Uma abordagem computacional na avaliação da complexidade dinâmica de uma série temporal à entropia multiescala em séries fisiológicas curtas
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/59/59143/tde-22012025-122440/ |
Resumo: | A variabilidade da frequência cardíaca (VFC) é uma medida da variação dos intervalos entre os batimentos cardíacos, que reflete o funcionamento do sistema nervoso autônomo (SNA). O SNA é responsável por regular as funções involuntárias do corpo, como a respiração, a digestão e a pressão arterial. O SNA também pode influenciar o desenvolvimento e a progressão de diversas doenças, como a hipertensão, a diabetes e a insuficiência cardíaca. Por isso, é importante avaliar a VFC como um indicador do estado de saúde e do equilíbrio do sistema nervoso autônomo. Uma das formas de avaliar a VFC é através da análise da complexidade dinâmica de uma série temporal, que é a capacidade de um sistema de gerar padrões irregulares e imprevisíveis ao longo do tempo. A complexidade dinâmica pode ser quantificada por meio de medidas de entropia, que são índices que medem o grau de desordem ou incerteza de um sistema. Uma medida de entropia que tem sido amplamente utilizada na análise da VFC é a Entropia Multiescala (MSE), que calcula a entropia de um sinal em diferentes escalas de tempo, permitindo captar as características não-lineares e multifractais da VFC. No entanto, a aplicação da MSE na análise da VFC enfrenta alguns desafios, como a necessidade de uma grande quantidade de dados, a sensibilidade ao ruído e a escolha dos parâmetros adequados. Além disso, a MSE pode apresentar resultados diferentes para sinais patológicos e normais, dependendo da escala de tempo analisada. Alguns estudos já realizaram comparações entre a MSE e outras técnicas usadas para medir a complexidade e a irregularidade de séries temporais em múltiplas escalas de tempo. Essas abordagens dinâmicas têm sido adaptadas especificamente para lidar com séries temporais curtas, como aquelas com menos de 400 batimentos cardíacos. Neste trabalho, avaliamos a abordagem proposta por Borin et al. (2021), que utilizaram a Multiscale Fuzzy Entropy (MFE), uma extensão da Multiscale Entropy (MSE) que incorpora os princípios da lógica fuzzy. A lógica fuzzy é especialmente eficaz em lidar com incertezas e suavidades nos dados, tornando a MFE uma ferramenta mais robusta para sinais com ruído e variações complexas. Assim como a MSE, a MFE processa séries temporais em diferentes escalas, porém, ao invés de calcular a entropia diretamente, a MFE aplica a lógica fuzzy para quantificar a incerteza em cada escala, sendo particularmente adequada para séries temporais curtas e com alta variabilidade, permitindo lidar melhor com a ambiguidade dos dados. O estudo original de Borin et al. foi aplicado em ratos e humanos saudáveis. No entanto, neste trabalho, utilizamos séries temporais de Variabilidade da Frequência Cardíaca provenientes de pacientes com patologias cardíacas. Nossos resultados demonstram que a MFE também é eficaz na análise de sinais patológicos, mostrando-se mais precisa e confiável do que outras métricas, com menor variância e erro nas estimativas da entropia. Além disso, a MFE conseguiu diferenciar os sinais normais e patológicos em diferentes escalas de tempo, revelando as alterações na complexidade dinâmica da VFC associadas a doenças cardíacas. Também observamos uma relação exponencial entre o parâmetro fuzzy da MFE e o tamanho da série temporal, o que permite escolher o valor ideal do parâmetro para cada caso. Mostramos que as versões fuzzy apresentaram erros mínimos em comparação com os algoritmos não fuzzy. Os resultados deste estudo oferecem novos insights sobre o uso da MFE na avaliação da complexidade dinâmica de séries temporais fisiológicas curtas. Concluímos que a MFE é uma medida adequada para analisar a VFC, fornecendo informações úteis sobre o funcionamento do Sistema Nervoso Autônomo e o estado de saúde dos indivíduos. A MFE é mais robusta que algoritmos tradicionais, sendo menos sensível a ruídos e a séries temporais pouco informativas, pois utiliza contagem fuzzy, que é mais tolerante a essas condições. |
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Uma abordagem computacional na avaliação da complexidade dinâmica de uma série temporal à entropia multiescala em séries fisiológicas curtasA computational approach to assessing the dynamic complexity of a time series using multiscale entropy in short physiological seriesComplexidade dinâmicaDynamic complexityEntropia fuzzyEntropia multiescalaFuzzy entropyHeart rate variabilityMultiscale entropySéries fisiológicas curtasSéries temporaisShort physiological time seriesTime seriesVariabilidade da frequência cardíacaA variabilidade da frequência cardíaca (VFC) é uma medida da variação dos intervalos entre os batimentos cardíacos, que reflete o funcionamento do sistema nervoso autônomo (SNA). O SNA é responsável por regular as funções involuntárias do corpo, como a respiração, a digestão e a pressão arterial. O SNA também pode influenciar o desenvolvimento e a progressão de diversas doenças, como a hipertensão, a diabetes e a insuficiência cardíaca. Por isso, é importante avaliar a VFC como um indicador do estado de saúde e do equilíbrio do sistema nervoso autônomo. Uma das formas de avaliar a VFC é através da análise da complexidade dinâmica de uma série temporal, que é a capacidade de um sistema de gerar padrões irregulares e imprevisíveis ao longo do tempo. A complexidade dinâmica pode ser quantificada por meio de medidas de entropia, que são índices que medem o grau de desordem ou incerteza de um sistema. Uma medida de entropia que tem sido amplamente utilizada na análise da VFC é a Entropia Multiescala (MSE), que calcula a entropia de um sinal em diferentes escalas de tempo, permitindo captar as características não-lineares e multifractais da VFC. No entanto, a aplicação da MSE na análise da VFC enfrenta alguns desafios, como a necessidade de uma grande quantidade de dados, a sensibilidade ao ruído e a escolha dos parâmetros adequados. Além disso, a MSE pode apresentar resultados diferentes para sinais patológicos e normais, dependendo da escala de tempo analisada. Alguns estudos já realizaram comparações entre a MSE e outras técnicas usadas para medir a complexidade e a irregularidade de séries temporais em múltiplas escalas de tempo. Essas abordagens dinâmicas têm sido adaptadas especificamente para lidar com séries temporais curtas, como aquelas com menos de 400 batimentos cardíacos. Neste trabalho, avaliamos a abordagem proposta por Borin et al. (2021), que utilizaram a Multiscale Fuzzy Entropy (MFE), uma extensão da Multiscale Entropy (MSE) que incorpora os princípios da lógica fuzzy. A lógica fuzzy é especialmente eficaz em lidar com incertezas e suavidades nos dados, tornando a MFE uma ferramenta mais robusta para sinais com ruído e variações complexas. Assim como a MSE, a MFE processa séries temporais em diferentes escalas, porém, ao invés de calcular a entropia diretamente, a MFE aplica a lógica fuzzy para quantificar a incerteza em cada escala, sendo particularmente adequada para séries temporais curtas e com alta variabilidade, permitindo lidar melhor com a ambiguidade dos dados. O estudo original de Borin et al. foi aplicado em ratos e humanos saudáveis. No entanto, neste trabalho, utilizamos séries temporais de Variabilidade da Frequência Cardíaca provenientes de pacientes com patologias cardíacas. Nossos resultados demonstram que a MFE também é eficaz na análise de sinais patológicos, mostrando-se mais precisa e confiável do que outras métricas, com menor variância e erro nas estimativas da entropia. Além disso, a MFE conseguiu diferenciar os sinais normais e patológicos em diferentes escalas de tempo, revelando as alterações na complexidade dinâmica da VFC associadas a doenças cardíacas. Também observamos uma relação exponencial entre o parâmetro fuzzy da MFE e o tamanho da série temporal, o que permite escolher o valor ideal do parâmetro para cada caso. Mostramos que as versões fuzzy apresentaram erros mínimos em comparação com os algoritmos não fuzzy. Os resultados deste estudo oferecem novos insights sobre o uso da MFE na avaliação da complexidade dinâmica de séries temporais fisiológicas curtas. Concluímos que a MFE é uma medida adequada para analisar a VFC, fornecendo informações úteis sobre o funcionamento do Sistema Nervoso Autônomo e o estado de saúde dos indivíduos. A MFE é mais robusta que algoritmos tradicionais, sendo menos sensível a ruídos e a séries temporais pouco informativas, pois utiliza contagem fuzzy, que é mais tolerante a essas condições.Heart rate variability (HRV) is a measure of the variation in intervals between heartbeats, reflecting the activity of the autonomic nervous system (ANS). The ANS regulates involuntary body functions such as breathing, digestion, and blood pressure. It also plays a role in the development and progression of various diseases, including hypertension, diabetes, and heart failure. Thus, HRV is an important indicator of health status and ANS balance. One way to evaluate HRV is through the analysis of dynamic complexity in a time series, which is the ability of a system to generate irregular and unpredictable patterns over time. Dynamic complexity can be quantified using entropy measures, which indicate the degree of disorder or uncertainty within a system. A widely used entropy measure in HRV analysis is Multiscale Entropy (MSE), which calculates entropy over different time scales, capturing the nonlinear and multifractal characteristics of HRV. However, applying MSE to HRV analysis faces challenges such as the need for large data sets, sensitivity to noise, and the selection of appropriate parameters. Additionally, MSE may yield different results for pathological and normal signals, depending on the time scale analyzed. Some studies have compared MSE with other techniques for measuring the complexity and irregularity of time series across multiple time scales. These dynamic approaches have been adapted specifically for short time series, such as those with fewer than 400 heartbeats. In this study, we evaluate the approach proposed by Borin et al. (2021), which used Multiscale Fuzzy Entropy (MFE), an extension of MSE incorporating fuzzy logic principles. Fuzzy logic is particularly effective at handling uncertainty and subtle data variations, making MFE a more robust tool for analyzing noisy and complex signals. Like MSE, MFE processes time series across multiple scales; however, instead of calculating entropy directly, MFE applies fuzzy logic to quantify uncertainty at each scale, making it particularly suitable for short time series with high variability, and better handling data ambiguity. Borin et al. original study was applied to healthy rats and humans. In our work, we used HRV time series from patients with cardiac pathologies. Our results show that MFE is also effective in analyzing pathological signals, proving to be more precise and reliable than other metrics, with lower variance and error in entropy estimates. Additionally, MFE successfully distinguished between normal and pathological signals across different time scales, revealing changes in the dynamic complexity of HRV associated with heart disease. We also observed an exponential relationship between the fuzzy parameter of MFE and the time series length, allowing us to select the optimal parameter value for each case. We demonstrated that the fuzzy versions produced minimal errors compared to non-fuzzy algorithms. The findings of this study provide new insights into the use of MFE for assessing the dynamic complexity of short physiological time series. We conclude that MFE is a suitable measure for HRV analysis, providing useful information about ANS function and individual health status. MFE is more robust than traditional algorithms, being less sensitive to noise and uninformative time series, as it uses fuzzy counting, which is more tolerant of such conditions.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPMurta Junior, Luiz OtavioSilva, Alexandre Gomes da2024-12-06info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/59/59143/tde-22012025-122440/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-03-18T17:15:02Zoai:teses.usp.br:tde-22012025-122440Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-03-18T17:15:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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A variabilidade da frequência cardíaca (VFC) é uma medida da variação dos intervalos entre os batimentos cardíacos, que reflete o funcionamento do sistema nervoso autônomo (SNA). O SNA é responsável por regular as funções involuntárias do corpo, como a respiração, a digestão e a pressão arterial. O SNA também pode influenciar o desenvolvimento e a progressão de diversas doenças, como a hipertensão, a diabetes e a insuficiência cardíaca. Por isso, é importante avaliar a VFC como um indicador do estado de saúde e do equilíbrio do sistema nervoso autônomo. Uma das formas de avaliar a VFC é através da análise da complexidade dinâmica de uma série temporal, que é a capacidade de um sistema de gerar padrões irregulares e imprevisíveis ao longo do tempo. A complexidade dinâmica pode ser quantificada por meio de medidas de entropia, que são índices que medem o grau de desordem ou incerteza de um sistema. Uma medida de entropia que tem sido amplamente utilizada na análise da VFC é a Entropia Multiescala (MSE), que calcula a entropia de um sinal em diferentes escalas de tempo, permitindo captar as características não-lineares e multifractais da VFC. No entanto, a aplicação da MSE na análise da VFC enfrenta alguns desafios, como a necessidade de uma grande quantidade de dados, a sensibilidade ao ruído e a escolha dos parâmetros adequados. Além disso, a MSE pode apresentar resultados diferentes para sinais patológicos e normais, dependendo da escala de tempo analisada. Alguns estudos já realizaram comparações entre a MSE e outras técnicas usadas para medir a complexidade e a irregularidade de séries temporais em múltiplas escalas de tempo. Essas abordagens dinâmicas têm sido adaptadas especificamente para lidar com séries temporais curtas, como aquelas com menos de 400 batimentos cardíacos. Neste trabalho, avaliamos a abordagem proposta por Borin et al. (2021), que utilizaram a Multiscale Fuzzy Entropy (MFE), uma extensão da Multiscale Entropy (MSE) que incorpora os princípios da lógica fuzzy. A lógica fuzzy é especialmente eficaz em lidar com incertezas e suavidades nos dados, tornando a MFE uma ferramenta mais robusta para sinais com ruído e variações complexas. Assim como a MSE, a MFE processa séries temporais em diferentes escalas, porém, ao invés de calcular a entropia diretamente, a MFE aplica a lógica fuzzy para quantificar a incerteza em cada escala, sendo particularmente adequada para séries temporais curtas e com alta variabilidade, permitindo lidar melhor com a ambiguidade dos dados. O estudo original de Borin et al. foi aplicado em ratos e humanos saudáveis. No entanto, neste trabalho, utilizamos séries temporais de Variabilidade da Frequência Cardíaca provenientes de pacientes com patologias cardíacas. Nossos resultados demonstram que a MFE também é eficaz na análise de sinais patológicos, mostrando-se mais precisa e confiável do que outras métricas, com menor variância e erro nas estimativas da entropia. Além disso, a MFE conseguiu diferenciar os sinais normais e patológicos em diferentes escalas de tempo, revelando as alterações na complexidade dinâmica da VFC associadas a doenças cardíacas. Também observamos uma relação exponencial entre o parâmetro fuzzy da MFE e o tamanho da série temporal, o que permite escolher o valor ideal do parâmetro para cada caso. Mostramos que as versões fuzzy apresentaram erros mínimos em comparação com os algoritmos não fuzzy. Os resultados deste estudo oferecem novos insights sobre o uso da MFE na avaliação da complexidade dinâmica de séries temporais fisiológicas curtas. Concluímos que a MFE é uma medida adequada para analisar a VFC, fornecendo informações úteis sobre o funcionamento do Sistema Nervoso Autônomo e o estado de saúde dos indivíduos. A MFE é mais robusta que algoritmos tradicionais, sendo menos sensível a ruídos e a séries temporais pouco informativas, pois utiliza contagem fuzzy, que é mais tolerante a essas condições. |
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