Atriopatia: fator de risco para acidente vascular cerebral isquêmico embólico de origem indeterminada
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17161/tde-04042025-110426/ |
Resumo: | Introdução: O primeiro passo para direcionar o tratamento mais eficaz de prevenção secundária do acidente vascular cerebral (AVC) é a definição de sua etiologia. Contudo, mesmo após extensa investigação, 30-40% dos AVCs isquêmicos são de causa desconhecida. Sabe-se, entretanto, que cerca de 60% desses pacientes compartilha achados de neuroimagem sugestivos de fonte embólica, tendo sido proposto o conceito de AVC embólico de origem indeterminada, ESUS (do inglês, Embolic Stroke of Undetermined Source). Uma causa potencial para o ESUS que vem sendo considerada é a atriopatia, um termo relacionado a alterações estruturais e funcionais do átrio esquerdo. Apesar de não haver consenso quanto à sua definição, alguns marcadores de disfunção atrial associados com o risco de AVC já foram identificados: aumento do átrio esquerdo, alterações eletrocardiográficas como força terminal da onda P na derivação V1 (PTFV1) e prolongamento do intervalo PR; atividade ectópica supraventricular, contrações atriais prematuras e biomarcadores séricos como o NT-proBNP. Esse entendimento traz uma oportunidade para aprimorar a prevenção secundária do AVC, de forma que marcadores de disfunção atrial podem ser usados para identificar pacientes que poderiam se beneficiar de terapia anticoagulante como os pacientes com fonte cardioembólica definida. Até o presente momento, não há estudos específicos sobre pacientes com AVC e atriopatia na população brasileira. Objetivos: Avaliar os preditores de atriopatia em pacientes com ESUS e se a presença de atriopatia é fator de risco para recorrência de AVC, óbito e desfecho funcional nesses pacientes. Métodos: Estudo observacional retrospectivo de pacientes consecutivos com diagnóstico de ESUS atendidos no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto no período de janeiro 2017 a dezembro 2018. Foram definidos como ESUS os pacientes com AVC não lacunar, com padrão embólico na neuroimagem, em que foram excluídas doença aterosclerótica de grandes vasos, cardioembolia e outras causas definidas (ex: dissecção, vasculite, síndrome do anticorpo antifosfolipide). Atriopatia foi definida pela presença de ≥1 dos seguintes fatores: PTFV1 > 5000 µV.ms; diâmetro do átrio esquerdo ≥40mm; volume indexado átrio esquerdo ≥34. Atriopatia grave foi definida pelo aumento maior que 40mm do diâmetro do átrio esquerdo avaliado pelo ecocardiograma transtorácico (ECOTT). O desfecho primário foi recorrência de AVC em 5 anos. Resultados: Foram avaliados 85 pacientes com ESUS, com média de idade de 63 (±12) anos, sendo 37 (43,5%) mulheres. A média do diâmetro do átrio esquerdo pelo ECOTT foi de 36,9 (±5,7) e o PTFV1 foi maior que 5000µV.ms em 24 (30%) pacientes. Atriopatia esteve presente em 59 (69,4%) pacientes e atriopatia grave em 23 (27,1%) pacientes. A presença de ectopias atriais (p=0,01) e ectopias ventriculares (p=0,03) no Holter de 24h foram preditores de atriopatia nos pacientes com ESUS. Houve associação entre atriopatia grave e recorrência de AVC na nossa amostra (OR: 8,53; IC 95% 1,51 a 47,94; p-valor: 0,015). Não houve associação entre atriopatia ou atriopatia grave com desfecho funcional e óbito. Conclusões: Atriopatia grave foi o único preditor independente de risco de recorrência de AVC na nossa amostra de pacientes com ESUS. |
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Atriopatia: fator de risco para acidente vascular cerebral isquêmico embólico de origem indeterminadaAtrial cardiopathy: a risk factor for embolic stroke of undetermined sourceAcidente vascular cerebral isquêmicoAtrial cardiopathyAtriopatiaEmbolia de origem indeterminadaEmbolic stroke of undetermined sourceIschemic strokeIntrodução: O primeiro passo para direcionar o tratamento mais eficaz de prevenção secundária do acidente vascular cerebral (AVC) é a definição de sua etiologia. Contudo, mesmo após extensa investigação, 30-40% dos AVCs isquêmicos são de causa desconhecida. Sabe-se, entretanto, que cerca de 60% desses pacientes compartilha achados de neuroimagem sugestivos de fonte embólica, tendo sido proposto o conceito de AVC embólico de origem indeterminada, ESUS (do inglês, Embolic Stroke of Undetermined Source). Uma causa potencial para o ESUS que vem sendo considerada é a atriopatia, um termo relacionado a alterações estruturais e funcionais do átrio esquerdo. Apesar de não haver consenso quanto à sua definição, alguns marcadores de disfunção atrial associados com o risco de AVC já foram identificados: aumento do átrio esquerdo, alterações eletrocardiográficas como força terminal da onda P na derivação V1 (PTFV1) e prolongamento do intervalo PR; atividade ectópica supraventricular, contrações atriais prematuras e biomarcadores séricos como o NT-proBNP. Esse entendimento traz uma oportunidade para aprimorar a prevenção secundária do AVC, de forma que marcadores de disfunção atrial podem ser usados para identificar pacientes que poderiam se beneficiar de terapia anticoagulante como os pacientes com fonte cardioembólica definida. Até o presente momento, não há estudos específicos sobre pacientes com AVC e atriopatia na população brasileira. Objetivos: Avaliar os preditores de atriopatia em pacientes com ESUS e se a presença de atriopatia é fator de risco para recorrência de AVC, óbito e desfecho funcional nesses pacientes. Métodos: Estudo observacional retrospectivo de pacientes consecutivos com diagnóstico de ESUS atendidos no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto no período de janeiro 2017 a dezembro 2018. Foram definidos como ESUS os pacientes com AVC não lacunar, com padrão embólico na neuroimagem, em que foram excluídas doença aterosclerótica de grandes vasos, cardioembolia e outras causas definidas (ex: dissecção, vasculite, síndrome do anticorpo antifosfolipide). Atriopatia foi definida pela presença de ≥1 dos seguintes fatores: PTFV1 > 5000 µV.ms; diâmetro do átrio esquerdo ≥40mm; volume indexado átrio esquerdo ≥34. Atriopatia grave foi definida pelo aumento maior que 40mm do diâmetro do átrio esquerdo avaliado pelo ecocardiograma transtorácico (ECOTT). O desfecho primário foi recorrência de AVC em 5 anos. Resultados: Foram avaliados 85 pacientes com ESUS, com média de idade de 63 (±12) anos, sendo 37 (43,5%) mulheres. A média do diâmetro do átrio esquerdo pelo ECOTT foi de 36,9 (±5,7) e o PTFV1 foi maior que 5000µV.ms em 24 (30%) pacientes. Atriopatia esteve presente em 59 (69,4%) pacientes e atriopatia grave em 23 (27,1%) pacientes. A presença de ectopias atriais (p=0,01) e ectopias ventriculares (p=0,03) no Holter de 24h foram preditores de atriopatia nos pacientes com ESUS. Houve associação entre atriopatia grave e recorrência de AVC na nossa amostra (OR: 8,53; IC 95% 1,51 a 47,94; p-valor: 0,015). Não houve associação entre atriopatia ou atriopatia grave com desfecho funcional e óbito. Conclusões: Atriopatia grave foi o único preditor independente de risco de recorrência de AVC na nossa amostra de pacientes com ESUS.Introduction: The first step in directing the most effective secondary prevention treatment for stroke is defining its etiology. However, even after extensive investigation, 30-40% of ischemic strokes are of unknown cause. It is known, however, that about 60% of these patients share neuroimaging findings suggestive of an embolic source, leading to the proposal of the concept of Embolic Stroke of Undetermined Source (ESUS). A potential cause for ESUS that is being considered is atrial cardiopathy, a term related to structural and functional changes in the left atrium. Although there is no consensus on its definition, some markers of atrial dysfunction associated with the risk of ischemic stroke have already been identified: enlargement of the left atrium, electrocardiographic changes such as terminal force of the P wave in lead V1 (PTFV1) and prolongation of the PR interval; supraventricular ectopic activity, premature atrial contractions, and serum biomarkers such as NT-proBNP. This understanding presents an opportunity to improve secondary stroke prevention, as markers of atrial dysfunction can be used to identify patients who might benefit from anticoagulant therapy, similar to patients with a defined cardioembolic source. To date, there are no studies that have specifically addressed patients with ischemic stroke and atrial cardiopathy in the Brazilian population. Objectives: To evaluate the predictors of atrial cardiopathy in patients with ESUS and whether the presence of atrial cardiopathy is a risk factor for stroke recurrence, death, and functional outcome in these patients. Methods: Retrospective observational study of consecutive patients diagnosed with ESUS treated at the Emergency Unit of the University of São Paulo Hospital in Ribeirão Preto from January 2017 to December 2018. ESUS was defined as patients with non-lacunar stroke, with an embolic pattern on neuroimaging, in whom large vessel atherosclerotic disease, cardioembolism, and other defined causes (dissection, vasculitis, antiphospholipid antibody syndrome) were excluded. Atrial cardiopathy was defined by the presence of ≥1 of the following factors: PTFV1 > 5000 µV.ms; left atrium diameter ≥40mm; left atrium indexed volume ≥34. Severe atrial cardiopathy was defined as an increase greater than 40mm in left atrium diameter evaluated by transthoracic echocardiogram (TTE). The primary outcome was stroke recurrence within 5 years. Results: Eighty-five patients with embolic ischemic stroke of undetermined source were evaluated, with an average age of 63 (±12) years, 37 (43.5%) of whom were women. The average left atrium diameter by TTE was 36.9 (±5.7) mm, and PTFV1 was greater than 5000 µV.ms in 24 (30%) patients. Atrial cardiopathy was present in 59 (69.4%) patients and severe atrial cardiopathy in 23 (27.1%) patients. The presence of atrial ectopy (p=0.01) and ventricular ectopy (p=0.03) on 24-hour Holter monitoring were predictors of atrial cardiopathy in ESUS patients. There was an association between severe atrial cardiopathy and stroke recurrence in our sample (OR: 8.53; 95% CI 1.51 to 47.94; p-value: 0.015). There was no association between atrial cardiopathy or severe atrial cardiopathy with functional outcome or death. Conclusions: Severe atrial cardiopathy was the only independent predictor of stroke recurrence risk in our sample of ESUS patients.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPPontes Neto, Octávio MarquesLyra, Vitória Mota Oliveira Buckingham2024-12-17info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17161/tde-04042025-110426/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-07-29T19:26:02Zoai:teses.usp.br:tde-04042025-110426Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-07-29T19:26:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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