Valorização de subprodutos do cultivo de grãos e cereais como fontes de carbono e nutrientes para produção sustentável de biopigmentos por leveduras

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Balbino, Thércia Rocha
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/97/97140/tde-12122024-115638/
Resumo: Biopigmentos são produtos de alto valor agregado que podem apresentar propriedades antioxidantes e antimicrobianas e são amplamente utilizados em indústrias de alimentos, cosméticos, fármacos, entre outras. Apesar das diversas aplicações dos biopigmentos, o alto custo da produção biotecnológica torna-os menos atrativos no mercado. Subprodutos agroindustriais são biomassas de baixo custo, com ampla disponibilidade, que podem ser valorizadas em biorrefinarias integradas para obtenção de diversos bioprodutos, como biopigmentos e lipídios, resultando em processos mais sustentáveis e economicamente viáveis. Neste contexto, esta pesquisa teve como objetivo desenvolver estratégias para potencializar a produção sustentável de biopigmentos, especificamente carotenoides, por leveduras utilizando fontes renováveis de baixo custo provenientes do beneficiamento de grãos. Inicialmente, hidrolisados ácidos diluídos de farelo de milho, soja, arroz e trigo foram avaliados como fontes de carbono e nutrientes para produção de biopigmentos pela Rhodotorula mucilaginosa. O potencial da levedura em crescer e produzir biopigmentos a partir de todos os quatro hidrolisados sem serem destoxificados ou suplementados foi destacada. O emprego do hidrolisado de farelo de arroz (HFA) permitiu obter os melhores resultados quanto a produção de biomassa celular e biopigmentos, além de demonstrar o melhor aspecto ambiental de acordo com a análise de ciclo de vida. Em seguida, as principais etapas do bioprocesso (pré-tratamento da biomassa com ácido diluído, fermentação e extração) foram otimizadas a fim de melhorar a eficiência da produção de biopigmentos pela R. mucilaginosa utilizando HFA. Na primeira etapa observou-se que 2,35% (v/v) de HSO, 133°C, 26,54% (m/v) de carregamento de sólidos totais e 200 rpm por 10 min permitiu a obtenção de um HFA contendo 110,80 g/L de carboidratos (soma das concentrações de glicose, xilose e arabinose). O cultivo da R. mucilaginosa foi avaliado utilizando HFA não destoxificado e destoxificado, obtendo os melhores resultados a partir do cultivo com o HFA sem destoxificação, o que pode ser vantajoso para reduzir o uso de reagentes, custo e tempo de processo. Na segunda etapa, observou-se que o cultivo da levedura em HFA a 250 rpm, 25°C e pH inicial 5,05 permitiu a produção de 40 g/L de biomassa celular com teor de lipídios de 36,29%. Na terceira etapa, após uma triagem de biossolventes e condições de extrações, demonstrou-se que utilizar o etanol em extrações com uma razão solido/liquido de 0,06 gcélulas/mLsolvente, em um processo a 30°C por 30 min, foi a melhor estratégia para recuperar os biopigmentos, a qual permitiu obter 4,61 mgcarotenoides/gcélulas, representando uma recuperação de 59,73% dos carotenoides, além de ter sido demonstrado a possibilidade de recirculação do biossolvente. A caracterização do extrato colorido obtido de células da R. mucilaginosa cultivada em HFA demonstrou a presença de ácido palmitoleico e atividade antioxidante, indicando o potencial de aplicação do extrato em diferentes produtos, como cosméticos. A partir dos resultados promissores com o farelo de arroz e considerando a importância de utilizar diferentes biomassas em biorrefinarias, a produção de biopigmentos utilizando a adição da casca de arroz ao farelo também foi avaliada. O uso do hidrolisado misto de farelo e casca de arroz (1:1, m/m) permitiu obter 22,83 g/L de biomassa celular e 1,79 mgcarotenoides/gcélulas. Por fim, a integração dos bioprocessos desenvolvidos nesta pesquisa com outras estratégias biotecnológicas foi proposta em um conceito de biorrefinaria a base do arroz, contribuindo para produção sustentável de produtos de alto valor agregado.
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Subprodutos agroindustriais são biomassas de baixo custo, com ampla disponibilidade, que podem ser valorizadas em biorrefinarias integradas para obtenção de diversos bioprodutos, como biopigmentos e lipídios, resultando em processos mais sustentáveis e economicamente viáveis. Neste contexto, esta pesquisa teve como objetivo desenvolver estratégias para potencializar a produção sustentável de biopigmentos, especificamente carotenoides, por leveduras utilizando fontes renováveis de baixo custo provenientes do beneficiamento de grãos. Inicialmente, hidrolisados ácidos diluídos de farelo de milho, soja, arroz e trigo foram avaliados como fontes de carbono e nutrientes para produção de biopigmentos pela Rhodotorula mucilaginosa. O potencial da levedura em crescer e produzir biopigmentos a partir de todos os quatro hidrolisados sem serem destoxificados ou suplementados foi destacada. O emprego do hidrolisado de farelo de arroz (HFA) permitiu obter os melhores resultados quanto a produção de biomassa celular e biopigmentos, além de demonstrar o melhor aspecto ambiental de acordo com a análise de ciclo de vida. Em seguida, as principais etapas do bioprocesso (pré-tratamento da biomassa com ácido diluído, fermentação e extração) foram otimizadas a fim de melhorar a eficiência da produção de biopigmentos pela R. mucilaginosa utilizando HFA. Na primeira etapa observou-se que 2,35% (v/v) de HSO, 133°C, 26,54% (m/v) de carregamento de sólidos totais e 200 rpm por 10 min permitiu a obtenção de um HFA contendo 110,80 g/L de carboidratos (soma das concentrações de glicose, xilose e arabinose). O cultivo da R. mucilaginosa foi avaliado utilizando HFA não destoxificado e destoxificado, obtendo os melhores resultados a partir do cultivo com o HFA sem destoxificação, o que pode ser vantajoso para reduzir o uso de reagentes, custo e tempo de processo. Na segunda etapa, observou-se que o cultivo da levedura em HFA a 250 rpm, 25°C e pH inicial 5,05 permitiu a produção de 40 g/L de biomassa celular com teor de lipídios de 36,29%. Na terceira etapa, após uma triagem de biossolventes e condições de extrações, demonstrou-se que utilizar o etanol em extrações com uma razão solido/liquido de 0,06 gcélulas/mLsolvente, em um processo a 30°C por 30 min, foi a melhor estratégia para recuperar os biopigmentos, a qual permitiu obter 4,61 mgcarotenoides/gcélulas, representando uma recuperação de 59,73% dos carotenoides, além de ter sido demonstrado a possibilidade de recirculação do biossolvente. A caracterização do extrato colorido obtido de células da R. mucilaginosa cultivada em HFA demonstrou a presença de ácido palmitoleico e atividade antioxidante, indicando o potencial de aplicação do extrato em diferentes produtos, como cosméticos. A partir dos resultados promissores com o farelo de arroz e considerando a importância de utilizar diferentes biomassas em biorrefinarias, a produção de biopigmentos utilizando a adição da casca de arroz ao farelo também foi avaliada. O uso do hidrolisado misto de farelo e casca de arroz (1:1, m/m) permitiu obter 22,83 g/L de biomassa celular e 1,79 mgcarotenoides/gcélulas. Por fim, a integração dos bioprocessos desenvolvidos nesta pesquisa com outras estratégias biotecnológicas foi proposta em um conceito de biorrefinaria a base do arroz, contribuindo para produção sustentável de produtos de alto valor agregado.Biopigments are high-value-added products that may exhibit antioxidant and antimicrobial properties, and they are widely used in the food, cosmetics, pharmaceuticals, textile industries, among others. Despite the various applications of biopigments, the high cost of biotechnological production makes them less attractive in the market. Agro-industrial byproducts are low-cost biomass, widely available, that can be valorized in integrated biorefineries to obtain various bioproducts, such as biopigments and lipids, resulting in more sustainable and economically viable processes. In this context, this research aimed to develop strategies to enhance the sustainable production of biopigments, specifically carotenoids, by yeasts using low-cost renewable sources from the cultivation and processing of grains. Initially, diluted acid hydrolysates of corn, soy, rice, and wheat bran were evaluated as carbon and nutrient sources for biopigment production by Rhodotorula mucilaginosa. The yeast\'s potential to grow and produce biopigments from all four nondetoxified or supplemented hydrolysates was highlighted. The use of rice bran hydrolysate (RBH) yielded the best results in terms of cell biomass and biopigment production, as well as demonstrating the best environmental aspect according to the life cycle analysis. Next, the key steps of the bioprocess (diluted acid hydrolysis, fermentation, and extraction) were optimized to improve the efficiency of biopigment production by R. mucilaginosa using RBH. In the first step, it was observed that 2.35% (v/v) HSO, 133°C, 26.54% (m/v) total solids loading, and 200 rpm for 10 minutes allowed obtaining an RBH containing 110.80 g/L of carbohydrates (sum of glucose, xylose, and arabinose concentrations). The cultivation of R. mucilaginosa was evaluated using non-detoxified and detoxified RBH, with the best results obtained from cultivation with non-detoxified RBH, which can be advantageous in reducing reagent use, cost, and process time. In the second step, it was observed that yeast cultivation in RBH at 250 rpm, 25°C, and pH 5.05 allowed the production of 40.04 g/L of cell biomass with a lipid content of 36.29%. In the third step, after a screening of biosolvents and extraction conditions, it was demonstrated that using ethanol as a biosolvent in extractions with a solid/liquid ratio of 0.06 gcells/mLsolvente, at 30°C for 30 minutes, was the best strategy to recover biopigments, allowing for 4.61 mgcarotenoids/gcells, representing a recovery of 59.73% of the carotenoids, and it was shown that the biosolvent could be recirculated. The characterization of the colored extract obtained from R. mucilaginosa cells cultivated in RBH demonstrated the presence of palmitoleic acid and antioxidant activity, indicating the potential application of the extract in various products, such as cosmetics. Based on the promising results with rice bran and considering the importance of using different biomasses in biorefineries, the production of biopigments using the rice husk added to the rice bran was also evaluated. The use of mixed hydrolysate of rice bran and husk (1:1, w/w) allowed for 22.83 g/L of cell biomass and 1.79 mgcarotenoids/gcells. Finally, the integration of the bioprocesses developed in this research with other biotechnological strategies was proposed in a rice-based biorefinery concept, contributing to the sustainable production of high-value-added products.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPPereira, Jorge Fernando BrandãoSilva, Silvio Silverio daBalbino, Thércia Rocha2024-10-04info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/97/97140/tde-12122024-115638/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2024-12-12T14:05:02Zoai:teses.usp.br:tde-12122024-115638Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212024-12-12T14:05:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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