Diversidade genética de populações da abelha sem ferrão Plebeia remota: análise do DNA mitocondrial e microssatélites.
| Ano de defesa: | 2002 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/41/41131/tde-17062002-121701/ |
Resumo: | Ferramentas moleculares têm sido amplamente utilizadas em estudos de caracterização de populações. Dentre essas ferramentas destaca-se o DNA mitocondrial (DNAmt) e os microssatélites. Em abelhas Apis mellifera esses dois marcadores têm auxiliado no entendimento da dinâmica de populações, caracterização de subespécie, filogeografia e relações filogenéticas. Neste trabalho, nosso objetivo foi caracterizar populações da abelha nativa Plebeia remota com os marcadores moleculares acima citados para uma possível correlação entre suas composições genéticas e biogeografia. Foram estudadas amostras de quatro populações (SP, PRp, PRc e SC) pertencentes a três estados brasileiros: SP, PR e SC. Foi caracterizado o DNAmt de 70 colméias dessa espécie, e pudemos observar a existência de 15 haplótipos distintos. Diferentes métodos estatísticos revelaram isolamento entre as quatro populações estudadas, indicando a ausência de fluxo gênico via fêmea. Com relação ao uso dos microssatélites, sete locos foram selecionados e analisados em 360 indivíduos de 72 colméias. Análises realizadas com cinco indivíduos por colméia mostraram ser menos eficientes do que as realizadas com um indivíduo por colméia, cujo resultado não mostrou diferenciação entre as populações de SP e PRc, e entre PRc e SC. Essa ausência de isolamento pode ser devida ao pequeno número amostral de PRc. As topologias dos fenogramas construídos com base nos dados do DNAmt e dos microssatélites, relacionando as quatro populações estudadas, foram concordantes. |
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