Acreditação de cursos de Medicina no Brasil: uma análise dos processos de acreditação do Sistema de Acreditação das Escolas Médicas entre 2015 e 2023
| Ano de defesa: | 2025 |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5169/tde-03102025-142710/ |
Resumo: | Objetivo: O estudo analisou os resultados do Sistema de Acreditação das Escolas Médicas no Brasil de 2015 a 2023, descrevendo o perfil das escolas, as suficiências e insuficiências em domínios e subdomínios, além de identificar fatores associados ao parecer final de acreditação. Também foi avaliada a concordância entre a autoavaliação das escolas e a avaliação da Comissão de Acreditação, bem como a diferença na atribuição de conceitos entre avaliadores discentes e coordenadores de equipe. Método: O estudo foi realizado em duas fases. A primeira incluiu uma revisão de escopo da literatura, seguindo o método PRISMA-ScR, com busca até março de 2024 para identificar estudos sobre o impacto da acreditação em escolas médicas. A segunda fase consistiu em uma análise descritiva quantitativa de dados secundários de escolas médicas. Resultados: Na primeira fase, foram incluídos 31 estudos publicados entre 1997 e 2022 em 14 países. Os métodos utilizados incluíram grupos focais, entrevistas, série de casos, pesquisas, estudos de coorte e revisões de literatura. Os temas principais identificados foram: mudanças curriculares e de governança (n=16), melhoria contínua da qualidade (n=11), desempenho dos estudantes (n=8), reconhecimento institucional e satisfação (n=5), aspectos negativos (n=3) e propostas de compartilhamento de dados (n=2). Na segunda fase, foram analisados dados de 84 escolas médicas, das quais 61 (72,6%) foram acreditadas e 23 (27,4%) não foram. A análise de qui-quadrado revelou significância estatística entre os conceitos de suficiência/insuficiência e o parecer final em todos os domínios e em 14 subdomínios. Os subdomínios com maior proporção de insuficiências foram: aprendizado interprofissional (82,1%), programas de tutoria/mentoring (75,0%), distribuição da carga horária semanal (61,9%), formação docente em educação na saúde (58,3%), programas de apoio à permanência (58,3%), programas de qualidade de vida (58,3%), segurança do paciente (54%) e avaliação de desempenho do estudante (51,2%). A análise da concordância entre avaliadores discentes e coordenadores destacou o Programa Educacional como único domínio com diferença significativa, sendo os discentes mais propensos a atribuir conceitos suficientes. Na regressão logística, os subdomínios mais associados à acreditação foram atividades práticas de ensino clínico (=16,67), hospitais de ensino (=12,63) e recepção aos ingressantes (=10,26). Conclusão: A revisão evidenciou efeitos positivos da acreditação, como mudanças institucionais, melhor desempenho estudantil e aumento da confiabilidade e satisfação das partes interessadas. Entre os efeitos negativos, destacam-se o estresse institucional e os altos custos de tempo e recursos. A melhoria contínua da qualidade foi apontada como um aspecto central para garantir o impacto positivo da acreditação. Os subdomínios com maior suficiência envolveram infraestrutura e fatores como ensino clínico, recepção de ingressantes, formação docente e autoavaliação, reforçando a relevância desses elementos para o sucesso no processo de acreditação. Por outro lado, insuficiências em aspectos como interprofissionalidade, apoio estudantil e segurança do paciente evidenciam áreas prioritárias para melhorias nas escolas médicas brasileiras. |
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Acreditação de cursos de Medicina no Brasil: uma análise dos processos de acreditação do Sistema de Acreditação das Escolas Médicas entre 2015 e 2023Accreditation of medical schools in Brazil: an analysis of the accreditation processes of the Medical Schools Accreditation System between 2015 and 2023AccreditationAcreditaçãoAvaliação curricular das faculdades de medicinaEducação de graduação em medicinaEvaluation of medical school curriculumUndergraduate medical educationObjetivo: O estudo analisou os resultados do Sistema de Acreditação das Escolas Médicas no Brasil de 2015 a 2023, descrevendo o perfil das escolas, as suficiências e insuficiências em domínios e subdomínios, além de identificar fatores associados ao parecer final de acreditação. Também foi avaliada a concordância entre a autoavaliação das escolas e a avaliação da Comissão de Acreditação, bem como a diferença na atribuição de conceitos entre avaliadores discentes e coordenadores de equipe. Método: O estudo foi realizado em duas fases. A primeira incluiu uma revisão de escopo da literatura, seguindo o método PRISMA-ScR, com busca até março de 2024 para identificar estudos sobre o impacto da acreditação em escolas médicas. A segunda fase consistiu em uma análise descritiva quantitativa de dados secundários de escolas médicas. Resultados: Na primeira fase, foram incluídos 31 estudos publicados entre 1997 e 2022 em 14 países. Os métodos utilizados incluíram grupos focais, entrevistas, série de casos, pesquisas, estudos de coorte e revisões de literatura. Os temas principais identificados foram: mudanças curriculares e de governança (n=16), melhoria contínua da qualidade (n=11), desempenho dos estudantes (n=8), reconhecimento institucional e satisfação (n=5), aspectos negativos (n=3) e propostas de compartilhamento de dados (n=2). Na segunda fase, foram analisados dados de 84 escolas médicas, das quais 61 (72,6%) foram acreditadas e 23 (27,4%) não foram. A análise de qui-quadrado revelou significância estatística entre os conceitos de suficiência/insuficiência e o parecer final em todos os domínios e em 14 subdomínios. Os subdomínios com maior proporção de insuficiências foram: aprendizado interprofissional (82,1%), programas de tutoria/mentoring (75,0%), distribuição da carga horária semanal (61,9%), formação docente em educação na saúde (58,3%), programas de apoio à permanência (58,3%), programas de qualidade de vida (58,3%), segurança do paciente (54%) e avaliação de desempenho do estudante (51,2%). A análise da concordância entre avaliadores discentes e coordenadores destacou o Programa Educacional como único domínio com diferença significativa, sendo os discentes mais propensos a atribuir conceitos suficientes. Na regressão logística, os subdomínios mais associados à acreditação foram atividades práticas de ensino clínico (=16,67), hospitais de ensino (=12,63) e recepção aos ingressantes (=10,26). Conclusão: A revisão evidenciou efeitos positivos da acreditação, como mudanças institucionais, melhor desempenho estudantil e aumento da confiabilidade e satisfação das partes interessadas. Entre os efeitos negativos, destacam-se o estresse institucional e os altos custos de tempo e recursos. A melhoria contínua da qualidade foi apontada como um aspecto central para garantir o impacto positivo da acreditação. Os subdomínios com maior suficiência envolveram infraestrutura e fatores como ensino clínico, recepção de ingressantes, formação docente e autoavaliação, reforçando a relevância desses elementos para o sucesso no processo de acreditação. Por outro lado, insuficiências em aspectos como interprofissionalidade, apoio estudantil e segurança do paciente evidenciam áreas prioritárias para melhorias nas escolas médicas brasileiras.Objective: The study analyzed the results of the Accreditation System for Medical Schools in Brazil from 2015 to 2023, describing the profile of the schools, the strengths and weaknesses in domains and subdomains, and identifying factors associated with the final accreditation decision. It also evaluated the alignment between schools selfassessment and the Accreditation Committees evaluation, as well as differences in ratings assigned by student evaluators and team coordinators. Method: The study was conducted in two phases. The first phase involved a scoping review of the literature, following the PRISMA-ScR methodology, with searches conducted up to March 2024 to identify studies on the impact of accreditation processes in medical schools. The second phase comprised a quantitative descriptive analysis of secondary data from medical schools. Results: In the first phase, 31 studies published between 1997 and 2022 across 14 countries were included. Methods used in these studies included focus groups, interviews, case series, surveys, cohort studies, and literature reviews. The main themes identified were: curricular and governance changes (n=16), continuous quality improvement (n=11), student performance (n=8), institutional recognition and satisfaction (n=5), negative aspects (n=3), and proposals for accreditation data sharing (n=2). In the second phase, data from 84 medical schools were analyzed. Of these, 61 (72.6%) were accredited, while 23 (27.4%) were not. A chi-square analysis showed statistical significance between sufficiency/insufficiency ratings and the final accreditation decision across all domains and 14 subdomains. Subdomains with the highest insufficiency rates included: interprofessional learning (82.1%), mentoring programs (75.0%), weekly workload distribution (61.9%), faculty training in health education (58.3%), student support programs (58.3%), quality-of-life programs (58.3%), patient safety (54%), and student performance evaluation (51.2%). An analysis of agreement between student evaluators and team coordinators identified the Educational Program domain as the only one with significant differences, with student evaluators more likely to assign sufficient ratings. Logistic regression analysis revealed subdomains most strongly associated with accreditation: clinical teaching practice activities (=16.67), teaching hospitals (=12.63), and welcoming activities for new students (=10.26). Conclusion: The review highlighted positive effects of accreditation, such as institutional changes, improved student performance, and increased trust and satisfaction among stakeholders. Negative effects included institutional stress and the high costs of time, financial, and human resources. Continuous quality improvement emerged as a central element in ensuring that accreditation positively impacts medical education quality and healthcare outcomes. Subdomains with higher sufficiency rates were related to infrastructure and factors like clinical teaching, student onboarding, faculty training, and self-assessment, underscoring their importance for successful accreditation. Conversely, insufficiencies in areas such as interprofessional education, student support, and patient safety revealed key priorities for improvement in Brazilian medical schools.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPTempski, Patricia ZenGirotto, Letícia Cabrini2025-04-16info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5169/tde-03102025-142710/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-10-03T18:11:02Zoai:teses.usp.br:tde-03102025-142710Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-10-03T18:11:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Objetivo: O estudo analisou os resultados do Sistema de Acreditação das Escolas Médicas no Brasil de 2015 a 2023, descrevendo o perfil das escolas, as suficiências e insuficiências em domínios e subdomínios, além de identificar fatores associados ao parecer final de acreditação. Também foi avaliada a concordância entre a autoavaliação das escolas e a avaliação da Comissão de Acreditação, bem como a diferença na atribuição de conceitos entre avaliadores discentes e coordenadores de equipe. Método: O estudo foi realizado em duas fases. A primeira incluiu uma revisão de escopo da literatura, seguindo o método PRISMA-ScR, com busca até março de 2024 para identificar estudos sobre o impacto da acreditação em escolas médicas. A segunda fase consistiu em uma análise descritiva quantitativa de dados secundários de escolas médicas. Resultados: Na primeira fase, foram incluídos 31 estudos publicados entre 1997 e 2022 em 14 países. Os métodos utilizados incluíram grupos focais, entrevistas, série de casos, pesquisas, estudos de coorte e revisões de literatura. Os temas principais identificados foram: mudanças curriculares e de governança (n=16), melhoria contínua da qualidade (n=11), desempenho dos estudantes (n=8), reconhecimento institucional e satisfação (n=5), aspectos negativos (n=3) e propostas de compartilhamento de dados (n=2). Na segunda fase, foram analisados dados de 84 escolas médicas, das quais 61 (72,6%) foram acreditadas e 23 (27,4%) não foram. A análise de qui-quadrado revelou significância estatística entre os conceitos de suficiência/insuficiência e o parecer final em todos os domínios e em 14 subdomínios. Os subdomínios com maior proporção de insuficiências foram: aprendizado interprofissional (82,1%), programas de tutoria/mentoring (75,0%), distribuição da carga horária semanal (61,9%), formação docente em educação na saúde (58,3%), programas de apoio à permanência (58,3%), programas de qualidade de vida (58,3%), segurança do paciente (54%) e avaliação de desempenho do estudante (51,2%). A análise da concordância entre avaliadores discentes e coordenadores destacou o Programa Educacional como único domínio com diferença significativa, sendo os discentes mais propensos a atribuir conceitos suficientes. Na regressão logística, os subdomínios mais associados à acreditação foram atividades práticas de ensino clínico (=16,67), hospitais de ensino (=12,63) e recepção aos ingressantes (=10,26). Conclusão: A revisão evidenciou efeitos positivos da acreditação, como mudanças institucionais, melhor desempenho estudantil e aumento da confiabilidade e satisfação das partes interessadas. Entre os efeitos negativos, destacam-se o estresse institucional e os altos custos de tempo e recursos. A melhoria contínua da qualidade foi apontada como um aspecto central para garantir o impacto positivo da acreditação. Os subdomínios com maior suficiência envolveram infraestrutura e fatores como ensino clínico, recepção de ingressantes, formação docente e autoavaliação, reforçando a relevância desses elementos para o sucesso no processo de acreditação. Por outro lado, insuficiências em aspectos como interprofissionalidade, apoio estudantil e segurança do paciente evidenciam áreas prioritárias para melhorias nas escolas médicas brasileiras. |
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