Estudo da resposta alérgica à tuberculina em ovinos (Ovis aries) experimentalmente sensibilizados, conforme a região corpórea e a dose de PPD utilizada

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2010
Autor(a) principal: Silva, Danielle Yuri Massukado Rodrigues da
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
PPD
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10136/tde-10122010-142800/
Resumo: Diante da importância do tema, a pobreza de dados nacionais sobre a tuberculose em ovinos e a necessidade de aprofundamento de conhecimento sobre a aplicação das técnicas de diagnóstico pertinentes ao combate e erradicação da tuberculose animal, foi delineado o presente estudo. Esta pesquisa visou avaliar a melhor região corpórea e dose de derivado protéico purificado (PPD) bovino a ser aplicada em ovinos (Ovis aries) experimentalmente sensibilizados comMycobacterium bovis AN5 para diagnóstico de tuberculose. Utilizou-se 15 ovinos clinicamente sadios e negativos à prova de Tuberculina Cervical Comparativa (TCC), segundo os padrões estabelecidos por Cyrillo et al. (2007), em duas fases: primeira etapa avaliação do melhor local de aplicação do PPD bovino em ovinos; segunda etapa a partir do melhor local de aplicação, a dose de PPD bovino a ser aplicada. Imediatamente após a leitura do TCC de triagem inicial, os ovinos foram sensibilizados com o inóculo inativado de M. bovis estirpe AN5, e após um período de dessensibilização de 60 dias entre aplicações, realizou-se a avaliação de cinco regiões corpóreas, com a mensuração da espessura da dobra de pele efetuada nos momentos antes (0h) e após aplicação (12h, 24h, 48h, 72h e 96 horas). As análises estatísticas mostraram uma significância para os melhores locais de aplicação, a saber: regiões torácica dorsal, seguida da cervical média e abdominal dorsal em 48 e 72 horas após aplicação de PPD bovino. Eleita a região torácica dorsal (p=0,94) como o melhor local de aplicação, os resultados da reação frente às diferentes doses (0,05 mL; 0,1 mL e 0,2 mL), expressos em espessura da dobra de pele, indicaram que não houve diferenças significantes entre as doses e momentos de leitura, sendo recomendada a aplicação de 0,1 mL de PPD bovino e leitura com 72 horas após aplicação.
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