Avaliação termográfica das pacientes submetidas a quimioterapia neoadjuvante
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17145/tde-29072024-092312/ |
Resumo: | Estudos envolvendo termografia e câncer de mama ocorrem desde a década de 80. Seu uso como método diagnóstico já foi descartado, porém outros fins que não diagnósticos ainda são escassos na literatura. Avaliar possibilidade de método para seguimento da paciente submetida a quimioterapia neoadjuvante e para avaliação da resposta tumoral durante tratamento sistêmico. avaliar a resposta terapêutica dos tumores de mama através da termografia durante o tratamento com quimioterapia neoadjuvante e correlacionar com as respostas clínica, de imagem e patológica. O estudo longitudinal, prospectivo, através da avaliação das pacientes em seguimento no ambulatório de Mastologia do HCRP-USP de Ribeirão Preto. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética local (CAAE 4.188.751/ 2020). As pacientes foram avaliadas com termógrafo da marca FLIR, modelo T200 W/25, antes do C1, antes do C5 e após o C8 de quimioterapia neoadjuvante. Foram realizadas três fotos com a paciente de frente, em pé, com os braços abertos em 90 graus, e calculado a média da temperatura máxima no termograma correspondente à região de interesse (ROI) do tumor, em cada avaliação pré-determinada. A análise dos dados foi realizada com o auxílio de software específico ThermCAM Researcher Professional®. O tamanho amostral foi calculado em 67 pacientes. Assim, as coletas foram realizadas de setembro de 2020 até março de 2022. Foram avaliadas inicialmente 76 pacientes, sendo que dessas, 56 pacientes passaram pelas 3 avaliações propostas inicialmente, 8 pacientes realizaram apenas 2 avaliações e 12 pacientes foram excluídas após a primeira avaliação. A média de idade das pacientes incluídas foi 49 anos. De todas as pacientes avaliadas, 47 foram submetidas ao esquema de quimioterapia AC-T, 16 foram submetidas ao esquema de com AC-TH e apenas 1 ao esquema com taxano e carboplatina (TC). Apenas uma paciente não foi submetida a cirurgia devido óbito por COVID-19. O diâmetro médio dos tumores antes do início do tratamento era de 3,4 cm no ultrassom e de 5,4 cm no exame clínico. Das 64 pacientes avaliadas, 5% não realizaram ultrassom ao final do tratamento quimioterápico e antes da cirurgia. Entre as pacientes que realizaram o exame, a média do maior diâmetro foi de 1,78 cm. O diâmetro médio dos tumores remanescentes após o tratamento quimioterápico e antes do tratamento cirúrgico foi de 1,88 cm. Em relação ao tamanho do tumor, quando comparado o tamanho inicial com o tamanho final no exame físico, houve significância estatística (p=0,0001). A média da temperatura dos termogramas do grupo de pacientes (n=64) com duas avaliações antes do C1 foi 34,23ºC e antes do C5 de 33,94ºC. Do grupo com três avaliações (n=56), a média de temperatura pré-C1 foi 34,25ºC, pré-C5 foi de 33,96ºC e, após C8 foi de 33,72ºC. Inicialmente, no segundo grupo citado acima, foi realizado uma análise de variância com medidas repetidas para verificar se existe alteração da temperatura medida ao longo dos três tempos que mostrou significância estatística (p<0,01) quando comparadas as avaliações pré C1 com pós C8 na redução de temperatura. Foi realizada uma curva-ROC para verificar se existe um ponto de corte da última medida da temperatura que é capaz de predizer o sucesso do tratamento. Quando comparado a variação de temperatura entre a primeira e a última avaliação com o tamanho tumoral inicial e final no ultrassom, houve significância estatística (p=0,0001). Em relação a resposta patológica e a diferença entre a temperatura final e inicial do tumor, não houve significância estatística (p=0,71). Diante dos resultados apresentados, a termografia sequencial realizada ao longo do tratamento quimioterápico neoadjuvante pode se configurar como método adjunto na avaliação da resposta tumoral à esta modalidade terapêutica. |
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Avaliação termográfica das pacientes submetidas a quimioterapia neoadjuvanteThermographic evaluation of patients undergoing neoadjuvant chemotherapyAvaliação terapêuticaBreast cancerCâncer de mamaNeoadjuvant chemotherapyQuimioterapia neoadjuvanteResposta tumoralTermografiaTherapeutic evaluationThermographyTumor responseEstudos envolvendo termografia e câncer de mama ocorrem desde a década de 80. Seu uso como método diagnóstico já foi descartado, porém outros fins que não diagnósticos ainda são escassos na literatura. Avaliar possibilidade de método para seguimento da paciente submetida a quimioterapia neoadjuvante e para avaliação da resposta tumoral durante tratamento sistêmico. avaliar a resposta terapêutica dos tumores de mama através da termografia durante o tratamento com quimioterapia neoadjuvante e correlacionar com as respostas clínica, de imagem e patológica. O estudo longitudinal, prospectivo, através da avaliação das pacientes em seguimento no ambulatório de Mastologia do HCRP-USP de Ribeirão Preto. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética local (CAAE 4.188.751/ 2020). As pacientes foram avaliadas com termógrafo da marca FLIR, modelo T200 W/25, antes do C1, antes do C5 e após o C8 de quimioterapia neoadjuvante. Foram realizadas três fotos com a paciente de frente, em pé, com os braços abertos em 90 graus, e calculado a média da temperatura máxima no termograma correspondente à região de interesse (ROI) do tumor, em cada avaliação pré-determinada. A análise dos dados foi realizada com o auxílio de software específico ThermCAM Researcher Professional®. O tamanho amostral foi calculado em 67 pacientes. Assim, as coletas foram realizadas de setembro de 2020 até março de 2022. Foram avaliadas inicialmente 76 pacientes, sendo que dessas, 56 pacientes passaram pelas 3 avaliações propostas inicialmente, 8 pacientes realizaram apenas 2 avaliações e 12 pacientes foram excluídas após a primeira avaliação. A média de idade das pacientes incluídas foi 49 anos. De todas as pacientes avaliadas, 47 foram submetidas ao esquema de quimioterapia AC-T, 16 foram submetidas ao esquema de com AC-TH e apenas 1 ao esquema com taxano e carboplatina (TC). Apenas uma paciente não foi submetida a cirurgia devido óbito por COVID-19. O diâmetro médio dos tumores antes do início do tratamento era de 3,4 cm no ultrassom e de 5,4 cm no exame clínico. Das 64 pacientes avaliadas, 5% não realizaram ultrassom ao final do tratamento quimioterápico e antes da cirurgia. Entre as pacientes que realizaram o exame, a média do maior diâmetro foi de 1,78 cm. O diâmetro médio dos tumores remanescentes após o tratamento quimioterápico e antes do tratamento cirúrgico foi de 1,88 cm. Em relação ao tamanho do tumor, quando comparado o tamanho inicial com o tamanho final no exame físico, houve significância estatística (p=0,0001). A média da temperatura dos termogramas do grupo de pacientes (n=64) com duas avaliações antes do C1 foi 34,23ºC e antes do C5 de 33,94ºC. Do grupo com três avaliações (n=56), a média de temperatura pré-C1 foi 34,25ºC, pré-C5 foi de 33,96ºC e, após C8 foi de 33,72ºC. Inicialmente, no segundo grupo citado acima, foi realizado uma análise de variância com medidas repetidas para verificar se existe alteração da temperatura medida ao longo dos três tempos que mostrou significância estatística (p<0,01) quando comparadas as avaliações pré C1 com pós C8 na redução de temperatura. Foi realizada uma curva-ROC para verificar se existe um ponto de corte da última medida da temperatura que é capaz de predizer o sucesso do tratamento. Quando comparado a variação de temperatura entre a primeira e a última avaliação com o tamanho tumoral inicial e final no ultrassom, houve significância estatística (p=0,0001). Em relação a resposta patológica e a diferença entre a temperatura final e inicial do tumor, não houve significância estatística (p=0,71). Diante dos resultados apresentados, a termografia sequencial realizada ao longo do tratamento quimioterápico neoadjuvante pode se configurar como método adjunto na avaliação da resposta tumoral à esta modalidade terapêutica.Studies involving thermography and breast cancer have been conducted since the 1980s. While its use as a diagnostic method has been discarded, other non-diagnostic purposes are still scarce in the literature. This research aims to assess the possibility of using thermography for monitoring patients undergoing neoadjuvant chemotherapy and evaluating tumor response during systemic treatment. The longitudinal, prospective study involves evaluating patients at the Mastology outpatient clinic of HCRP-USP in Ribeirão Preto. The project received approval from the local Ethics Committee (CAAE 4.188.751/2020). Patients were assessed using a FLIR thermograph, model T200 W/25, before C1, before C5, and after C8 of neoadjuvant chemotherapy. Three photos were taken with the patient facing forward, standing, with arms open at 90 degrees. The average maximum temperature in the thermogram corresponding to the Region of Interest (ROI) of the tumor was calculated at each predetermined assessment. Data analysis utilized ThermCAM Researcher Professional® software. The sample size was calculated at 67 patients, with data collected from September 2020 to March 2022. Initially, 76 patients were evaluated, with 56 undergoing all three proposed assessments, 8 undergoing only two assessments, and 12 excluded after the first evaluation. The average age of included patients was 49 years. Of all assessed patients, 47 underwent the AC-T chemotherapy regimen, 16 underwent AC-TH, and only 1 underwent the taxane and carboplatin (TC) regimen. One patient did not undergo surgery due to COVID-19-related death. The average tumor diameter before treatment was 3.4 cm on ultrasound and 5.4 cm clinically. Of the 64 patients assessed, 5% did not undergo ultrasound at the end of chemotherapy and before surgery. Among those who underwent the exam, the mean largest diameter was 1.78 cm. The average diameter of remaining tumors after chemotherapy and before surgical treatment was 1.88 cm. Regarding tumor size, comparing the initial and final sizes in the physical exam showed statistical significance (p=0.0001). The mean temperature of thermograms for the group with two evaluations before C1 was 34.23ºC and before C5 was 33.94ºC. In the group with three evaluations (n=56), the mean temperature was 34.25ºC before C1, 33.96ºC before C5, and 33.72ºC after C8. An analysis of variance with repeated measures showed statistical significance (p<0.01) when comparing pre-C1 with post-C8 temperature assessments in the second group mentioned above. A ROC curve was performed to identify a cutoff point for the last temperature measurement capable of predicting treatment success. Comparing temperature variation between the first and last assessments with initial and final tumor size on ultrasound showed statistical significance (p=0.0001). Regarding pathological response and the difference between final and initial tumor temperature, no statistical significance was observed (p=0.71). In light of these results, sequential thermography during neoadjuvant chemotherapy may serve as an adjunct method in assessing tumor response to this therapeutic modality.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPCarrara, Helio Humberto AngottiBorba, Jessica Maria Camargo2024-05-17info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17145/tde-29072024-092312/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2024-07-29T14:02:02Zoai:teses.usp.br:tde-29072024-092312Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212024-07-29T14:02:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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