Dor musculoesquelética e biomarcadores de inflamação e remodelamento do tecido conjuntivo em crianças e adolescentes com psoríase
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Tese |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17144/tde-23012025-100943/ |
Resumo: | Introdução: A psoríase é uma doença inflamatória sistêmica crônica comum que afeta principalmente a pele, mas pode estar associada à artrite psoriática ou à dor musculoesquelética, que é um tema pouco explorado na população pediátrica. Cerca de 25% dos casos de psoríase iniciam-se na infância e impactam negativamente nas dimensões fisiológicas e psicológicas. O papel da matriz extracelular (MEC) na mediação do processo biológico está sendo reconhecido em diferentes doenças autoimunes e metabólicas, mas os estudos na psoríase são escassos. Objetivos: 1) Analisar comparativamente biomarcadores séricos de inflamação e remodelamento do tecido conjuntivo thrombospondin 2 (TSP2), insulin-like growth factor-binding protein 7 (IGFBP7), growth differentiation factor 15 (GDF15), and cluster of differentiation 163 (CD163) em pacientes pediátricos com e sem psoríase e sua associação com dor musculoesquelética e 2) comparar os escores de qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS) e fadiga de pacientes pediátricos com psoríase e pares saudáveis e verificar a influência da dor musculoesquelética. Método: Trata-se de estudo observacional, analítico e transversal, com coleta de dados prospectiva. O Psoriasis Area and Severity Index (PASI) e a Superfície corporal afetada (SCA) foram usados para medir a atividade da doença de pele. A QVRS geral foi medida por meio do Pediatric Quality of Life Inventory 4.0 Generic Core Scales (PedsQL 4.0) e a fadiga foi avaliada por meio do PedsQL-Multidimentional Fatigue Scale (PedsQL-MFS). Os biomarcadores séricos TSP2, IGFBP7 GDF15 e CD163 foram avaliados por imunoensaios ELISA. Resultados: Foram avaliados 50 pacientes com psoríase (12,1 anos; IIQ 9-15) e 50 controles (12,3 anos; IIQ 8,8-15,9). Os níveis de TSP2 e IGFBP7 estiveram aumentados, os níveis séricos de GDF15 estiveram diminuídos e os níveis de CD163 foram semelhantes entre pacientes psoriáticos e controles (p<0,001; p<0,001; p<0,001 e 0=0,53 respectivamente). Os biomarcadores não foram correlacionados com a gravidade da doença de pele e não diferenciaram a presença de dor musculoesquelética em pacientes e controles. Pacientes pediátricos com psoríase demonstraram desempenho físico, emocional e escolar significativamente prejudicado pelo PedsQL 4.0 em comparação a crianças saudáveis e escores de fadiga física e mental significativamente piores pelo PedsQL-MFS. A presença de dor musculoesquelética determinou os piores escores de QVRS e fadiga para pacientes com psoríase. O risco de QVRS prejudicada na psoríase foi quase oito vezes maior na presença de dor musculoesquelética (OR=7,71, IC95% 1,66-35,78); outras variáveis como idade, sexo e gravidade da psoríase não aumentaram o risco de comprometimento da QVRS. Conclusões: Os biomarcadores de remodelamento da MEC TSP2, IGFBP7 e GDF15 ajudam a diferenciar a presença de psoríase, mas não a presença de dor musculoesquelética. Crianças e adolescentes com psoríase têm sua QVRS impactada negativamente pela dor musculoesquelética, com mais frequência do que seus pares. A dor está associada a fadiga e contribui para o fardo da psoríase na população pediátrica. |
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Dor musculoesquelética e biomarcadores de inflamação e remodelamento do tecido conjuntivo em crianças e adolescentes com psoríaseMusculoskeletal pain and biomarkers of inflamation and connective tissue remodeling in children and adolescents with psoriasisArthritis juvenileArthritis psoriaticArtrite juvenilArtrite psoriáticaBiomarcadoresBiomarkersCD163CD163Dor musculoesqueléticaFadigaFatigueGDF 15GDF 15IGFBP7IGFBP7Musculoskeletal painPsoríasePsoriasisQualidade de vidaQuality of lifeTSP2TSP2Introdução: A psoríase é uma doença inflamatória sistêmica crônica comum que afeta principalmente a pele, mas pode estar associada à artrite psoriática ou à dor musculoesquelética, que é um tema pouco explorado na população pediátrica. Cerca de 25% dos casos de psoríase iniciam-se na infância e impactam negativamente nas dimensões fisiológicas e psicológicas. O papel da matriz extracelular (MEC) na mediação do processo biológico está sendo reconhecido em diferentes doenças autoimunes e metabólicas, mas os estudos na psoríase são escassos. Objetivos: 1) Analisar comparativamente biomarcadores séricos de inflamação e remodelamento do tecido conjuntivo thrombospondin 2 (TSP2), insulin-like growth factor-binding protein 7 (IGFBP7), growth differentiation factor 15 (GDF15), and cluster of differentiation 163 (CD163) em pacientes pediátricos com e sem psoríase e sua associação com dor musculoesquelética e 2) comparar os escores de qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS) e fadiga de pacientes pediátricos com psoríase e pares saudáveis e verificar a influência da dor musculoesquelética. Método: Trata-se de estudo observacional, analítico e transversal, com coleta de dados prospectiva. O Psoriasis Area and Severity Index (PASI) e a Superfície corporal afetada (SCA) foram usados para medir a atividade da doença de pele. A QVRS geral foi medida por meio do Pediatric Quality of Life Inventory 4.0 Generic Core Scales (PedsQL 4.0) e a fadiga foi avaliada por meio do PedsQL-Multidimentional Fatigue Scale (PedsQL-MFS). Os biomarcadores séricos TSP2, IGFBP7 GDF15 e CD163 foram avaliados por imunoensaios ELISA. Resultados: Foram avaliados 50 pacientes com psoríase (12,1 anos; IIQ 9-15) e 50 controles (12,3 anos; IIQ 8,8-15,9). Os níveis de TSP2 e IGFBP7 estiveram aumentados, os níveis séricos de GDF15 estiveram diminuídos e os níveis de CD163 foram semelhantes entre pacientes psoriáticos e controles (p<0,001; p<0,001; p<0,001 e 0=0,53 respectivamente). Os biomarcadores não foram correlacionados com a gravidade da doença de pele e não diferenciaram a presença de dor musculoesquelética em pacientes e controles. Pacientes pediátricos com psoríase demonstraram desempenho físico, emocional e escolar significativamente prejudicado pelo PedsQL 4.0 em comparação a crianças saudáveis e escores de fadiga física e mental significativamente piores pelo PedsQL-MFS. A presença de dor musculoesquelética determinou os piores escores de QVRS e fadiga para pacientes com psoríase. O risco de QVRS prejudicada na psoríase foi quase oito vezes maior na presença de dor musculoesquelética (OR=7,71, IC95% 1,66-35,78); outras variáveis como idade, sexo e gravidade da psoríase não aumentaram o risco de comprometimento da QVRS. Conclusões: Os biomarcadores de remodelamento da MEC TSP2, IGFBP7 e GDF15 ajudam a diferenciar a presença de psoríase, mas não a presença de dor musculoesquelética. Crianças e adolescentes com psoríase têm sua QVRS impactada negativamente pela dor musculoesquelética, com mais frequência do que seus pares. A dor está associada a fadiga e contribui para o fardo da psoríase na população pediátrica.Background: Psoriasis is a common chronic inflammatory systemic disease that affects mainly skin but may be associated to Psoriatic Arthritis or to musculoskeletal pain, what is a poor explored issue in pediatric population. Around 25% of cases of psoriasis starts in childhood and negatively impacts physiological and psychological dimensions. The role of extracellular matrix (ECM) in mediation of biological process is being recognized in different autoimmune and metabolic diseases, but studies in psoriasis are scarce. Objective: 1) To analyze comparatively serum biomarkers of inflammation and connective tissue remodeling thrombospondin 2 (TSP2), insulin-like growth factor-binding protein 7 (IGFBP7), growth differentiation factor 15 (GDF15), and cluster of differentiation 163 (CD163) in pediatric patients with and without psoriasis and its association to musculoskeletal pain and 2) to compare the health-related quality of life (HRQoL) and fatigue scores of pediatric patients with psoriasis and healthy peers and verify the influence of musculoskeletal pain. Methods: It was an observational, analytical, and cross-sectional study. Psoriasis Area and Severity Index (PASI) and Body Surface Area (BSA) were used to measure skin disease activity. General HRQoL was measured using the Pediatric Quality of Life Inventory 4.0 Generic Core Scales (PedsQL 4.0) and fatigue was assessed using the PedsQL-Multidimensional Fatigue Scale (PedsQL-MFS). Serum biomarkers TSP2, IGFBP7 GDF15, and CD163 were evaluated by ELISA immunoassays. Results: Fifty psoriatic patients (12.1 years old; IQR 9-15) and 50 controls (12.3 years old; IQR 8.8-15.9) were evaluated. Levels of TSP2 and IGFBP7 are increased, serum GDF15 levels are decreased and CD163 levels are similar between psoriatic patients and controls (p<0.001; p<0.001; p<0.001 and 0=0.53 respectively). Biomarkers were not correlated to skin disease severity and did not differentiate for the presence of musculoskeletal pain in patients and controls. Pediatric patients with psoriasis demonstrated significantly impaired physical, emotional, and school functioning by PedsQL 4.0 in comparison to healthy children and significantly worse physical and mental fatigue scores by PedsQL-MFS. The presence of musculoskeletal pain determined the worst HRQoL and fatigue scores for patients with psoriasis. The risk of impaired HRQoL in psoriasis was almost eight times higher in the presence of musculoskeletal pain (OR=7.71, 95%CI 1.66-35.78); other variables such as age, sex and severity of psoriasis did not increase the risk of HRQoL impairment. Conclusions: ECM biomarkers TSP2, IGFBP7 and GDF15 help to differentiate for the presence of psoriasis, but not for the presence of musculoskeletal pain. Children and adolescents with psoriasis have their HRQoL negatively impacted by musculoskeletal pain, more often than their peers. It is associated to fatigue and contributes to the burden of psoriasis in the pediatric population.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPFerriani, Virginia Paes LemeMeneghetti, Thaís Cugler2024-09-09info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17144/tde-23012025-100943/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-04-24T13:10:02Zoai:teses.usp.br:tde-23012025-100943Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-04-24T13:10:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Introdução: A psoríase é uma doença inflamatória sistêmica crônica comum que afeta principalmente a pele, mas pode estar associada à artrite psoriática ou à dor musculoesquelética, que é um tema pouco explorado na população pediátrica. Cerca de 25% dos casos de psoríase iniciam-se na infância e impactam negativamente nas dimensões fisiológicas e psicológicas. O papel da matriz extracelular (MEC) na mediação do processo biológico está sendo reconhecido em diferentes doenças autoimunes e metabólicas, mas os estudos na psoríase são escassos. Objetivos: 1) Analisar comparativamente biomarcadores séricos de inflamação e remodelamento do tecido conjuntivo thrombospondin 2 (TSP2), insulin-like growth factor-binding protein 7 (IGFBP7), growth differentiation factor 15 (GDF15), and cluster of differentiation 163 (CD163) em pacientes pediátricos com e sem psoríase e sua associação com dor musculoesquelética e 2) comparar os escores de qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS) e fadiga de pacientes pediátricos com psoríase e pares saudáveis e verificar a influência da dor musculoesquelética. Método: Trata-se de estudo observacional, analítico e transversal, com coleta de dados prospectiva. O Psoriasis Area and Severity Index (PASI) e a Superfície corporal afetada (SCA) foram usados para medir a atividade da doença de pele. A QVRS geral foi medida por meio do Pediatric Quality of Life Inventory 4.0 Generic Core Scales (PedsQL 4.0) e a fadiga foi avaliada por meio do PedsQL-Multidimentional Fatigue Scale (PedsQL-MFS). Os biomarcadores séricos TSP2, IGFBP7 GDF15 e CD163 foram avaliados por imunoensaios ELISA. Resultados: Foram avaliados 50 pacientes com psoríase (12,1 anos; IIQ 9-15) e 50 controles (12,3 anos; IIQ 8,8-15,9). Os níveis de TSP2 e IGFBP7 estiveram aumentados, os níveis séricos de GDF15 estiveram diminuídos e os níveis de CD163 foram semelhantes entre pacientes psoriáticos e controles (p<0,001; p<0,001; p<0,001 e 0=0,53 respectivamente). Os biomarcadores não foram correlacionados com a gravidade da doença de pele e não diferenciaram a presença de dor musculoesquelética em pacientes e controles. Pacientes pediátricos com psoríase demonstraram desempenho físico, emocional e escolar significativamente prejudicado pelo PedsQL 4.0 em comparação a crianças saudáveis e escores de fadiga física e mental significativamente piores pelo PedsQL-MFS. A presença de dor musculoesquelética determinou os piores escores de QVRS e fadiga para pacientes com psoríase. O risco de QVRS prejudicada na psoríase foi quase oito vezes maior na presença de dor musculoesquelética (OR=7,71, IC95% 1,66-35,78); outras variáveis como idade, sexo e gravidade da psoríase não aumentaram o risco de comprometimento da QVRS. Conclusões: Os biomarcadores de remodelamento da MEC TSP2, IGFBP7 e GDF15 ajudam a diferenciar a presença de psoríase, mas não a presença de dor musculoesquelética. Crianças e adolescentes com psoríase têm sua QVRS impactada negativamente pela dor musculoesquelética, com mais frequência do que seus pares. A dor está associada a fadiga e contribui para o fardo da psoríase na população pediátrica. |
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