Avaliação histomorfométrica da mucosa vaginal e clínica em pacientes com síndrome geniturinária da menopausa submetidas à tratamento com radiofrequência fracionada microablativa
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5139/tde-26022025-163602/ |
Resumo: | Introdução: A Síndrome Geniturinária da Menopausa (SGM) caracteriza-se principalmente pela atrofia vulvovaginal que se manifesta por ressecamento, prurido e ardência vaginal, disúria e dispareunia. O tratamento padrão ouro ainda preconizado é a reposição estrogênica local, mas outras opções terapêuticas têm surgido, como o uso de energias. Em analogia a estudos que trataram com outro tipo de energia fracionada (laser), a Radiofrequência Fracionada Microablativa (RFFMA) pode atuar no colágeno vaginal e, assim, ser uma opção terapêutica para SGM. Objetivo: Avaliar a resposta histomorfométrica e clínica das pacientes com sintomas de SGM após aplicações de Radiofrequência Fracionada Microablativa (RFFMA) na mucosa vaginal. Pacientes e Métodos: Estudo piloto em 20 pacientes com SGM submetidas a 3 aplicações de RFFMA com intervalo de 30 a 45 dias, utilizando aparelho Wavetronic 6000 Touch acoplado ao sistema Megapulse HF- FRAXX e eletrodo para uso vaginal com 64 microagulhas de 0,6mm de comprimento/0,2mm de largura, para emissão de radiofrequência fracionada ajustada para 45 watts de potência e duração de 40ms (modo Low energy). A avaliação foi feita com a aplicação do índice de saúde vaginal (VHIS - Vaginal Health Index Score), questionários de sintomas da SGM e FSFI (Female Sexual Funcion Index), validado para o português, aplicados antes de cada sessão e 30 a 45 dias após o último procedimento. A análise histomorfométrica foi realizada com duas biopsias da mucosa vaginal, pré tratamento, 15 dias antes da primeira aplicação, e pós tratamento, 30 a 45 dias após o último procedimento. Finalizamos as avaliações aplicando o índice de Likert, para mensurar a satisfação das pacientes após o procedimento. Os dados foram coletados e avaliados estatisticamente. Resultados: Os resultados evidenciaram melhoras dos parâmetros histológicos, principalmente com a remodelação do colágeno, expresso pelo o aumento significativo de colágeno tipo III (p < 0,001), bem como o aumento de vascularização por meio da avaliação imuno-histoquímica CD34, porém sem significância estatística. Observamos também melhoras dos índices do VHIS e da análise dos sintomas de SGM (p<0,05). Conclusão: O tratamento da SGM com RFFMA demonstrou-se eficaz na melhora de parâmetros histomorfométricos, incluindo a remodelação do colágeno vaginal, e clínicos em pacientes com SGM |
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Avaliação histomorfométrica da mucosa vaginal e clínica em pacientes com síndrome geniturinária da menopausa submetidas à tratamento com radiofrequência fracionada microablativaHistomorphometric and clinical evaluation of vaginal mucosa in patients with genitourinary syndrome of menopause undergoing treatment with fractional microablative radiofrequencyAtrophic vaginitisColágenoCollagenMenopausaMenopauseMucosaMucosaRadiofrequênciaRadiofrequencyVaginite atróficaIntrodução: A Síndrome Geniturinária da Menopausa (SGM) caracteriza-se principalmente pela atrofia vulvovaginal que se manifesta por ressecamento, prurido e ardência vaginal, disúria e dispareunia. O tratamento padrão ouro ainda preconizado é a reposição estrogênica local, mas outras opções terapêuticas têm surgido, como o uso de energias. Em analogia a estudos que trataram com outro tipo de energia fracionada (laser), a Radiofrequência Fracionada Microablativa (RFFMA) pode atuar no colágeno vaginal e, assim, ser uma opção terapêutica para SGM. Objetivo: Avaliar a resposta histomorfométrica e clínica das pacientes com sintomas de SGM após aplicações de Radiofrequência Fracionada Microablativa (RFFMA) na mucosa vaginal. Pacientes e Métodos: Estudo piloto em 20 pacientes com SGM submetidas a 3 aplicações de RFFMA com intervalo de 30 a 45 dias, utilizando aparelho Wavetronic 6000 Touch acoplado ao sistema Megapulse HF- FRAXX e eletrodo para uso vaginal com 64 microagulhas de 0,6mm de comprimento/0,2mm de largura, para emissão de radiofrequência fracionada ajustada para 45 watts de potência e duração de 40ms (modo Low energy). A avaliação foi feita com a aplicação do índice de saúde vaginal (VHIS - Vaginal Health Index Score), questionários de sintomas da SGM e FSFI (Female Sexual Funcion Index), validado para o português, aplicados antes de cada sessão e 30 a 45 dias após o último procedimento. A análise histomorfométrica foi realizada com duas biopsias da mucosa vaginal, pré tratamento, 15 dias antes da primeira aplicação, e pós tratamento, 30 a 45 dias após o último procedimento. Finalizamos as avaliações aplicando o índice de Likert, para mensurar a satisfação das pacientes após o procedimento. Os dados foram coletados e avaliados estatisticamente. Resultados: Os resultados evidenciaram melhoras dos parâmetros histológicos, principalmente com a remodelação do colágeno, expresso pelo o aumento significativo de colágeno tipo III (p < 0,001), bem como o aumento de vascularização por meio da avaliação imuno-histoquímica CD34, porém sem significância estatística. Observamos também melhoras dos índices do VHIS e da análise dos sintomas de SGM (p<0,05). Conclusão: O tratamento da SGM com RFFMA demonstrou-se eficaz na melhora de parâmetros histomorfométricos, incluindo a remodelação do colágeno vaginal, e clínicos em pacientes com SGMIntroduction: Genitourinary Syndrome of Menopause (GSM) is primarily characterized by vulvovaginal atrophy, manifesting as vaginal dryness, itching, burning, dysuria, and dyspareunia. The current gold standard treatment remains local estrogen replacement, but other therapeutic options, such as the use of energy-based treatments, have emerged. Analogous to studies employing other types of fractional energy (laser), Fractional Microablative Radiofrequency (FMRF) can potentially affect vaginal collagen, thus presenting a therapeutic option for GSM. Objective: To evaluate the histomorphometric and clinical responses of patients with GSM symptoms following applications of Fractional Microablative Radiofrequency (FMRF) on the vaginal mucosa. Patients and Methods: This pilot study included 20 patients with GSM who underwent three FMRF applications at intervals of 30 to 45 days, using the Wavetronic 6000 Touch device coupled with the Megapulse HF-FRAXX system and a vaginal electrode with 64 micro-needles (0.6mm length/0.2mm width) for emitting fractional radiofrequency adjusted to 45 watts of power and 40ms duration (Low energy mode). Evaluations were conducted using the Vaginal Health Index Score (VHIS), GSM symptom questionnaires, and the Female Sexual Function Index (FSFI), validated for Portuguese, administered before each session and 30 to 45 days after the final procedure. Histomorphometric analysis was performed with two biopsies of the vaginal mucosa, pre-treatment, 15 days before the first application, and post-treatment, 30 to 45 days after the final procedure. Patient satisfaction was measured using the Likert scale post-procedure. Data were collected and statistically analyzed. Results: The results showed improvements in histological parameters, particularly collagen remodeling, indicated by a significant increase in type III collagen (p < 0.001), as well as an increase in vascularization assessed by CD34 immunohistochemical evaluation, although this was not statistically significant. Improvements were also observed in VHIS scores and GSM symptom analysis (p<0.05). Conclusion: The treatment of GSM with FMRF proved effective in improving histomorphometric parameters, including vaginal collagen remodeling, and clinical symptoms in patients with GSMBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPHaddad, Jorge MilhemFernandes, Debora Amorim Oria2024-10-01info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5139/tde-26022025-163602/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-03-19T15:55:02Zoai:teses.usp.br:tde-26022025-163602Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-03-19T15:55:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Avaliação histomorfométrica da mucosa vaginal e clínica em pacientes com síndrome geniturinária da menopausa submetidas à tratamento com radiofrequência fracionada microablativa Histomorphometric and clinical evaluation of vaginal mucosa in patients with genitourinary syndrome of menopause undergoing treatment with fractional microablative radiofrequency |
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Introdução: A Síndrome Geniturinária da Menopausa (SGM) caracteriza-se principalmente pela atrofia vulvovaginal que se manifesta por ressecamento, prurido e ardência vaginal, disúria e dispareunia. O tratamento padrão ouro ainda preconizado é a reposição estrogênica local, mas outras opções terapêuticas têm surgido, como o uso de energias. Em analogia a estudos que trataram com outro tipo de energia fracionada (laser), a Radiofrequência Fracionada Microablativa (RFFMA) pode atuar no colágeno vaginal e, assim, ser uma opção terapêutica para SGM. Objetivo: Avaliar a resposta histomorfométrica e clínica das pacientes com sintomas de SGM após aplicações de Radiofrequência Fracionada Microablativa (RFFMA) na mucosa vaginal. Pacientes e Métodos: Estudo piloto em 20 pacientes com SGM submetidas a 3 aplicações de RFFMA com intervalo de 30 a 45 dias, utilizando aparelho Wavetronic 6000 Touch acoplado ao sistema Megapulse HF- FRAXX e eletrodo para uso vaginal com 64 microagulhas de 0,6mm de comprimento/0,2mm de largura, para emissão de radiofrequência fracionada ajustada para 45 watts de potência e duração de 40ms (modo Low energy). A avaliação foi feita com a aplicação do índice de saúde vaginal (VHIS - Vaginal Health Index Score), questionários de sintomas da SGM e FSFI (Female Sexual Funcion Index), validado para o português, aplicados antes de cada sessão e 30 a 45 dias após o último procedimento. A análise histomorfométrica foi realizada com duas biopsias da mucosa vaginal, pré tratamento, 15 dias antes da primeira aplicação, e pós tratamento, 30 a 45 dias após o último procedimento. Finalizamos as avaliações aplicando o índice de Likert, para mensurar a satisfação das pacientes após o procedimento. Os dados foram coletados e avaliados estatisticamente. Resultados: Os resultados evidenciaram melhoras dos parâmetros histológicos, principalmente com a remodelação do colágeno, expresso pelo o aumento significativo de colágeno tipo III (p < 0,001), bem como o aumento de vascularização por meio da avaliação imuno-histoquímica CD34, porém sem significância estatística. Observamos também melhoras dos índices do VHIS e da análise dos sintomas de SGM (p<0,05). Conclusão: O tratamento da SGM com RFFMA demonstrou-se eficaz na melhora de parâmetros histomorfométricos, incluindo a remodelação do colágeno vaginal, e clínicos em pacientes com SGM |
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