Caps IJ e escolas: a necessidade de encontros nas diferenças

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2020
Autor(a) principal: Silva, Renata Penalva Vieira da
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47131/tde-03082020-113938/
Resumo: Esta pesquisa se propõe a investigar os elementos presentes no trabalho em um Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (Caps IJ), quando se procura estabelecer uma postura nãosobrecodificadora no encontro com as escolas de seu território, afim de colaborar com práticas inclusivas, opondo-se a reducionismos, silenciamentos ou marginalizações na infância e juventude. A construção do campo de problematização se dá na percepção da distância entre os pedidos que as escolas endereçavam ao Caps onde a pesquisadora trabalhava e como o Caps se dirigia às escolas. A partir do uso de narrativas analíticas, compreendemos repetir movimentos colonizadores da saúde que buscávamos superar. A negação em atuar práticas redutoras do sujeito, que é constituinte do dispositivo Caps, requeria a invenção de estratégias para que esta negação não se atualizasse na relação com a escola. A pesquisa bibliográfica fez necessária composição com as narrativas, para investigar os movimentos históricos nos encontros entre saúde mental e educação. Nesta esteira, a discussão sobre diferença como aspecto relacional nos auxiliou a pensar inflexões na prática, assim como o conceito da intersetorialidade e sua construção nos permitiram localizar nosso debate, que trata de encontro entre serviços públicos compromissados com o princípio da equidade. Esta discussão se materializa nas experiências vividas no Caps, a partir da construção de encontros com as trabalhadoras das escolas do território. Experiências que pediam teorização, para a elas retornar
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