Arte e verdade: ecos de um entrelaçamento
| Ano de defesa: | 2014 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8133/tde-05052014-122458/ |
Resumo: | A tese versa sobre o problema da verdade em Merleau-Ponty e sua oposição à verdade como adequação, portanto, à ontologia clássica dualista e, nesta via, sobre a arte como acesso à verdade, no percurso desencadeado pelo filósofo, e o que daí decorre em relação à instituição de uma ontologia. A arte, pois, como expressão da trama do ser por dentro - não imitação, re-apresentação ou fuga e, neste sentido, testemunho e rebento de uma reversibilidade irredutível (do expresso e da expressão, do signo e do sentido, do corpo e do espírito, de mim e de outrem, da palavra e do silêncio) no que toca à experiência do ser. Traços estes que circunscrevem a verdade no crivo da abertura e da coexistência e, com isto, do inacabamento da linguagem, da ação e do pensamento, compreendida, em última instância, como coesão sem conceito e, deste modo, não adequação. Com este foco, voltamo-nos inicialmente para a reformulação do problema da verdade nos termos de uma efetiva conduta interrogativa cujo solo é a existência enquanto jogo de imanência e transcendência; em seguida, para a ontologia da obra de arte e a intersecção com a filosofia e, deste modo, para a expressão inacabada da verdade; e, por fim, para o mundo sensível e, neste sentido, para a verdade na instância pré-reflexiva. |
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