Efeitos do treinamento de co-contração voluntária isométrica máxima em parâmetros neuromusculares em diferentes populações
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/83/83131/tde-24032025-093958/ |
Resumo: | A presente tese de doutorado é composta por um conjunto de artigos científicos que investigam um método relativamente novo de treinamento de força denominada co-contração voluntária, explorando seus impactos em parâmetros neuromusculares, como força, espessura e atividade muscular. Ao longo do trabalho, são apresentados três estudos que examinam os efeitos deste treinamento em diferentes populações: adultos, idosos e pacientes com câncer. O estudo 1 (Capítulo 2) aborda a influência de diferentes instruções verbais no recrutamento muscular durante o treinamento de co-contração, destacando como instruções específicas podem otimizar a ativação de músculos almejados. O estudo 2 (Capítulo 3) investiga os efeitos de um programa de oito semanas de co-contração nos membros superiores e inferiores de idosos, especialmente no contexto do retorno às atividades físicas após o período de isolamento devido à pandemia de COVID-19. O estudo 3 (Capítulo 4) discute as dificuldades e os potenciais benefícios de implementar um programa de co-contração em pacientes com câncer colorretal, utilizando intervenções domiciliares supervisionadas virtualmente, para melhorar a adesão. Os resultados desta tese ampliam o conhecimento sobre a co-contração voluntária como uma alternativa eficaz ao treinamento de força convencional, com potencial aplicação em cenários onde o uso de equipamentos externos é limitado. As descobertas sugerem que o método pode melhorar a força e a hipertrofia muscular, sendo particularmente benéfico para populações com restrições de mobilidade ou acesso a academias. A tese também aborda e discute, em cada um dos respectivos artigos, as limitações de cada estudo, além de sugerir direções para pesquisas futuras, visando consolidar a co-contração como um método viável e acessível de treinamento de força. |
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Efeitos do treinamento de co-contração voluntária isométrica máxima em parâmetros neuromusculares em diferentes populaçõesEffects of maximal isometric voluntary co-contraction training on neuromuscular parameters in different populationsForça muscularmuscle recruitmentMuscle strengthmuscle thicknessMúsculosTreinamento de forçaA presente tese de doutorado é composta por um conjunto de artigos científicos que investigam um método relativamente novo de treinamento de força denominada co-contração voluntária, explorando seus impactos em parâmetros neuromusculares, como força, espessura e atividade muscular. Ao longo do trabalho, são apresentados três estudos que examinam os efeitos deste treinamento em diferentes populações: adultos, idosos e pacientes com câncer. O estudo 1 (Capítulo 2) aborda a influência de diferentes instruções verbais no recrutamento muscular durante o treinamento de co-contração, destacando como instruções específicas podem otimizar a ativação de músculos almejados. O estudo 2 (Capítulo 3) investiga os efeitos de um programa de oito semanas de co-contração nos membros superiores e inferiores de idosos, especialmente no contexto do retorno às atividades físicas após o período de isolamento devido à pandemia de COVID-19. O estudo 3 (Capítulo 4) discute as dificuldades e os potenciais benefícios de implementar um programa de co-contração em pacientes com câncer colorretal, utilizando intervenções domiciliares supervisionadas virtualmente, para melhorar a adesão. Os resultados desta tese ampliam o conhecimento sobre a co-contração voluntária como uma alternativa eficaz ao treinamento de força convencional, com potencial aplicação em cenários onde o uso de equipamentos externos é limitado. As descobertas sugerem que o método pode melhorar a força e a hipertrofia muscular, sendo particularmente benéfico para populações com restrições de mobilidade ou acesso a academias. A tese também aborda e discute, em cada um dos respectivos artigos, as limitações de cada estudo, além de sugerir direções para pesquisas futuras, visando consolidar a co-contração como um método viável e acessível de treinamento de força.The present doctoral thesis is composed of a set of scientific articles investigating a relatively new method of strength training approach known as voluntary co-contraction, exploring its impacts on neuromuscular parameters such as strength, muscle thickness, and muscle activity. Throughout the work, three studies are presented, examining the effects of this training in different populations: adults, older adults, and patients with cancer. The study 1 (Chapter 2) addresses the influence of different verbal instructions on muscle recruitment during co-contraction training, highlighting how specific instructions can optimize the activation of targeted muscles. The Study 2 (Chapter 3) investigates the effects of an eight-week co-contraction program on the upper and lower limbs of older adults, especially in the context of returning to physical activities after the lockdown period due to the COVID-19 pandemic. The study 3 (Chapter 4) discusses the challenges and potential benefits of implementing a co-contraction program for patients with colorectal cancer, using virtually supervised exercise interventions to improve adherence. The findings of this thesis expand the understanding of voluntary co-contraction as an effective alternative to conventional strength training, with potential applications in scenarios where the use of external equipment is limited. The results suggest that this method can enhance muscle strength and hypertrophy, particularly benefiting populations with mobility restrictions or limited access to gyms. Each of the respective articles also addresses and discusses the limitations of each study and suggests directions for future research, aiming to establish co-contraction as a viable and accessible strength training method.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPGomes, Matheus MachadoTirapelli, Daniela Pretti da CunhaFujita, Rafael Akira2024-12-13info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/83/83131/tde-24032025-093958/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-07-22T16:04:02Zoai:teses.usp.br:tde-24032025-093958Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-07-22T16:04:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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A presente tese de doutorado é composta por um conjunto de artigos científicos que investigam um método relativamente novo de treinamento de força denominada co-contração voluntária, explorando seus impactos em parâmetros neuromusculares, como força, espessura e atividade muscular. Ao longo do trabalho, são apresentados três estudos que examinam os efeitos deste treinamento em diferentes populações: adultos, idosos e pacientes com câncer. O estudo 1 (Capítulo 2) aborda a influência de diferentes instruções verbais no recrutamento muscular durante o treinamento de co-contração, destacando como instruções específicas podem otimizar a ativação de músculos almejados. O estudo 2 (Capítulo 3) investiga os efeitos de um programa de oito semanas de co-contração nos membros superiores e inferiores de idosos, especialmente no contexto do retorno às atividades físicas após o período de isolamento devido à pandemia de COVID-19. O estudo 3 (Capítulo 4) discute as dificuldades e os potenciais benefícios de implementar um programa de co-contração em pacientes com câncer colorretal, utilizando intervenções domiciliares supervisionadas virtualmente, para melhorar a adesão. Os resultados desta tese ampliam o conhecimento sobre a co-contração voluntária como uma alternativa eficaz ao treinamento de força convencional, com potencial aplicação em cenários onde o uso de equipamentos externos é limitado. As descobertas sugerem que o método pode melhorar a força e a hipertrofia muscular, sendo particularmente benéfico para populações com restrições de mobilidade ou acesso a academias. A tese também aborda e discute, em cada um dos respectivos artigos, as limitações de cada estudo, além de sugerir direções para pesquisas futuras, visando consolidar a co-contração como um método viável e acessível de treinamento de força. |
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