Estudo da distribuição térmica da superfície cutânea facial por meio de termografia infravermelha: termoanatomia da face

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2014
Autor(a) principal: Haddad, Denise Sabbagh
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23139/tde-15042015-171442/
Resumo: Pelo fato da face ser uma estrutura que envolve multissistemas, ela é considerada anatomica e funcionalmente muito complexa em sua avaliação clínica. Muitos diagnósticos de doenças que afetam a região facial são realizados por meio de métodos de imagem, entretanto, as técnicas convencionais são incompletas, pois apresentam um déficit de informações em relação aos aspectos funcionais, relativos à microcirculação regional e o sistema nervoso autônomo. Para documentação objetiva destas alterações, a termografia por imagem infravermelha tem sido proposta como método auxiliar diagnóstico. O objetivo deste estudo foi identificar, mapear e quantificar pontos de referência baseados na termoanatomia da face, a partir de gradientes térmicos, em uma população adulta. A amostra constituiu-se por 161 voluntários, ambos os gêneros, entre 26 e 84 anos (63 ±15 anos). Foram identificados 28 pontos de referência termoanatômicos fixos em 94,6% da amostra. A temperatura média desses pontos de referência termoanatômicos variou entre 33,3°C a 35,6°C, sendo que o melhor valor de corte para sua correta identificação na face foi acima de 34,5ºC. Não houve diferença estatística quando os comparou entre as hemifaces correspondentes e nem quanto à idade dos voluntários (?T = 0,11°C), exceto entre os gêneros e grupo racial (p<0,05). Concluiu-se que a face apresenta pontos termoanatômicos fixos e confiáveis em adultos, a qual a termografia tem o potencial de auxiliar na identificação de alterações a partir destes pontos.
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