Drenagem profunda em Terra Roxa estruturada (Paleustalf)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 1978
Autor(a) principal: Souza, Marcos Luiz de Paula
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11140/tde-20200111-140757/
Resumo: O estudo da drenagem profunda de uma Terra Roxa Estruturada (Oxic Paleustalf), f oi desenvolvido no campus da ESALQ/USP/PIRACICABA/SP, junto ao Posto Agro-Meteorológico do Departamento de Física e Meteorologia, durante um período de seis meses, três dos quais o solo foi cultivado com feijão. A drenagem foi estimada pela equação de Darcy, a 120 cm de profundidade, sendo que foram instalados na área experimental (10 m X 10 m) dez tensiômetros a 105 cm e dez a 135 cm de profundidade para determinação dos potenciais matricial e total da água no solo, assim como do gradiente de potencial. Foram também instalados quatro tubos de alumínio para acesso da sonda de neutrons, o que permitiu a determinação da umidade em quatro locais da parcela a quatro profundidades, assim como do armazenamento da água no período experimental. A condutividade hidráulica foi medida por SAUNDERS (1978) pelo procedimento de HILLEL et ali i (1972), na própria parcela. Os resultados obtidos permitiram que, além da estimativa da drenagem profunda, fossem discutidos: (a) a metodologia empregada e os erros cometidos na obtenção dos componentes da equação de Darcy; e (b) as interações entre drenagem profunda, precipitação e armazenamento da água no solo. Nas conclusões são enfatizados os fatos de que: (a) a drenagem profunda no período mais úmido foi responsável por cerca de 58,7% das perdas de água e no período mais seco por apenas 6, 6 % ; ( b) o movimento da água f o i sempre descendente; (c) podem-se obter valores com diferenças de até 1500% nas estimativas da drenagem profunda caso os tensiômetros não sejam manejados adequadamente; e (d) a variabilidade espacial das características do solo produziram erros em média de 40% na determinação da drenagem profunda, os quais poderiam ser minimizados se a localização dos equipamentos de medida fosse antecedida de uma análise das características morfológicas do solo
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