Diagnóstico por imagem do retinoblastoma

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Borges, Beatriz Mendonça
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17158/tde-16012025-150953/
Resumo: O retinoblastoma é uma neoplasia ocular maligna originada de células retinianas imaturas que representa relevante causa de óbito e cegueira. Na América Latina, é o terceiro tumor sólido mais frequentes em crianças na primeira infância. No Brasil, estima-se que o retinoblastoma seja responsável por cerca de 2,4% dos casos da cegueira infantil. Leucocoria é o sinal clínico mais comum, presente em mais de 60% dos casos, seguido por estrabismo, redução da acuidade visual, exoftalmia, heterocromia, hifema, aumento do volume e eritema do globo ocular. O diagnóstico inicial depende do exame físico oftalmológico, sendo a fundoscopia o principal método diagnóstico. A ultrassonografia é o método de imagem complementar, adicionando precisão na mensuração e identificação de calcificações. A ressonância magnética é o melhor método para identificar invasão de esclera, nervo óptico, lesões extraoculares e intradurais, inclusive no acompanhamento pós-enucleação. O protocolo a ser utilizado na RM ainda não é consenso, mas é crítico para a acurácia do método para a detecção precoce de lesão extra-ocular e metástases. O objetivo deste trabalho é revisar a semiologia na imagem de RM pré e pós-tratamento de pacientes com retinoblastoma, e propor um protocolo de estudo validado em discussão clínica por equipe multiprofissional e interdisciplinar de um hospital universitário terciário de referência.
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