Interface paisagem: rotas culturais em inventários digitais
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Orientador(a): | |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/102/102132/tde-09042025-102747/ |
Resumo: | As rotas culturais foram inseridas na categoria de paisagem cultural pela UNESCO em 1994, tendo como exemplo o Caminho de Santiago. A partir de sua institucionalização, os caminhos reconhecidos usufruíram de uma legislação especial de preservação e promoção, sobretudo na Europa. No contexto do Brasil, nos anos 2000 surgiram iniciativas de definição de novos itinerários, bem como de institucionalização de rotas culturais pré-existente, como é o caso do Caminho da Fé, que tem suas origens com a peregrinação ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, prática que remonta ao Séc XVIII, mas que recebeu um caráter gerenciador em 2003, com a fundação da Associação de Amigos do Caminho da Fé. Com base nas metodologias de inventário utilizadas no Caminho de Santiago e outras iniciativas já consolidadas, este trabalho se debruça sobre estes métodos digitais de prospecção, organização e modelagem da informação aplicado às rotas culturais, experimentados no contexto do Caminho da Fé. Através de visitas à campo, conteúdo bibliográfico, entrevistas, entre outros procedimentos, realizou-se um inventário dos bens naturais e culturais vinculados ao caminho, através de uma leitura qualitativa com base nas teorias da paisagem cultural, patrimônio e mídias digitais. Espera-se, portanto, poder sistematizar abordagens capazes de colaborar na produção de políticas de promoção e preservação das rotas brasileiras, que ainda são incipientes. |
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As rotas culturais foram inseridas na categoria de paisagem cultural pela UNESCO em 1994, tendo como exemplo o Caminho de Santiago. A partir de sua institucionalização, os caminhos reconhecidos usufruíram de uma legislação especial de preservação e promoção, sobretudo na Europa. No contexto do Brasil, nos anos 2000 surgiram iniciativas de definição de novos itinerários, bem como de institucionalização de rotas culturais pré-existente, como é o caso do Caminho da Fé, que tem suas origens com a peregrinação ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, prática que remonta ao Séc XVIII, mas que recebeu um caráter gerenciador em 2003, com a fundação da Associação de Amigos do Caminho da Fé. Com base nas metodologias de inventário utilizadas no Caminho de Santiago e outras iniciativas já consolidadas, este trabalho se debruça sobre estes métodos digitais de prospecção, organização e modelagem da informação aplicado às rotas culturais, experimentados no contexto do Caminho da Fé. Através de visitas à campo, conteúdo bibliográfico, entrevistas, entre outros procedimentos, realizou-se um inventário dos bens naturais e culturais vinculados ao caminho, através de uma leitura qualitativa com base nas teorias da paisagem cultural, patrimônio e mídias digitais. Espera-se, portanto, poder sistematizar abordagens capazes de colaborar na produção de políticas de promoção e preservação das rotas brasileiras, que ainda são incipientes. |
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