Perfil de microRNAs, proteoma e funcionalidade da HDL são distintos em mulheres com câncer de mama em comparação a controles: associação com a classificação molecular e estágio tumoral
| Ano de defesa: | 2025 |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5135/tde-13102025-140354/ |
Resumo: | O câncer de mama é uma das principais causas de mortalidade em mulheres. Além dos fatores de risco clássicos, o colesterol na lipoproteína de densidade alta (HDLc) tem sido associado ao desenvolvimento do câncer de mama, embora os resultados sejam controversos. A HDL medeia a remoção do excesso de colesterol celular e exerce ações antioxidantes, anti-inflamatórias e transporta microRNAs (miRs), proteínas e lípides bioativos que podem influenciar a evolução do câncer de mama. Estes aspectos de funcionalidade não são refletidos pela determinação do HDLc. Avaliou-se em mulheres recentemente diagnosticadas com câncer de mama invasivo (estágios I a IV) isentas de tratamento, o perfil de microRNAs (miRs), a proteômica e a capacidade anti-inflamatória da HDL em comparação com mulheres saudáveis e nos diferentes tipos moleculares e estágios clínicos da doença. Foram incluídas 141 mulheres com câncer de mama e 143 mulheres saudáveis pareadas por idade e índice de massa corporal. A HDL foi isolada do plasma por ultracentrifugação. A concentração de lípides no plasma e na HDL foi determinada por métodos enzimáticos colorimétricos e de apolipoproteína A-1 (apoA-1) por imunoturbidimetria. A proteômica foi determinada por espectrometria de massas e aquisição independente de dados e os miRs, por RT-qPCR. A atividade anti-inflamatória foi determinada em macrófagos expostos às HDL e, a seguir, desafiados com lipopolissacarídeos, analisando-se a secreção de citocinas inflamatórias por ELISA. Os resultados foram comparados por teste de Mann-Whitney ou de Kruskal-Wallis com pós-teste de Müller-Dunn. Os lípides plasmáticos e a composição da HDL em lípides e apoA-1 foram semelhantes entre os grupos controle e câncer de mama. A HDL do grupo câncer apresentou maior capacidade de inibir a secreção e IL6 (47%) e TNF (34%), o que foi especialmente observado no tipo triplo-negativo e nos estágios avançados da doença. A expressão de mir375-3p e 223-3p foi maior no grupo câncer de mama, independentemente do tipo molecular e estágio clínico, com elevado poder discriminatório com o grupo controle, de acordo com a curva ROC (ROC = 0,8105 p = 0,0254; ROC = 1,000, p = 0,003), respectivamente. O miR375-3p foi inversamente associado com a secreção de IL6 (r= -0,4526; p= 0,0023) e TNF (r= -0,4384; p= 0,0033). Das 88 proteínas encontradas na HDL de ambos os grupos, seis 6 foram menores [PON1(1,1x); apoA-4 (1,1x); TTR (1,1x); CLEC3B (1,1x); IGHM (1,5x) e CNDP1 (1,3x)] e uma maior [SAA2(2,3x)] no câncer de mama em comparação ao grupo controle (p<0,05), com capacidade discriminativa para CNPD1 (ROC = 0,5890; p = 0,0176), IGHM (ROC = 0,5846; p = 0,0241) e SAA2 (ROC = 0,5920; p = 0,0146). Um perfil diferencial de proteínas na HDL também foi observado entre os tipos moleculares, especialmente para o triplo-negativo, e entre os estágios da doença. Estes achados apontam para um perfil funcional e de composição em miRs e proteínas distintos na HDL do câncer de mama, embora a contribuição para a evolução da doença necessite ser comprovada por estudos em longo prazo. |
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Perfil de microRNAs, proteoma e funcionalidade da HDL são distintos em mulheres com câncer de mama em comparação a controles: associação com a classificação molecular e estágio tumoralMicroRNA profile, proteome, and HDL functionality are distinct in women with breast cancer compared to controls: association with molecular classification and tumor stageBreast cancerCâncer de mamaHDLHDLIL6IL6MiRsMiRsProteômicaProteomicsTNFTNFO câncer de mama é uma das principais causas de mortalidade em mulheres. Além dos fatores de risco clássicos, o colesterol na lipoproteína de densidade alta (HDLc) tem sido associado ao desenvolvimento do câncer de mama, embora os resultados sejam controversos. A HDL medeia a remoção do excesso de colesterol celular e exerce ações antioxidantes, anti-inflamatórias e transporta microRNAs (miRs), proteínas e lípides bioativos que podem influenciar a evolução do câncer de mama. Estes aspectos de funcionalidade não são refletidos pela determinação do HDLc. Avaliou-se em mulheres recentemente diagnosticadas com câncer de mama invasivo (estágios I a IV) isentas de tratamento, o perfil de microRNAs (miRs), a proteômica e a capacidade anti-inflamatória da HDL em comparação com mulheres saudáveis e nos diferentes tipos moleculares e estágios clínicos da doença. Foram incluídas 141 mulheres com câncer de mama e 143 mulheres saudáveis pareadas por idade e índice de massa corporal. A HDL foi isolada do plasma por ultracentrifugação. A concentração de lípides no plasma e na HDL foi determinada por métodos enzimáticos colorimétricos e de apolipoproteína A-1 (apoA-1) por imunoturbidimetria. A proteômica foi determinada por espectrometria de massas e aquisição independente de dados e os miRs, por RT-qPCR. A atividade anti-inflamatória foi determinada em macrófagos expostos às HDL e, a seguir, desafiados com lipopolissacarídeos, analisando-se a secreção de citocinas inflamatórias por ELISA. Os resultados foram comparados por teste de Mann-Whitney ou de Kruskal-Wallis com pós-teste de Müller-Dunn. Os lípides plasmáticos e a composição da HDL em lípides e apoA-1 foram semelhantes entre os grupos controle e câncer de mama. A HDL do grupo câncer apresentou maior capacidade de inibir a secreção e IL6 (47%) e TNF (34%), o que foi especialmente observado no tipo triplo-negativo e nos estágios avançados da doença. A expressão de mir375-3p e 223-3p foi maior no grupo câncer de mama, independentemente do tipo molecular e estágio clínico, com elevado poder discriminatório com o grupo controle, de acordo com a curva ROC (ROC = 0,8105 p = 0,0254; ROC = 1,000, p = 0,003), respectivamente. O miR375-3p foi inversamente associado com a secreção de IL6 (r= -0,4526; p= 0,0023) e TNF (r= -0,4384; p= 0,0033). Das 88 proteínas encontradas na HDL de ambos os grupos, seis 6 foram menores [PON1(1,1x); apoA-4 (1,1x); TTR (1,1x); CLEC3B (1,1x); IGHM (1,5x) e CNDP1 (1,3x)] e uma maior [SAA2(2,3x)] no câncer de mama em comparação ao grupo controle (p<0,05), com capacidade discriminativa para CNPD1 (ROC = 0,5890; p = 0,0176), IGHM (ROC = 0,5846; p = 0,0241) e SAA2 (ROC = 0,5920; p = 0,0146). Um perfil diferencial de proteínas na HDL também foi observado entre os tipos moleculares, especialmente para o triplo-negativo, e entre os estágios da doença. Estes achados apontam para um perfil funcional e de composição em miRs e proteínas distintos na HDL do câncer de mama, embora a contribuição para a evolução da doença necessite ser comprovada por estudos em longo prazo.Breast cancer is one of the leading causes of mortality among women. In addition to classic risk factors, high-density lipoprotein cholesterol (HDL-C) has been associated with breast cancer development, although results remain controversial. HDL mediates the removal of excess cellular cholesterol, exerts antioxidant and anti-inflammatory actions, and transports microRNAs (miRs), proteins, and bioactive lipids that may influence breast cancer progression. These functional aspects are not reflected in HDL-C measurements. This study evaluated the microRNA (miR) profile, proteomics, and anti-inflammatory capacity of HDL in women recently diagnosed with invasive breast cancer (stages I to IV) who had not yet undergone treatment. Comparisons were made with healthy women, as well as across different molecular subtypes and clinical stages of the disease. The study included 141 women with breast cancer and 143 healthy women matched for age and body mass index (BMI). HDL was isolated from plasma by ultracentrifugation. Lipid concentrations in plasma and HDL were determined using enzymatic colorimetric methods, while apolipoprotein A-1 (apoA-1) levels were measured by immunoturbidimetry. Proteomics was assessed through mass spectrometry with data-independent acquisition, and miRs were analyzed using RT-qPCR. Anti-inflammatory activity was evaluated in macrophages exposed to HDL and subsequently challenged with lipopolysaccharides, with inflammatory cytokine secretion analyzed by ELISA. Results were compared using the Mann-Whitney or Kruskal-Wallis test with Müller-Dunn post-hoc analysis. Plasma lipid levels and the lipid and apoA-1 composition of HDL were similar between the control and breast cancer groups. However, HDL from the breast cancer group exhibited a greater capacity to inhibit IL-6 (47 %) and TNF (34 %) secretion, particularly in triple-negative breast cancer and advanced disease stages. Expression of miR-375-3p and miR-223-3p was higher in the breast cancer group, regardless of molecular subtype and clinical stage, showing a high discriminatory power from the control group according to ROC curve (ROC = 0.8105 p = 0.0254; ROC = 1.000, p = 0.003), respectively. miR-375-3p was inversely associated with IL-6 (r= -0.4526; p= 0.0023) and TNF (r= -0.4384; p= 0.0033) secretion. Among the 88 proteins identified in HDL from both groups, six were found at lower levels [PON1 (1.1x), apoA-4 (1.1x), TTR (1.1x), CLEC3B (1.1x), IGHM (1.5x), and CNDP1 (1.3x)], while one was higher [SAA2 (2.3x)] in breast cancer compared to the control group (p<0.05). CNDP1 (ROC = 0.5890; p = 0.0176), IGHM (ROC = 0.5846; p = 0.0241), and SAA2 (ROC = 0.5920; p = 0.0146) exhibited discriminatory capacity. A differential protein profile in HDL was also observed across molecular subtypes, particularly in triple-negative cases and disease stages. These findings indicate a distinct functional and compositional profile of miRs and proteins in HDL from breast cancer patients. However, the contribution of these alterations to disease progression requires further confirmation through long-term studies.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPPassarelli, MarisaSantana, Monique de Fatima Mello2025-06-04info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5135/tde-13102025-140354/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-10-13T17:17:02Zoai:teses.usp.br:tde-13102025-140354Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-10-13T17:17:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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O câncer de mama é uma das principais causas de mortalidade em mulheres. Além dos fatores de risco clássicos, o colesterol na lipoproteína de densidade alta (HDLc) tem sido associado ao desenvolvimento do câncer de mama, embora os resultados sejam controversos. A HDL medeia a remoção do excesso de colesterol celular e exerce ações antioxidantes, anti-inflamatórias e transporta microRNAs (miRs), proteínas e lípides bioativos que podem influenciar a evolução do câncer de mama. Estes aspectos de funcionalidade não são refletidos pela determinação do HDLc. Avaliou-se em mulheres recentemente diagnosticadas com câncer de mama invasivo (estágios I a IV) isentas de tratamento, o perfil de microRNAs (miRs), a proteômica e a capacidade anti-inflamatória da HDL em comparação com mulheres saudáveis e nos diferentes tipos moleculares e estágios clínicos da doença. Foram incluídas 141 mulheres com câncer de mama e 143 mulheres saudáveis pareadas por idade e índice de massa corporal. A HDL foi isolada do plasma por ultracentrifugação. A concentração de lípides no plasma e na HDL foi determinada por métodos enzimáticos colorimétricos e de apolipoproteína A-1 (apoA-1) por imunoturbidimetria. A proteômica foi determinada por espectrometria de massas e aquisição independente de dados e os miRs, por RT-qPCR. A atividade anti-inflamatória foi determinada em macrófagos expostos às HDL e, a seguir, desafiados com lipopolissacarídeos, analisando-se a secreção de citocinas inflamatórias por ELISA. Os resultados foram comparados por teste de Mann-Whitney ou de Kruskal-Wallis com pós-teste de Müller-Dunn. Os lípides plasmáticos e a composição da HDL em lípides e apoA-1 foram semelhantes entre os grupos controle e câncer de mama. A HDL do grupo câncer apresentou maior capacidade de inibir a secreção e IL6 (47%) e TNF (34%), o que foi especialmente observado no tipo triplo-negativo e nos estágios avançados da doença. A expressão de mir375-3p e 223-3p foi maior no grupo câncer de mama, independentemente do tipo molecular e estágio clínico, com elevado poder discriminatório com o grupo controle, de acordo com a curva ROC (ROC = 0,8105 p = 0,0254; ROC = 1,000, p = 0,003), respectivamente. O miR375-3p foi inversamente associado com a secreção de IL6 (r= -0,4526; p= 0,0023) e TNF (r= -0,4384; p= 0,0033). Das 88 proteínas encontradas na HDL de ambos os grupos, seis 6 foram menores [PON1(1,1x); apoA-4 (1,1x); TTR (1,1x); CLEC3B (1,1x); IGHM (1,5x) e CNDP1 (1,3x)] e uma maior [SAA2(2,3x)] no câncer de mama em comparação ao grupo controle (p<0,05), com capacidade discriminativa para CNPD1 (ROC = 0,5890; p = 0,0176), IGHM (ROC = 0,5846; p = 0,0241) e SAA2 (ROC = 0,5920; p = 0,0146). Um perfil diferencial de proteínas na HDL também foi observado entre os tipos moleculares, especialmente para o triplo-negativo, e entre os estágios da doença. Estes achados apontam para um perfil funcional e de composição em miRs e proteínas distintos na HDL do câncer de mama, embora a contribuição para a evolução da doença necessite ser comprovada por estudos em longo prazo. |
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