<p>Estabelecimento de modelo cardiovascular in vitro derivado de células-tronco pluripotentes humanas (hiPSCs) para análise funcional da hipertensão.</p>
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertacoes da USP
Universidade de São Paulo Biotecnologia |
| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://teses.usp.br/teses/disponiveis/87/87131/tde-29042026-141637/ |
Resumo: | A hipertensão arterial sistêmica é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares, mas seus mecanismos celulares e moleculares ainda não estão completamente elucidados. Dada sua natureza multifatorial e complexa, modelos humanos capazes de refletir com maior fidelidade os aspectos fisiopatológicos da doença são fundamentais para o avanço da área. Neste trabalho, foi desenvolvido um modelo <em>in vitro</em> baseado em células-tronco pluripotentes induzidas humanas (hiPSCs) derivadas de indivíduos hipertensos e normotensos, diferenciadas em células vasculares células musculares lisas (iVSMCs) e células endoteliais (iECs). A partir desse modelo, foram conduzidas análises moleculares e funcionais para investigar a resposta redox, inflamatória, proliferativa e angiogênica associada ao fenótipo hipertensivo. Os dados obtidos indicam que as células vasculares derivadas de indivíduos hipertensos exibem alterações persistentes em vias relacionadas ao estresse oxidativo, organização do citoesqueleto, metabolismo mitocondrial e plasticidade fenotípica, mesmo na ausência de estímulos externos. Além disso, observou-se que essas alterações também estão presentes, em menor grau, em células de indivíduos hipertensos com controle pressórico farmacológico. Os resultados apoiam a hipótese de que a predisposição genética à hipertensão se manifesta em células derivadas de hiPSCs, validando o uso deste modelo como ferramenta experimental para o estudo da fisiopatologia vascular hipertensiva e potenciais intervenções terapêuticas. |
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<p>Estabelecimento de modelo cardiovascular in vitro derivado de células-tronco pluripotentes humanas (hiPSCs) para análise funcional da hipertensão.</p><p>Establishment of an in vitro cardiovascular model derived from human induced pluripotent stem cells (hiPSCs) for functional analysis of hypertension.</p>Células vascularesCélulas-tronco pluripotentes induzidasEstresse oxidativoHipertensãoModelo <em>in vitro</em><em>In vitro</em> modelOxidative stressInduced pluripotent stem cellsHypertensionVascular cellsA hipertensão arterial sistêmica é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares, mas seus mecanismos celulares e moleculares ainda não estão completamente elucidados. Dada sua natureza multifatorial e complexa, modelos humanos capazes de refletir com maior fidelidade os aspectos fisiopatológicos da doença são fundamentais para o avanço da área. Neste trabalho, foi desenvolvido um modelo <em>in vitro</em> baseado em células-tronco pluripotentes induzidas humanas (hiPSCs) derivadas de indivíduos hipertensos e normotensos, diferenciadas em células vasculares células musculares lisas (iVSMCs) e células endoteliais (iECs). A partir desse modelo, foram conduzidas análises moleculares e funcionais para investigar a resposta redox, inflamatória, proliferativa e angiogênica associada ao fenótipo hipertensivo. Os dados obtidos indicam que as células vasculares derivadas de indivíduos hipertensos exibem alterações persistentes em vias relacionadas ao estresse oxidativo, organização do citoesqueleto, metabolismo mitocondrial e plasticidade fenotípica, mesmo na ausência de estímulos externos. Além disso, observou-se que essas alterações também estão presentes, em menor grau, em células de indivíduos hipertensos com controle pressórico farmacológico. Os resultados apoiam a hipótese de que a predisposição genética à hipertensão se manifesta em células derivadas de hiPSCs, validando o uso deste modelo como ferramenta experimental para o estudo da fisiopatologia vascular hipertensiva e potenciais intervenções terapêuticas.Systemic arterial hypertension is a major risk factor for cardiovascular diseases, yet its underlying cellular and molecular mechanisms remain incompletely understood. Due to the multifactorial nature of hypertension, the development of human-derived models that better replicate disease-specific phenotypes is essential. In this study, we established an in vitro cardiovascular model using human induced pluripotent stem cells (hiPSCs) derived from hypertensive and normotensive individuals, differentiated into vascular cellsvascular smooth muscle cells (iVSMCs) and endothelial cells (iECs). We performed molecular and functional analyses to investigate redox status, inflammation, proliferation, and angiogenic capacity associated with the hypertensive phenotype. The results demonstrate that vascular cells derived from hypertensive individuals exhibit persistent alterations in oxidative stress pathways, cytoskeletal organization, mitochondrial metabolism, and phenotypic plasticity, even in the absence of external stimuli. Furthermore, similar features were observed, though less pronounced, in hypertensive individuals with controlled blood pressure. These findings support the hypothesis that the genetic background of hypertension is retained in hiPSCs and re-emerges after differentiation. Thus, this model provides a valuable platform for studying the vascular pathophysiology of hypertension and exploring therapeutic interventions.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertacoes da USPUniversidade de São PauloBiotecnologiaCarramaschi, Lygia da Veiga PereiraSarafian, Raquel Delgado2025-09-252026-04-30info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://teses.usp.br/teses/disponiveis/87/87131/tde-29042026-141637/doi:10.11606/T.87.2025.tde-29042026-141637Liberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccessporreponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USP2026-04-30T18:15:02Zoai:teses.usp.br:tde-29042026-141637Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-04-30T18:15:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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A hipertensão arterial sistêmica é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares, mas seus mecanismos celulares e moleculares ainda não estão completamente elucidados. Dada sua natureza multifatorial e complexa, modelos humanos capazes de refletir com maior fidelidade os aspectos fisiopatológicos da doença são fundamentais para o avanço da área. Neste trabalho, foi desenvolvido um modelo <em>in vitro</em> baseado em células-tronco pluripotentes induzidas humanas (hiPSCs) derivadas de indivíduos hipertensos e normotensos, diferenciadas em células vasculares células musculares lisas (iVSMCs) e células endoteliais (iECs). A partir desse modelo, foram conduzidas análises moleculares e funcionais para investigar a resposta redox, inflamatória, proliferativa e angiogênica associada ao fenótipo hipertensivo. Os dados obtidos indicam que as células vasculares derivadas de indivíduos hipertensos exibem alterações persistentes em vias relacionadas ao estresse oxidativo, organização do citoesqueleto, metabolismo mitocondrial e plasticidade fenotípica, mesmo na ausência de estímulos externos. Além disso, observou-se que essas alterações também estão presentes, em menor grau, em células de indivíduos hipertensos com controle pressórico farmacológico. Os resultados apoiam a hipótese de que a predisposição genética à hipertensão se manifesta em células derivadas de hiPSCs, validando o uso deste modelo como ferramenta experimental para o estudo da fisiopatologia vascular hipertensiva e potenciais intervenções terapêuticas. |
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