Identidades expandidas: arte e redes sociais na Internet

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2014
Autor(a) principal: Sánchez, Leila Ali
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/93/93131/tde-24042015-182558/
Resumo: Esta pesquisa propõe uma reflexão sobre a tecnologia colaborativa e a visualidade como os principais elementos para construção da identidade nas redes sociais, com ênfase na fotografia e no vídeo. A explosão, nos últimos 20 anos, dos processos de mediação tecnológica, já consolidados como parte da vida cotidiana, tem gerado uma forma distinta de construir identidades, fato que denominei como conceito de trabalho, Identidades Expandidas. Neste trabalho, descrevo como antecedentes, duas trajetórias separadas, mas interligadas, que dão conta da conformação destas identidades expendidas e configuram um campo emergente, para posteriormente elaborar uma análise de sua relação com as mídias e com a arte contemporânea utilizando diversos exemplos de produções recentes. De uma parte, está a trajetória da tecnologia em rede desde os primórdios até a Web 2.0 ou Web Social, mediação que proporcionou ferramentas importantes para arquitetar novos modelos da identidade individual, e que atualmente estão centrados na sobre-exposição do Eu na imagem interconectada. De outra, está a trajetória das tecnologias da visão usadas quase exclusivamente na arte como exercício de análise para a autoexploração, o que deu como expressão máxima o autorretrato, que recentemente se viu confrontado por o excesso de autoimagens na rede. No ponto em que confluem estas duas trajetórias se instala o recém-chamado Selfie, que é a prática paradigmática da imagem em rede. O selfie é usado como foco de estudo porque é um exemplo destacado de como a tecnologia, visualidade e identidade tem influenciado as mídias e novas práticas artísticas. O objetivo do trabalho que aqui apresento é refletir sobre a relação entre tecnologias sociais, processos de subjetivação, imagens digitais e práticas artistas, num diálogo sobre a transformação radical da visualidade contemporânea.
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