Ensaios não-destrutivos por ultra-som para inspeção de corrosão em tubulações.
| Ano de defesa: | 1994 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/3/3132/tde-06062025-071605/ |
Resumo: | São analisados métodos de detecção de corrosão por ultra-som, que consistem em determinar a espessura da parede de peças e a detecção de defeitos superficiais, na forma de cavidades. As espessuras são medidas utilizando-se métodos convencionais (detecção de pico, por limiar e correlação cruzada) e de convolução (filtro de Wiener, identificação de sistemas, filtro de conformação e múltiplas reflexões). São utilizadas peças com diferentes espessuras (2 mm, 5 mm e 10 mm), geome trias (planas, inclinadas e curvas) e acabamentos (lisas e rugosas) (aproximadamente 25 micrometros), e transdutores de 1,6 mhz, 2,25 mhz, 5 mhz. Dentre as várias técnicas, a de múltiplas reflexões apresenta melhores resultados, mas para cada caso o desempenho das técnicas varia. De particular interesse é a verificação da influência da rugosidade superficial nas várias técnicas utilizadas, que pode tanto impossibilitar suas aplicações quanto indicar o nível de corrosão presente. Analisa-se a relação entre a informação contida numa onda ultrasônica (amplitude, frequência) refletida por uma superfície e a rugosidade superficial desta, com o intuito de estimar-se o estado da superfície. As rugosidades utilizadas (desvios padrão da superficie), variam entre 1 micrometro a 25 micrometros. Faz-se também a verificação da teoria de aproximação de Kirchhoff, utilizada para o estudo de superfícies rugosas. |
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