Inomogeneidade na distribuição de matéria no universo
| Ano de defesa: | 2003 |
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| Orientador(a): | |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/43/43134/tde-04062021-155259/ |
Resumo: | Através dos dados experimentais, tem-se constatado que a distribuição da matéria em grande escala do universo não é homogênea, revelando a existência de estruturas compatíveis com a conhecida formação de fractais pelo menos até distâncias de aproximadamente 200Mpc. Resultados recentes corroboram tais observações, indicando a existência de vazios, \"voids\", e aglomedados de galáxias, fazendo com que o Modelo Padrão do universo sofra críticas. Neste contexto, foi proposta uma nova análise estatística para tratar os dados observacionais, que apresentam uma correlação compatível com a de uma distribuição fractal com dimensão D=2. Neste trabalho, são apresentados duas abordagens para este problema. A primeira consiste em analisar e validar a \"conjectura fractal aparente\", a qual afirma que a estrutura fractal em pequena ou larga escala tem origem em efeitos relativísticos quando grandezas observáveis são calculadas ao longo do cone de luz passado do observador. A partir desta condição sobre tais grandezas relevantes para o estudo da distribuição de matéria, é verificado que mesmo em um universo espacialmente homogêneo do Modelo Padrão, sua densidade média em função da distância reproduz uma lei de potência característica de uma distribuição fractal e com valor para o expoente compatível com os medidos experimentalmente. Na segunda abordagem, é construída uma Lagrangeana para um universo hierárquico. As equações do movimento são desenvolvidas numericamente e é obtida a evolução temporal da dimensão fractal para diferentes condições iniciais. O modelo, que é inicialmente homogêneo, evolui para um universo auto-similar com uma dimensão fractal aproximadamente constante |
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Inomogeneidade na distribuição de matéria no universoInhomogeneity in the distribution of matter in the universeCOSMOLOGIACOSMOLOGYFRACTAISFRACTALSAtravés dos dados experimentais, tem-se constatado que a distribuição da matéria em grande escala do universo não é homogênea, revelando a existência de estruturas compatíveis com a conhecida formação de fractais pelo menos até distâncias de aproximadamente 200Mpc. Resultados recentes corroboram tais observações, indicando a existência de vazios, \"voids\", e aglomedados de galáxias, fazendo com que o Modelo Padrão do universo sofra críticas. Neste contexto, foi proposta uma nova análise estatística para tratar os dados observacionais, que apresentam uma correlação compatível com a de uma distribuição fractal com dimensão D=2. Neste trabalho, são apresentados duas abordagens para este problema. A primeira consiste em analisar e validar a \"conjectura fractal aparente\", a qual afirma que a estrutura fractal em pequena ou larga escala tem origem em efeitos relativísticos quando grandezas observáveis são calculadas ao longo do cone de luz passado do observador. A partir desta condição sobre tais grandezas relevantes para o estudo da distribuição de matéria, é verificado que mesmo em um universo espacialmente homogêneo do Modelo Padrão, sua densidade média em função da distância reproduz uma lei de potência característica de uma distribuição fractal e com valor para o expoente compatível com os medidos experimentalmente. Na segunda abordagem, é construída uma Lagrangeana para um universo hierárquico. As equações do movimento são desenvolvidas numericamente e é obtida a evolução temporal da dimensão fractal para diferentes condições iniciais. O modelo, que é inicialmente homogêneo, evolui para um universo auto-similar com uma dimensão fractal aproximadamente constanteInhomogeneity in the distribution of matter in the universeBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPAbdalla, ElcioNascimento, Fabricio2003-06-12info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/43/43134/tde-04062021-155259/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2021-06-08T01:01:02Zoai:teses.usp.br:tde-04062021-155259Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212021-06-08T01:01:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Através dos dados experimentais, tem-se constatado que a distribuição da matéria em grande escala do universo não é homogênea, revelando a existência de estruturas compatíveis com a conhecida formação de fractais pelo menos até distâncias de aproximadamente 200Mpc. Resultados recentes corroboram tais observações, indicando a existência de vazios, \"voids\", e aglomedados de galáxias, fazendo com que o Modelo Padrão do universo sofra críticas. Neste contexto, foi proposta uma nova análise estatística para tratar os dados observacionais, que apresentam uma correlação compatível com a de uma distribuição fractal com dimensão D=2. Neste trabalho, são apresentados duas abordagens para este problema. A primeira consiste em analisar e validar a \"conjectura fractal aparente\", a qual afirma que a estrutura fractal em pequena ou larga escala tem origem em efeitos relativísticos quando grandezas observáveis são calculadas ao longo do cone de luz passado do observador. A partir desta condição sobre tais grandezas relevantes para o estudo da distribuição de matéria, é verificado que mesmo em um universo espacialmente homogêneo do Modelo Padrão, sua densidade média em função da distância reproduz uma lei de potência característica de uma distribuição fractal e com valor para o expoente compatível com os medidos experimentalmente. Na segunda abordagem, é construída uma Lagrangeana para um universo hierárquico. As equações do movimento são desenvolvidas numericamente e é obtida a evolução temporal da dimensão fractal para diferentes condições iniciais. O modelo, que é inicialmente homogêneo, evolui para um universo auto-similar com uma dimensão fractal aproximadamente constante |
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