Textura e tamanho de grão de chapas finas de aço de baixo teor de carbono.
| Ano de defesa: | 1977 |
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| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3133/tde-19012026-094900/ |
Resumo: | Foi revista a questão da conformabilidade de chapas finas de baixo teor de carbono, destinadas a estampagem profunda. A revisão foi conduzida através de primeiro, as relações entre estampabilidade e anisotropia plástica e em seguida, entre anisotropia plástica e textura cristalográfica, até chegar a algumas considerações a respeito da estrutura fina do material e de seu efeito sobre as texturas. Particular atenção foi dada aos estado deformado a frio, às transformações no recozimento e aos seus efeitos sobre o desenvolvimento das texturas. Foi considerada a dependência de orientação das transformações e como essa relação afeta as texturas. Foram escolhidos alguns estados particulares do material, com a finalidade de verificar como variam o tamanho de grão e a textura de recozimento, de acordo com as variações estruturais presumíveis, decorrentes da variação do estado. Na parte experimental dois aços de baixo teor de carbono efervescentes, foram laminados a frio e recozidos. Antes da laminação a frio, foram tratados termicamente para obter quatro estados iniciais diferentes. Depois de laminados a frio até 75-80% de redução, recozimentos foram feitos às temperaturas de 500°, 600°, 700° e 800°, com cinco durações diferentes entre 0,1 minuto a 47 horas, e mais um recozimento em caixa simulado em condições de laboratório. Foi verificado também o efeito da recuperação sobre o tamanho de grão foi determinado por microscopia ótica, utilizando o método das interseções. Obteve-se uma variação bastante diversificada e ampla do tamanho de grão. Foi feita uma análise de variação do tamanho de grão e foram escolhidas doze amostras, para prosseguir o estudo da relação entre o tamanho de grão e a textura cristalográfica. Os dados para a determinação das texturasforam obtidos por difratometria de raio X (método de Schulz). Foram investigadas as texturas de deformação e de recozimento das amostras escolhidas. Figuras de polo incompletas foram construídas com as intensidades relativas dos planos {200}, {220} e {222} por meio de um programa de computador. A normalização das intensidades foi executada por intermédio da intensidade média dos planos {123} calculadas a partir de dados experimentais, pelo mesmo programa. Foi determinado também um parâmetro de textura (p = IR(222)/IR(200)). Os resultados obtidos indicam, que a relação entre o parâmetro de textura p e o tamanho de grão do aço de baixo teor de carbono investigado não pode ser expressa por meio de uma lei geral, pois esta relação varia com a estrutura do material, anterior à deformação plástica a frio e com as condições de recozimento. Foi observado, no entanto, que o aumento de p acompanhava o aumento de tamanho de grão em certas condições particulares, no caso, quando o carbono formava cementita em perlita. |
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