Antiguidade da arte da pintura, sua nobreza, divino, e humano que a exercitou, e honras que os monarcas fizeram a seus artífices - Félix da Costa Meesen - 1696: texto modernizado e análises

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Silva, Monica Messias
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Art
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/31/31131/tde-01032018-130721/
Resumo: O presente trabalho tem por objetivos: em primeiro lugar, realizar uma transcrição modernizada do tratado Antiguidade da Arte da Pintura, sua nobreza, divino, e humano que a exercitou, e honras que os monarcas fizeram a seus artífices, 1696, de Félix da Costa Meesen; em segundo lugar, apresentar uma análise de elementos retóricos do texto, para isso levando em consideração a tradição de leitura à época de Félix da Costa Meesen. O tratado é um dos primeiros documentos a reivindicar a criação de uma Academia de Artes em Portugal, o que de fato só aconteceria em meados do século XIX. Para assegurar seus argumentos, Félix da Costa aplica no discurso do tratado escolhas elocutivas a partir do gênero epidítico, como por exemplo, quando opera lugares-comuns de Plínio, o Velho. Esses lugares-comuns elevam a Pintura a altos patamares. O tratado conta atualmente apenas com uma publicação: uma edição fac-similar seguida de uma tradução para o inglês sob a organização de George Kubler, de 1967, por meio da Yale University Press, da Universidade de Yale - EUA. A versão digitalizada do tratado está disponível no site Beinecke Rare Book & Manuscript Library da Biblioteca da Universidade de Yale. O códice é de difícil acesso a demais leitores que não possam compreender manuscritos seiscentistas. Justificamos, assim, nossa transcrição modernizada porque acreditamos que ela fará com que esta obra de Félix da Costa, de grande relevância por abordar a tratadística sobre a Arte da Pintura, ganhe mais consulentes.
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