antrópicas no estado de Rondônia. Para tanto, foram consideradas duas cascatas de aproveitamentos hidrelétricos, uma com sete PCHs (Alta Floresta, Ângelo Cassol, Cachoeira Cachimbo Alto, Figueira, Monte Belo, Rio Branco e Saldanha) na sub-bacia do rio Branco, em Alta Floresta DOeste, e outra com 2 UHEs (Jirau e Santo Antônio) no rio Madeira, em Porto Velho. Para tanto, foram utilizados dados de sensoriamento remoto, oficinas participativas e entrevistas com comunidades ribeirinhas do rio Madeira e com pequenos agricultores e Indígenas do rio Branco. Utilizou-se a abordagem de ciclo adaptativo, analisando o potencial, conexão e resiliência dos sistemas socioecológicos, com base nas mudanças e adaptações. As evidências apontaram que os impactos causados por PCHs e UHEs em cascata, eventos climáticos extremos e mudanças no uso e cobertura da terra podem interagir e afetar os sistemas socioecológicos, aumentando consideravelmente a vulnerabilidade e reduzindo as opções de resposta dos sistemas na fase de operação. Nas duas áreas de estudo, as mudanças no regime do rio e a redução da pesca foram consideradas como sinais de mudança de regime, resultando em mudanças nas fontes de subsistência e renda, nas atividades culturais e nos ciclos biológicos. No rio Madeira, as mudanças no potencial e conexões do sistema levaram a um rearranjo de importantes fontes de renda e subsistência para as comunidades ribeirinhas (pesca, agricultura e extrativismo vegetal), resultando em um estado de alta vulnerabilidade socioecológica e limitada capacidade adaptativa e resiliência. Para a sub-bacia do rio Branco, esse trabalho questiona o senso comum de que as PCHs possuem impactos mínimos. Os resultados apontaram que, após as PCHs e desmatamento, houve redução da resiliência com impactos socioecológicos no potencial (e.g., estoque pesqueiro, cobertura florestal e disponibilidade hídrica) e conexões (e.g., fragmentações ecológica e social) do sistema socioecológico, ameaçando a manutenção das relações socioecológicas e de aspectos bioculturais. No entanto, as PCHs em cascata carecem de instrumentos de gestão ambiental mais rigorosos. Portanto, sugere-se que as PCHs em cascata passem por uma Avaliação de Impactos Cumulativos e que o trecho a jusante seja considerado área de influência na Avaliação de Impacto de modo a incluí-lo nos processos participativos e nas medidas de mitigação, compensação e gestão adaptativa. Também sugere-se considerar as relações socioecológicas, mudanças de uso e cobertura da terra e efeitos das mudanças climáticas na avaliação e gestão de impactos cumulativos na região amazônica. |
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