Saúde mental na primeira infância e a integralidade do cuidado: deslocamentos entre cotidiano escolar e um Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5175/tde-23032026-140828/ |
Resumo: | Introdução: Orientadas pela lógica da integralidade do cuidado preconizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS), as ações intersetoriais do campo de saúde mental infantojuvenil são fundamentais nas práticas dos Centros de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSij). Nesse contexto, as escolas como espaços privilegiados de construção de cidadania , participação social e vivências cotidianas, configuram-se como um dos principais pontos de articulação com esses serviços. Quanto à primeira infância e ao Ensino Infantil, o avanço das práticas de cuidado e de atenção psicossocial requerem reflexão e aprofundamento sobre questões que se colocam na relação entre esses elementos. Objetivo: A pesquisa analisa as experiências de crianças em sofrimento psíquico na Educação Infantil, explorando a interface entre saúde mental, primeira infância e educação como campo estratégico para a construção de práticas de cuidado no contexto da atenção psicossocial. A partir da vivência profissional em um CAPSij do município de São Paulo, e da Terapia Ocupacional como campo de referência e linguagem, discute-se de que maneira as necessidades e trajetórias dessas crianças se expressam no cotidiano escolar e de que modo podem orientar a formulação de projetos de cuidado em sua dimensão intersetorial. Metodologia: De natureza qualitativa e exploratória, a produção de dados ocorreu a partir da combinação de diferentes instrumentos: análise documental de prontuários para sistematização de informações sobre os usuários de 0 a 6 anos em acompanhamento em um CAPSij, levantamento das atas de reuniões intersetoriais saúde-educação do território em que se localiza o CAPSij no período de 2018 a 2023 com foco na identificação das demandas relativas à primeira infância e o estudo de experiências escolares de quatro crianças na Educação Infantil, combinando observação participante e entrevistas com professores e familiares dessas crianças. A análise dos dados integrou recursos de estatística descritiva básica, análise temática e construção de narrativas para interpretação e apresentação dos conteúdos. Resultados e Discussão: A integração dos achados, inspirada na triangulação de dados (Minayo, 2010), orientou a discussão em três eixos analíticos. a) sofrimento psíquico na primeira infância e os desafios do reconhecimento e do cuidado intersetorial; b) crianças, Transtorno do Espectro Autista (TEA), transtornos emocionais e sofrimento psíquico intenso no diálogo entre educação e saúde; c) intersetorialidade no cotidiano e para as experiências escolares: caminhos para a construção de estratégias de cuidado compartilhado entre CAPSij e escolas. O estudo evidencia o desafio de ampliar a compreensão do sofrimento psíquico na primeira infância e ressalta a importância da atuação intersetorial junto à Educação Infantil, construída a partir de diferentes dimensões e de um olhar atento às singularidades das crianças, considerando suas relações com o ambiente e o respeito aos seus direitos como elementos norteadores. Considerações Finais: Inscrever a intersetorialidade como fundamento das ações psicossociais voltadas às infâncias requer que os serviços se organizem para viabilizar práticas que a sustentem, aliadas a um investimento consistente na formação voltada à construção de estratégias qualificadas de cuidado. Um caderno técnico intersetorial CAPSijEscola resultou deste estudo, voltado à aprimorar a interlocução e ao registro entre serviços, escolas e famílias. |
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Saúde mental na primeira infância e a integralidade do cuidado: deslocamentos entre cotidiano escolar e um Centro de Atenção Psicossocial InfantojuvenilMental health in early childhood and the comprehensiveness of care: displacements between school life and a Child and Adolescent Psychosocial Care CenterChildCriançaEducação inclusivaInclusive educationIntersectoralityIntersetorialidadeMental health servicesOccupational TherapyServiços de saúde mentalTerapia OcupacionalIntrodução: Orientadas pela lógica da integralidade do cuidado preconizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS), as ações intersetoriais do campo de saúde mental infantojuvenil são fundamentais nas práticas dos Centros de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSij). Nesse contexto, as escolas como espaços privilegiados de construção de cidadania , participação social e vivências cotidianas, configuram-se como um dos principais pontos de articulação com esses serviços. Quanto à primeira infância e ao Ensino Infantil, o avanço das práticas de cuidado e de atenção psicossocial requerem reflexão e aprofundamento sobre questões que se colocam na relação entre esses elementos. Objetivo: A pesquisa analisa as experiências de crianças em sofrimento psíquico na Educação Infantil, explorando a interface entre saúde mental, primeira infância e educação como campo estratégico para a construção de práticas de cuidado no contexto da atenção psicossocial. A partir da vivência profissional em um CAPSij do município de São Paulo, e da Terapia Ocupacional como campo de referência e linguagem, discute-se de que maneira as necessidades e trajetórias dessas crianças se expressam no cotidiano escolar e de que modo podem orientar a formulação de projetos de cuidado em sua dimensão intersetorial. Metodologia: De natureza qualitativa e exploratória, a produção de dados ocorreu a partir da combinação de diferentes instrumentos: análise documental de prontuários para sistematização de informações sobre os usuários de 0 a 6 anos em acompanhamento em um CAPSij, levantamento das atas de reuniões intersetoriais saúde-educação do território em que se localiza o CAPSij no período de 2018 a 2023 com foco na identificação das demandas relativas à primeira infância e o estudo de experiências escolares de quatro crianças na Educação Infantil, combinando observação participante e entrevistas com professores e familiares dessas crianças. A análise dos dados integrou recursos de estatística descritiva básica, análise temática e construção de narrativas para interpretação e apresentação dos conteúdos. Resultados e Discussão: A integração dos achados, inspirada na triangulação de dados (Minayo, 2010), orientou a discussão em três eixos analíticos. a) sofrimento psíquico na primeira infância e os desafios do reconhecimento e do cuidado intersetorial; b) crianças, Transtorno do Espectro Autista (TEA), transtornos emocionais e sofrimento psíquico intenso no diálogo entre educação e saúde; c) intersetorialidade no cotidiano e para as experiências escolares: caminhos para a construção de estratégias de cuidado compartilhado entre CAPSij e escolas. O estudo evidencia o desafio de ampliar a compreensão do sofrimento psíquico na primeira infância e ressalta a importância da atuação intersetorial junto à Educação Infantil, construída a partir de diferentes dimensões e de um olhar atento às singularidades das crianças, considerando suas relações com o ambiente e o respeito aos seus direitos como elementos norteadores. Considerações Finais: Inscrever a intersetorialidade como fundamento das ações psicossociais voltadas às infâncias requer que os serviços se organizem para viabilizar práticas que a sustentem, aliadas a um investimento consistente na formação voltada à construção de estratégias qualificadas de cuidado. Um caderno técnico intersetorial CAPSijEscola resultou deste estudo, voltado à aprimorar a interlocução e ao registro entre serviços, escolas e famílias.Introduction: Guided by the principle of comprehensiveness of care established by the Brazilian Unified Health System (SUS), intersectoral actions in the field of child and adolescent mental health are fundamental to the practices of Child and Adolescent Psychosocial Care Centers (CAPSij). In this context, schoolsprivileged spaces for building citizenship, social participation, and daily experiencesare configured as one of the main points of articulation with these services. Regarding early childhood and preschool education, the advancement of care and psychosocial attention practices requires reflection and deeper understanding of the issues arising from the relationship between these elements.Objective: This research analyzes the experiences of children in psychological distress in preschool education, exploring the interface between mental health, early childhood, and education as a strategic field for the construction of care practices within the psychosocial care context. Based on professional experience in a CAPSij in the city of São Paulo and on Occupational Therapy as a field of reference and language, it discusses how the needs and trajectories of these children are expressed in everyday school life and how they can guide the formulation of care projects in their intersectoral dimension. Methodology: With a qualitative and exploratory nature, data production combined different instruments: documentary analysis of medical records to systematize information on CAPSij users aged 0 to 6; review of minutes from healtheducation intersectoral meetings held in the CAPSijs territory from 2018 to 2023, focusing on identifying demands related to early childhood; and the study of school experiences of four preschool children, combining participant observation and interviews with their teachers and family members. Data analysis integrated basic descriptive statistics, thematic analysis, and the construction of narratives for interpreting and presenting the content. Results and Discussion: Integration of the findings, inspired by data triangulation (Minayo, 2010), guided the discussion into three analytical axes: a) psychological distress in early childhood and the challenges of recognition and intersectoral care; b) children, Autism Spectrum Disorder (ASD), emotional disorders, and severe psychological distress in the dialogue between education and health; c) intersectorality in everyday life and school experiences: pathways for building shared care strategies between CAPSij and schools. The study highlights the challenge of broadening the understanding of psychological distress in early childhood and underscores the importance of intersectoral work with preschool education, built on multiple dimensions and attentive to the singularities of each child, considering their relationships with the environment and the respect for their rights as guiding elements. Final Considerations: Embedding intersectorality as a foundation of psychosocial actions for children requires that services be structured to enable practices that sustain it, alongside consistent investment in professional training aimed at building qualified care strategies. An intersectoral CAPSijSchool technical booklet resulted from this study, designed to improve dialogue and record-keeping between services, schools, and families.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPAlmeida, Marta Carvalho deBarone, Barbara Martins2025-11-05info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5175/tde-23032026-140828/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2026-03-26T17:22:37Zoai:teses.usp.br:tde-23032026-140828Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-03-26T17:22:37Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Introdução: Orientadas pela lógica da integralidade do cuidado preconizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS), as ações intersetoriais do campo de saúde mental infantojuvenil são fundamentais nas práticas dos Centros de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (CAPSij). Nesse contexto, as escolas como espaços privilegiados de construção de cidadania , participação social e vivências cotidianas, configuram-se como um dos principais pontos de articulação com esses serviços. Quanto à primeira infância e ao Ensino Infantil, o avanço das práticas de cuidado e de atenção psicossocial requerem reflexão e aprofundamento sobre questões que se colocam na relação entre esses elementos. Objetivo: A pesquisa analisa as experiências de crianças em sofrimento psíquico na Educação Infantil, explorando a interface entre saúde mental, primeira infância e educação como campo estratégico para a construção de práticas de cuidado no contexto da atenção psicossocial. A partir da vivência profissional em um CAPSij do município de São Paulo, e da Terapia Ocupacional como campo de referência e linguagem, discute-se de que maneira as necessidades e trajetórias dessas crianças se expressam no cotidiano escolar e de que modo podem orientar a formulação de projetos de cuidado em sua dimensão intersetorial. Metodologia: De natureza qualitativa e exploratória, a produção de dados ocorreu a partir da combinação de diferentes instrumentos: análise documental de prontuários para sistematização de informações sobre os usuários de 0 a 6 anos em acompanhamento em um CAPSij, levantamento das atas de reuniões intersetoriais saúde-educação do território em que se localiza o CAPSij no período de 2018 a 2023 com foco na identificação das demandas relativas à primeira infância e o estudo de experiências escolares de quatro crianças na Educação Infantil, combinando observação participante e entrevistas com professores e familiares dessas crianças. A análise dos dados integrou recursos de estatística descritiva básica, análise temática e construção de narrativas para interpretação e apresentação dos conteúdos. Resultados e Discussão: A integração dos achados, inspirada na triangulação de dados (Minayo, 2010), orientou a discussão em três eixos analíticos. a) sofrimento psíquico na primeira infância e os desafios do reconhecimento e do cuidado intersetorial; b) crianças, Transtorno do Espectro Autista (TEA), transtornos emocionais e sofrimento psíquico intenso no diálogo entre educação e saúde; c) intersetorialidade no cotidiano e para as experiências escolares: caminhos para a construção de estratégias de cuidado compartilhado entre CAPSij e escolas. O estudo evidencia o desafio de ampliar a compreensão do sofrimento psíquico na primeira infância e ressalta a importância da atuação intersetorial junto à Educação Infantil, construída a partir de diferentes dimensões e de um olhar atento às singularidades das crianças, considerando suas relações com o ambiente e o respeito aos seus direitos como elementos norteadores. Considerações Finais: Inscrever a intersetorialidade como fundamento das ações psicossociais voltadas às infâncias requer que os serviços se organizem para viabilizar práticas que a sustentem, aliadas a um investimento consistente na formação voltada à construção de estratégias qualificadas de cuidado. Um caderno técnico intersetorial CAPSijEscola resultou deste estudo, voltado à aprimorar a interlocução e ao registro entre serviços, escolas e famílias. |
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