Análise comparativa da resistência a corrosão sob tensão de ligas Al-Zn-Mg, com e sem adição de nióbio
| Ano de defesa: | 1982 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://teses.usp.br/teses/disponiveis/18/0/tde-20250609-141153/ |
Resumo: | Duas ligas de alumínio, 1 e 2, nas composições em peso Al - (6,0-6,3)%Zn- (1,7-2,0)%Mg- (0,25)%Cu sem e com (0,04)%Nb respectivamente, foram fundidas, extrudadas e laminadas a frio em 10% de redução. Foram torneados corpos de prova para ensaios de tração e de corrosão sob tensão. Solubilizados à 460 °c, temperados em água a 25 °C e envelhecidos por 6 horas a 100 ºC· seguido de O, 2, 4, 8 e 14 horas de tratamento a 160 °c. O ensaio de tração apresentou os seguintes picos nos limites de escoamento e de resistência: 446 e 482 MN/m2, para 2 horas de tratamento, para a liga 2 e, 408 e 440 MN/m2, entre 4 e 8 horas de tratamento, para a liga 1. As melhores propriedades da liga 2 foram confirmadas, num todo, através de análise estatística. O ensaio de corrosão sob tensão, do tipo tempo para a falha em anéis lisos em forma de C, flexionados em 60 e 80% do limite de escoamento, com movimento de imersão em solução de NaCl 3,5% e secagem ao ar, definiu, confirmado por análise estatística, melhores propriedades para a liga 2. O exame das micrografias apresentou, para a liga 2, uma granulação mais fina associada a contornos mais irregulares, obrigando a trinca de corrosão sob tensão a se propagar por um caminho mais sinuoso, fato confirmado através da microscopia eletrônica de varredura. |
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