Caracterização do estado nutricional e adiponectina e relação com mucosite em pacientes submetidos ao transplante alogênico de células tronco hematopoiéticas
| Ano de defesa: | 2024 |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17162/tde-21022025-111421/ |
Resumo: | Introdução: No transplante alogênico de células-tronco hematopoiéticas (TCTH-alo), a mucosite oral (MO) está associada a piores desfechos clínicos e impacta a terapia nutricional. O Nutritional Risk Index (NRI), utilizando peso e albumina sérica, identifica riscos nutricionais. A adiponectina, reguladora do metabolismo da glicose e potencialmente envolvida na cicatrização mucosa, pode servir como biomarcador. Avaliar seus níveis séricos pode elucidar sua influência na MO e no estado nutricional no TCTH-alo. Objetivo: avaliar o estado nutricional e a variação dos níveis séricos de adiponectina durante o TCTH-alo e relacionar com a MO. Metodologia: estudo reprospectivo longitudinal com pacientes submetidos ao primeiro TCTH-alo, idade ≥20 anos, ambos os sexos. O estudo foi dividido em dois tempos: T1 (imediatamente antes do início do condicionamento) e T2 (no momento de pior grau de MO antes da enxertia neutrofílica). As variáveis sexo, doença de base, regime de condicionamento, tipo de doador das células progenitoras, compatibilidade HLA (Antígeno Leucocitário Humano), fonte de células e comorbidades foram coletadas no T1 e as demais variáveis foram coletadas nos dois tempos. Foi realizada a avaliação do estado nutricional utilizando peso, classificação pelo Índice de massa corporal (IMC) e NRI, através de dados do prontuário. Avaliou-se os níveis séricos de adiponectina, albumina e proteína C reativa (PCR). Resultados: Foram incluídos 20 pacientes que realizaram o TCTH-alo, 5 do sexo feminino e 15 do sexo masculino, idade de 40,3 ± 13,4 anos. Na amostra, 65% dos pacientes apresentavam doença de base maligna. O TCTH-alo haploidêntico foi o mais incidente. O peso médio do T1 foi de 71,41 ± 16,14 kg e do T2 foi de 71,88 ± 14,99 kg; pela classificação do IMC, no T1, 12 (60%) pacientes apresentam eutrofia, 4 (20%) sobrepeso, 2 (10%) obesidade e 2 (10%) desnutrição; no T2 a classificação se manteve. Todos apresentaram risco nutricional severo pelo NRI em ambos os tempos. A albumina foi de 4,08 ± 0,4 g/dl no T1 e 3,59 ± 0,3 g/dl no T2. Já a PCR, teve o valor de 1,07 ± 1,05 mg/dl no T1 e 4,26 ± 3,52 mg/dl no T2. Com relação aos níveis séricos de adiponectina, a média no T1 e T2 foi de 88,76 ± 117,9 µg/ml e 167,03 ± 209,3 µg/ml, respectivamente. Quatro pacientes (20%) apresentaram MO e a sua classificação foi grau I (n=2), grau II (n=1) e grau III (n=1). Os valores de adiponectina foram superiores no T2 (p=0,007*). Houve correlação significativa negativa entre adiponectina e albumina no T1 (r=-0,44 p=0,05*) e no T2 (r=-0,45 p=0,05*) e correlação positiva do NRI com IMC no T1 (r=0,83 p<0,001*) e T2 (r=0,72 p<0,001*). O condicionamento parece exercer influência sobre a produção de adiponectina, sendo o de intensidade reduzida com maiores valores no T2 (p= 0,035*). Conclusão: Os níveis séricos de adiponectina foram superiores no T2. O NRI correlacionou-se positivamente com o IMC, sinalizando variações de ganho de peso e adiposidade, indicativos de risco nutricional. Não foram encontradas correlações entre MO e adiponectina, IMC ou NRI. |
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Caracterização do estado nutricional e adiponectina e relação com mucosite em pacientes submetidos ao transplante alogênico de células tronco hematopoiéticasCharacterization of nutritional status and adiponectin and relationship with mucositis in patients undergoing allogeneic hematopoietic stem cell transplantationAdiponectinAdiponectinaHematopoietic stem cell transplantationMucosite oralNRINRIOral mucositisTransplante de células tronco hematopoiéticasIntrodução: No transplante alogênico de células-tronco hematopoiéticas (TCTH-alo), a mucosite oral (MO) está associada a piores desfechos clínicos e impacta a terapia nutricional. O Nutritional Risk Index (NRI), utilizando peso e albumina sérica, identifica riscos nutricionais. A adiponectina, reguladora do metabolismo da glicose e potencialmente envolvida na cicatrização mucosa, pode servir como biomarcador. Avaliar seus níveis séricos pode elucidar sua influência na MO e no estado nutricional no TCTH-alo. Objetivo: avaliar o estado nutricional e a variação dos níveis séricos de adiponectina durante o TCTH-alo e relacionar com a MO. Metodologia: estudo reprospectivo longitudinal com pacientes submetidos ao primeiro TCTH-alo, idade ≥20 anos, ambos os sexos. O estudo foi dividido em dois tempos: T1 (imediatamente antes do início do condicionamento) e T2 (no momento de pior grau de MO antes da enxertia neutrofílica). As variáveis sexo, doença de base, regime de condicionamento, tipo de doador das células progenitoras, compatibilidade HLA (Antígeno Leucocitário Humano), fonte de células e comorbidades foram coletadas no T1 e as demais variáveis foram coletadas nos dois tempos. Foi realizada a avaliação do estado nutricional utilizando peso, classificação pelo Índice de massa corporal (IMC) e NRI, através de dados do prontuário. Avaliou-se os níveis séricos de adiponectina, albumina e proteína C reativa (PCR). Resultados: Foram incluídos 20 pacientes que realizaram o TCTH-alo, 5 do sexo feminino e 15 do sexo masculino, idade de 40,3 ± 13,4 anos. Na amostra, 65% dos pacientes apresentavam doença de base maligna. O TCTH-alo haploidêntico foi o mais incidente. O peso médio do T1 foi de 71,41 ± 16,14 kg e do T2 foi de 71,88 ± 14,99 kg; pela classificação do IMC, no T1, 12 (60%) pacientes apresentam eutrofia, 4 (20%) sobrepeso, 2 (10%) obesidade e 2 (10%) desnutrição; no T2 a classificação se manteve. Todos apresentaram risco nutricional severo pelo NRI em ambos os tempos. A albumina foi de 4,08 ± 0,4 g/dl no T1 e 3,59 ± 0,3 g/dl no T2. Já a PCR, teve o valor de 1,07 ± 1,05 mg/dl no T1 e 4,26 ± 3,52 mg/dl no T2. Com relação aos níveis séricos de adiponectina, a média no T1 e T2 foi de 88,76 ± 117,9 µg/ml e 167,03 ± 209,3 µg/ml, respectivamente. Quatro pacientes (20%) apresentaram MO e a sua classificação foi grau I (n=2), grau II (n=1) e grau III (n=1). Os valores de adiponectina foram superiores no T2 (p=0,007*). Houve correlação significativa negativa entre adiponectina e albumina no T1 (r=-0,44 p=0,05*) e no T2 (r=-0,45 p=0,05*) e correlação positiva do NRI com IMC no T1 (r=0,83 p<0,001*) e T2 (r=0,72 p<0,001*). O condicionamento parece exercer influência sobre a produção de adiponectina, sendo o de intensidade reduzida com maiores valores no T2 (p= 0,035*). Conclusão: Os níveis séricos de adiponectina foram superiores no T2. O NRI correlacionou-se positivamente com o IMC, sinalizando variações de ganho de peso e adiposidade, indicativos de risco nutricional. Não foram encontradas correlações entre MO e adiponectina, IMC ou NRI.Introduction: Oral mucositis (OM) is associated with poor clinical outcomes and affects nutritional therapy in allogeneic hematopoietic stem cell transplantation (allo-HSCT). The Nutritional Risk Index (NRI), which uses weight and sérum albumin, identifies nutritional risks. Adiponectin, a regulator of glucose metabolism that is potentially involved in mucosal healing, can serve as a biomarker. Assessing their serum levels can elucidate their influence on the BM and nutritional status in allo-HSCT. Objective: To evaluate the nutritional status and variation in serum adiponectin levels during allo-HSCT and to relate it to BM. Methodology: This was a retrospective longitudinal study with patients of both sexes undergoing their first allo-HSCT, aged ≥20 years. The study was divided into two periods: T1 (immediately before the start of conditioning) and T2 (at the moment of worst BM level before neutrophil grafting). The variables sex, underlying disease, conditioning regimen, type of progenitor cell donor, human leukocyte antigen (HLA) compatibility, cell source and comorbidities were collected at T1. Others variables were collected at both time points. Nutritional status was assessed using weight, classification by Body Mass Index (BMI), and NRI using data from medical records. The serum levels of adiponectin, albumin, and C-reactive protein (CRP) were evaluated. Results: Twenty patients who underwent allo-HSCT were included, 5 females and 15 males, aged 40.3 ± 13.4 years. In the sample, 65% of the patients had an underlying malignant disease. Haploidentical allo-HSCT is the most common procedure. The average weight of T1 was 71.41 ± 16.14 kg and of T2 was 71.88 ± 14.99 kg; According to the BMI classification, at T1, 12 (60%) patients were eutrophic, 4 (20%) were overweight, 2 (10%) were obese and 2 (10%) were malnourished; in T2 the classification was maintained. All patients presented with a severe nutritional risk according to the NRI at both times. Albumin was 4.08 ± 0.4 g/dl at T1 and 3.59 ± 0.3 g/dl at T2. CRP had a value of 1.07 ± 1.05 mg/dl at T1 and 4.26 ± 3.52 mg/dl at T2. Regarding serum adiponectin levels, the mean at T1 and T2 was 88.76 ± 117.9 µg/ml and 167.03 ± 209.3 µg/ml, respectively. Four patients (20%) presented MO and their classification was grade I (n=2), grade II (n=1) and grade III (n=1). The adiponectin levels were higher in the T2 group (p=0.007). There was a significant negative correlation between adiponectin and albumin at T1 (r=-0.44, p=0.05*) and T2 (r=-0.45, p=0.05*) and a positive correlation between NRI and BMI at T1 (r=0,83 p<0,001*) and T2 (r=0,72 p<0,001*). Conditioning appears to influence the production of adiponectin, with reduced intensity having higher values at T2 (p= 0.035*). Conclusion: Serum adiponectin levels were higher in T2. The NRI was positively correlated with BMI and signaling variations in weight gain and adiposity, indicative of nutritional risk. No correlations were found between BM and adiponectin, BMI, or NRI scores.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPSicchieri, Juliana Maria FaccioliAlves, Nattália Araujo2024-11-07info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17162/tde-21022025-111421/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-03-18T17:12:24Zoai:teses.usp.br:tde-21022025-111421Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-03-18T17:12:24Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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Introdução: No transplante alogênico de células-tronco hematopoiéticas (TCTH-alo), a mucosite oral (MO) está associada a piores desfechos clínicos e impacta a terapia nutricional. O Nutritional Risk Index (NRI), utilizando peso e albumina sérica, identifica riscos nutricionais. A adiponectina, reguladora do metabolismo da glicose e potencialmente envolvida na cicatrização mucosa, pode servir como biomarcador. Avaliar seus níveis séricos pode elucidar sua influência na MO e no estado nutricional no TCTH-alo. Objetivo: avaliar o estado nutricional e a variação dos níveis séricos de adiponectina durante o TCTH-alo e relacionar com a MO. Metodologia: estudo reprospectivo longitudinal com pacientes submetidos ao primeiro TCTH-alo, idade ≥20 anos, ambos os sexos. O estudo foi dividido em dois tempos: T1 (imediatamente antes do início do condicionamento) e T2 (no momento de pior grau de MO antes da enxertia neutrofílica). As variáveis sexo, doença de base, regime de condicionamento, tipo de doador das células progenitoras, compatibilidade HLA (Antígeno Leucocitário Humano), fonte de células e comorbidades foram coletadas no T1 e as demais variáveis foram coletadas nos dois tempos. Foi realizada a avaliação do estado nutricional utilizando peso, classificação pelo Índice de massa corporal (IMC) e NRI, através de dados do prontuário. Avaliou-se os níveis séricos de adiponectina, albumina e proteína C reativa (PCR). Resultados: Foram incluídos 20 pacientes que realizaram o TCTH-alo, 5 do sexo feminino e 15 do sexo masculino, idade de 40,3 ± 13,4 anos. Na amostra, 65% dos pacientes apresentavam doença de base maligna. O TCTH-alo haploidêntico foi o mais incidente. O peso médio do T1 foi de 71,41 ± 16,14 kg e do T2 foi de 71,88 ± 14,99 kg; pela classificação do IMC, no T1, 12 (60%) pacientes apresentam eutrofia, 4 (20%) sobrepeso, 2 (10%) obesidade e 2 (10%) desnutrição; no T2 a classificação se manteve. Todos apresentaram risco nutricional severo pelo NRI em ambos os tempos. A albumina foi de 4,08 ± 0,4 g/dl no T1 e 3,59 ± 0,3 g/dl no T2. Já a PCR, teve o valor de 1,07 ± 1,05 mg/dl no T1 e 4,26 ± 3,52 mg/dl no T2. Com relação aos níveis séricos de adiponectina, a média no T1 e T2 foi de 88,76 ± 117,9 µg/ml e 167,03 ± 209,3 µg/ml, respectivamente. Quatro pacientes (20%) apresentaram MO e a sua classificação foi grau I (n=2), grau II (n=1) e grau III (n=1). Os valores de adiponectina foram superiores no T2 (p=0,007*). Houve correlação significativa negativa entre adiponectina e albumina no T1 (r=-0,44 p=0,05*) e no T2 (r=-0,45 p=0,05*) e correlação positiva do NRI com IMC no T1 (r=0,83 p<0,001*) e T2 (r=0,72 p<0,001*). O condicionamento parece exercer influência sobre a produção de adiponectina, sendo o de intensidade reduzida com maiores valores no T2 (p= 0,035*). Conclusão: Os níveis séricos de adiponectina foram superiores no T2. O NRI correlacionou-se positivamente com o IMC, sinalizando variações de ganho de peso e adiposidade, indicativos de risco nutricional. Não foram encontradas correlações entre MO e adiponectina, IMC ou NRI. |
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