Um espaço sem preconceitos : o jardim residencial paulistano no século XXI

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2009
Autor(a) principal: Behr, Cinthia Souza
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/16/16135/tde-20260331-095431/
Resumo: O trabalho tem como objeto de estudo as áreas livres submetidas a projetos ou ações paisagísticas das residências paulistanas, ou seja, os jardins e quintais particulares na cidade de São Paulo, dos anos 1990 até a primeira década do século XXI. Num panorama dos projetos paisagísticos desse período, identificam-se por que e como surgem esses jardins e quintais, para quem são feitos esses espaços privados, seus principais autores, formas de implantação no lote urbano e as linhas projetuais que direcionam os mesmos. Os espaços livres das residências unifamiliares têm caráter privativo e integram a paisagem e o tecido urbano da cidade de São Paulo. Dessa forma, compõe um dos campos de atuação do arquiteto-paisagista e um dos objetos de estudo do paisagismo. A dissertação aborda as funções do jardim privado, assim como os valores estéticos atribuídos a eles. Também trata das linhas projetuais existentes e dos diferentes tipos de projeto, bem como de suas formas de apropriação. Discorre sobre a indústria do jardim e as revistas especializadas que divulgam uma série de produtos, influenciando diretamente o gosto dos proprietários. Explicamos também a evolução dos jardins particulares contemporâneos através de seus antecedentes, desde o seu surgimento nas residências paulistas no século XIX até o final do século XX. O trabalho apresenta uma coletânea de projetos do período em questão que permite ao leitor um juízo estético crítico sobre o que tem sido produzido|nos jardins residenciais paulistanos no início do século XXI.
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