Crianças com deficiência: compreendendo seu cotidiano e a importância do uso de recursos tecnológicos na atenção em Terapia Ocupacional

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2010
Autor(a) principal: Varela, Renata Cristina Bertolozzi
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5163/tde-30092010-145702/
Resumo: A pesquisa coloca em questão a utilização de recursos tecnológicos, também denominados Tecnologia Assistiva ou Tecnologia de Assistência, no trabalho do terapeuta ocupacional com crianças com deficiência. Tem como objetivo compreender o cotidiano dessas crianças, caracterizando as atividades por elas realizadas no contexto sociocultural em que estão inseridas, e investigar como utilizam os recursos tecnológicos. Apresenta o conceito de cotidiano, entendido como o lugar de confronto entre a natureza e a cultura, o individual e o genérico, o panorama social da deficiência na infância e seu impacto na estruturação das atividades cotidianas. Relaciona os conceitos e as concepções de recursos tecnológicos e as práticas do terapeuta ocupacional, partindo do pressuposto de que o processo de utilização destes recursos é multidimensional e envolve fatores biomecânicos, funcionais, afetivos, subjetivos, éticos e políticos. A pesquisa foi realizada com crianças atendidas em uma Unidade Básica de Saúde localizada na periferia da zona oeste do Município de São Paulo. Fundamentada na metodologia de pesquisa qualitativa, analisou dois principais temas -- atividades cotidianas e recursos tecnológicos --, investigados em duas etapas. Na primeira etapa, 22 crianças, com idade entre 0 a 14 anos, cadastradas no serviço de saúde, foram caracterizadas mediante estudo de seus prontuários e visita domiciliar para aplicação de um formulário respondido pelos cuidadores. O formulário continha questões sobre histórico da deficiência, composição e renda familiar, tratamentos de reabilitação realizados, escolas frequentadas e atividades que compõem o cotidiano da criança. Além disso, foram escolhidas algumas atividades (posicionamento em casa, transferências, locomoção, alimentação, higiene bucal, higiene, banho, uso do banheiro, vestuário, brincar e comunicação) a serem investigadas quanto à utilização de recursos tecnológicos, a frequência de uso e a fonte de obtenção desses recursos e o tipo de ajuda recebida pela criança na execução da atividade. Na segunda etapa, foram escolhidas cinco crianças do grupo inicialmente caracterizado para observação das atividades cotidianas e realização de entrevista semiestruturada com os cuidadores principais. O roteiro de entrevista considerou a percepção dos cuidadores sobre as atividades da criança, as dificuldades e a necessidade de auxílio em função da deficiência, além da função dos recursos tecnológicos. Foi feito um registro fotográfico dos recursos utilizados pelas crianças. Verificou-se que as atividades realizadas se organizam em função do tempo, dos espaços, dos modos de agir da criança e de seus cuidadores, das relações familiares e sociais estabelecidas, bem como da possibilidade de acesso a serviços nas áreas de Saúde, Educação e Cultura. As crianças utilizavam recursos tecnológicos em atividades executadas em seus domicílios, escolas e outros ambientes, o que em alguns casos favoreceu a vivência nos domínios típicos do cotidiano. A existência do recurso não garantiu sua utilização e a falta de recursos para algumas atividades interferiram no desenvolvimento, na aprendizagem e na participação das crianças. Muitas características do cotidiano descritas na literatura puderam ser identificadas como fatores que influenciam no modo como os recursos são ou não utilizados, como a espontaneidade, o pragmatismo e o economicismo. Os recursos para locomoção são os mais especializados e mais frequentemente usados e foram adquiridos com subsídios públicos. A maioria dos recursos usados em outras atividades, como alimentação, vestuário e uso do banheiro, não são especializados, tendo sido implementados a partir de soluções encontradas pelas próprias famílias, que adaptaram seus modos de agir e os utensílios disponíveis no ambiente. Os dados obtidos confirmaram os pressupostos da pesquisa e servem de base para fundamentar a prática do terapeuta ocupacional, valorizando uma abordagem que considera as diferentes dimensões envolvidas na utilização dos recursos, vividas no cotidiano da criança, para que possam ser reais instrumentos de aquisição de autonomia e independência, e também facilitadores de sua inclusão social.
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Apresenta o conceito de cotidiano, entendido como o lugar de confronto entre a natureza e a cultura, o individual e o genérico, o panorama social da deficiência na infância e seu impacto na estruturação das atividades cotidianas. Relaciona os conceitos e as concepções de recursos tecnológicos e as práticas do terapeuta ocupacional, partindo do pressuposto de que o processo de utilização destes recursos é multidimensional e envolve fatores biomecânicos, funcionais, afetivos, subjetivos, éticos e políticos. A pesquisa foi realizada com crianças atendidas em uma Unidade Básica de Saúde localizada na periferia da zona oeste do Município de São Paulo. Fundamentada na metodologia de pesquisa qualitativa, analisou dois principais temas -- atividades cotidianas e recursos tecnológicos --, investigados em duas etapas. Na primeira etapa, 22 crianças, com idade entre 0 a 14 anos, cadastradas no serviço de saúde, foram caracterizadas mediante estudo de seus prontuários e visita domiciliar para aplicação de um formulário respondido pelos cuidadores. O formulário continha questões sobre histórico da deficiência, composição e renda familiar, tratamentos de reabilitação realizados, escolas frequentadas e atividades que compõem o cotidiano da criança. Além disso, foram escolhidas algumas atividades (posicionamento em casa, transferências, locomoção, alimentação, higiene bucal, higiene, banho, uso do banheiro, vestuário, brincar e comunicação) a serem investigadas quanto à utilização de recursos tecnológicos, a frequência de uso e a fonte de obtenção desses recursos e o tipo de ajuda recebida pela criança na execução da atividade. Na segunda etapa, foram escolhidas cinco crianças do grupo inicialmente caracterizado para observação das atividades cotidianas e realização de entrevista semiestruturada com os cuidadores principais. O roteiro de entrevista considerou a percepção dos cuidadores sobre as atividades da criança, as dificuldades e a necessidade de auxílio em função da deficiência, além da função dos recursos tecnológicos. Foi feito um registro fotográfico dos recursos utilizados pelas crianças. Verificou-se que as atividades realizadas se organizam em função do tempo, dos espaços, dos modos de agir da criança e de seus cuidadores, das relações familiares e sociais estabelecidas, bem como da possibilidade de acesso a serviços nas áreas de Saúde, Educação e Cultura. As crianças utilizavam recursos tecnológicos em atividades executadas em seus domicílios, escolas e outros ambientes, o que em alguns casos favoreceu a vivência nos domínios típicos do cotidiano. A existência do recurso não garantiu sua utilização e a falta de recursos para algumas atividades interferiram no desenvolvimento, na aprendizagem e na participação das crianças. Muitas características do cotidiano descritas na literatura puderam ser identificadas como fatores que influenciam no modo como os recursos são ou não utilizados, como a espontaneidade, o pragmatismo e o economicismo. Os recursos para locomoção são os mais especializados e mais frequentemente usados e foram adquiridos com subsídios públicos. A maioria dos recursos usados em outras atividades, como alimentação, vestuário e uso do banheiro, não são especializados, tendo sido implementados a partir de soluções encontradas pelas próprias famílias, que adaptaram seus modos de agir e os utensílios disponíveis no ambiente. Os dados obtidos confirmaram os pressupostos da pesquisa e servem de base para fundamentar a prática do terapeuta ocupacional, valorizando uma abordagem que considera as diferentes dimensões envolvidas na utilização dos recursos, vividas no cotidiano da criança, para que possam ser reais instrumentos de aquisição de autonomia e independência, e também facilitadores de sua inclusão social.The research calls into question the use of technological resources, also known as Assistive Technology or Technology Service, in the work of the occupational therapist with children with disabilities. The study also aims to understand the daily lives of these children, describing the activities performed on the sociocultural context in which they operate, and investigate how to utilize technological resources. It introduces the concept of everyday life, understood as the place of confrontation between nature and culture, individual and generic, the social landscape of childhood disability and its impact on the structuring of daily activities. It also relates the concepts and principles of technological resources and practices of occupational therapists, on the assumption that the process of use of that resources is multidimensional, involving biomechanical, functional, emotional, subjective, political and ethical factors. The survey was conducted with children attended by a primary care unit located on the western outskirts of São Paulo. Grounded in qualitative research methodology, it examined two main themes -- daily activities and technological resources --, investigated in two stages. In the first stage, 22 children, aged 0-14 years, enrolled in the health service, were characterized by the study of their medical records and home visits for the application of a form completed by the caregivers. The form contained questions about history of disability, family composition and income, rehabilitation treatments performed, schools attended and activities that comprise the everyday life of the child. In addition, some activities were chosen (placement at home, transfers, locomotion, feeding, oral hygiene, hygiene, bathing, using the bathroom, dressing, playing and communication) to be investigated in terms of the use of technological resources, the frequency of use and the source for obtaining the resource and the type of aid received by the child in the execution of the activity. In the second stage, five children were chosen from the group formerly described for observation of their daily activities and conduction of semi-structured interviews with primary care providers. The interview considered the caregivers perception about the child\'s activities, the difficulties and the need of assistance due to the disability, as well as the role of the technological resources. A photographic record of the resources used by children has been provided. It was found that the activities are organized according to time, space, modes of action adopted by children and by their caregivers, established family and social relationships and the possibility of accessing services in the areas of Health, Education and Culture. Children used technology resources in activities performed at their homes, schools and other surroundings, which in some cases favored the typical experience in the scope of daily life. The existence of the resource did not ensure its usage and the lack of resources for some activities affected the development, the learning and the participation of the children. Many features of daily life described in the literature could be identified as factors that influence on the way the resources are used or not, such as spontaneity, pragmatism and economicism. Technological resources for transportation are the most specialized and most frequently used ones and were acquired by means of public funds. Most of the resources used in other activities, such as feeding, dressing, using the bathroom, are not specialized and were provided out of solutions designed by the families themselves, who adapted their modes of action and the tools available at their domain. The obtained data confirm the assumptions of the research and serve as a basis to justify the practice of occupational therapists, emphasizing an approach that considers the different dimensions involved in the use of resources, experienced on the daily living of the child so that they can be real instruments that foster autonomy and independence, and also facilitators of their social inclusion.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPOliver, Fatima CorreaVarela, Renata Cristina Bertolozzi2010-09-01info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttp://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5163/tde-30092010-145702/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2016-07-28T16:10:12Zoai:teses.usp.br:tde-30092010-145702Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212016-07-28T16:10:12Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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