Análise da evolução pôndero-estatural de prematuros com enterocolite necrosante submetidos ao tratamento com desafio térmico
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17137/tde-17012025-115843/ |
Resumo: | A enterocolite necrosante (ECN) é uma doença inflamatória intestinal grave, caracterizada pela inflamação, necrose e/ou perfuração de alças intestinais, com etiologia multifatorial. Os tratamentos são baseados em jejum, antibioticoterapia e cirurgia intestinal. Um estudo em nosso Serviço comparou a evolução dos recém-nascidos com ECN e que foram submetidos ao tratamento convencional com pacientes submetidos à hipotermia terapêutica leve (Desafio Térmico). Objetivo: Avaliar a evolução pôndero-estatural, com a evolução de peso, comprimento e perímetro cefálico, do nascimento à alta, de recém-nascidos com ECN, tratados ou não com Desafio Térmico. Pacientes e Métodos: Trata-se de um estudo observacional retrospectivo, com pacientes internados nas Unidades Neonatais e diagnóstico de ECN, submetidos ou não ao desafio térmico, entre os anos de 2018 e 2022. Foram analisadas variáveis para caracterização da amostra (idade gestacional, antropometria, adequação do peso para idade gestacional, Escore NSOFA), variáveis no momento do diagnóstico (idade gestacional cronológica e corrigida, antropometria), variáveis durante o tratamento e internação (laparotomia, intestino curto, tempo de utilização de nutrição parenteral, tempo de jejum, reintrodução de dieta e tipo de dieta, número de episódios de ECN e de sepse, mortalidade) e variáveis de desfecho (tempo de internação, idade gestacional cronológica e corrigida, antropometria, hemorragia perintraventricular, ostomias, traqueostomia, uso de oxigênio domiciliar e sondas). Resultados: Foram selecionados 115 pacientes com ECN e 17 foram excluídos por não preencherem nosso protocolo, 87 pacientes no grupo desafio térmico (GDT) e 11 pacientes no grupo controle (GC). A idade gestacional média do GDT foi de 28.92 (± 2.99) semanas e do GC 27.41 (± 3.22) semanas. A mortalidade no GDT foi de 14.94% e no GC 45.45% (p=0.03). Em relação à necessidade de laparotomia, foram observados 11.49% no GDT e 36.36% no GC (p=0.04). Como consequência, 2.33% do GDT evoluiu para intestino curto e 27.27% no GC (p<0.01). O GDT permaneceu 13.00 (± 7.53) dias em jejum e o GC 5.67 (± 6.49) dias (p<0.01). No GDT receberam alta 15% dos pacientes em jejum, 9% com leite de nutriz ordenhado (LNO), 23% com fórmula infantil (FI) e 53% com fórmula elementar ou fórmula semi elementar (FE ou FSE) em comparação com o GC 36% em jejum, 9% LNO, 0% FI e 55% FE ou FSE (p 0.02). Dentre as variáveis analisadas, o Z escore do peso de nascimento no GDT foi de -0.77 e no GC 0.05 (p=0.02). O GDT levou em média 13.05 dias para reintroduzir dieta e o GC 6.18 dias (p<0.01). Quanto ao tempo de internação, o GDT permaneceu 83.55 (± 59.85) dias internado e o GC 52.00 (± 41.16) dias (p=0.02). Conclusão: Os pacientes que foram submetidos ao Desafio Térmico, apesar de apresentarem melhores desfechos a curto prazo, não evoluíram com menor comprometimento da evolução pôndero-estatural. Os grupos assemelharam-se nos desfechos antropométricos. São necessários mais estudos multicêntricos, com um maior grupo controle e seguimento ambulatorial (após alta hospitalar) para se confirmar o potencial desta nova terapêutica que pode melhorar exponencialmente a assistência neonatal ao paciente com ECN em todo o mundo. |
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Análise da evolução pôndero-estatural de prematuros com enterocolite necrosante submetidos ao tratamento com desafio térmicoAnalysis of the weight and height evolution of premature infants with necrotizing enterocolitis submitted to thermal challenge treatmentDesafio térmicoEnterocolite necrosanteEvolução pôndero-estaturalHipotermia leveMild hypothermiaNecrotizing enterocolitisThermal challengeWeight and height evolutionA enterocolite necrosante (ECN) é uma doença inflamatória intestinal grave, caracterizada pela inflamação, necrose e/ou perfuração de alças intestinais, com etiologia multifatorial. Os tratamentos são baseados em jejum, antibioticoterapia e cirurgia intestinal. Um estudo em nosso Serviço comparou a evolução dos recém-nascidos com ECN e que foram submetidos ao tratamento convencional com pacientes submetidos à hipotermia terapêutica leve (Desafio Térmico). Objetivo: Avaliar a evolução pôndero-estatural, com a evolução de peso, comprimento e perímetro cefálico, do nascimento à alta, de recém-nascidos com ECN, tratados ou não com Desafio Térmico. Pacientes e Métodos: Trata-se de um estudo observacional retrospectivo, com pacientes internados nas Unidades Neonatais e diagnóstico de ECN, submetidos ou não ao desafio térmico, entre os anos de 2018 e 2022. Foram analisadas variáveis para caracterização da amostra (idade gestacional, antropometria, adequação do peso para idade gestacional, Escore NSOFA), variáveis no momento do diagnóstico (idade gestacional cronológica e corrigida, antropometria), variáveis durante o tratamento e internação (laparotomia, intestino curto, tempo de utilização de nutrição parenteral, tempo de jejum, reintrodução de dieta e tipo de dieta, número de episódios de ECN e de sepse, mortalidade) e variáveis de desfecho (tempo de internação, idade gestacional cronológica e corrigida, antropometria, hemorragia perintraventricular, ostomias, traqueostomia, uso de oxigênio domiciliar e sondas). Resultados: Foram selecionados 115 pacientes com ECN e 17 foram excluídos por não preencherem nosso protocolo, 87 pacientes no grupo desafio térmico (GDT) e 11 pacientes no grupo controle (GC). A idade gestacional média do GDT foi de 28.92 (± 2.99) semanas e do GC 27.41 (± 3.22) semanas. A mortalidade no GDT foi de 14.94% e no GC 45.45% (p=0.03). Em relação à necessidade de laparotomia, foram observados 11.49% no GDT e 36.36% no GC (p=0.04). Como consequência, 2.33% do GDT evoluiu para intestino curto e 27.27% no GC (p<0.01). O GDT permaneceu 13.00 (± 7.53) dias em jejum e o GC 5.67 (± 6.49) dias (p<0.01). No GDT receberam alta 15% dos pacientes em jejum, 9% com leite de nutriz ordenhado (LNO), 23% com fórmula infantil (FI) e 53% com fórmula elementar ou fórmula semi elementar (FE ou FSE) em comparação com o GC 36% em jejum, 9% LNO, 0% FI e 55% FE ou FSE (p 0.02). Dentre as variáveis analisadas, o Z escore do peso de nascimento no GDT foi de -0.77 e no GC 0.05 (p=0.02). O GDT levou em média 13.05 dias para reintroduzir dieta e o GC 6.18 dias (p<0.01). Quanto ao tempo de internação, o GDT permaneceu 83.55 (± 59.85) dias internado e o GC 52.00 (± 41.16) dias (p=0.02). Conclusão: Os pacientes que foram submetidos ao Desafio Térmico, apesar de apresentarem melhores desfechos a curto prazo, não evoluíram com menor comprometimento da evolução pôndero-estatural. Os grupos assemelharam-se nos desfechos antropométricos. São necessários mais estudos multicêntricos, com um maior grupo controle e seguimento ambulatorial (após alta hospitalar) para se confirmar o potencial desta nova terapêutica que pode melhorar exponencialmente a assistência neonatal ao paciente com ECN em todo o mundo.Necrotizing enterocolitis (NEC) is a severe inflammatory intestinal disease characterized by inflammation, necrosis, and injury to intestinal loops, with multifactorial etiology. Treatments are based on fasting, antibiotic therapy, and intestinal surgery. A study in our Service compared the evolution of newborns with NEC who underwent conventional treatment with patients undergoing mild therapeutic hypothermia (Thermal Challenge). Objective: To evaluate the weight-height development with the evolution of weight, length and head circumference, from birth to discharge, of newborns with NEC treated or not with Thermal Challenge. Patients and methods: This is a retrospective observational study, with patients admitted to Neonatal Units and diagnosed with NEC, whether or not submitted to Thermal Challenge, between the years 2018 and 2022. We previously tested the variables to characterize the sample (age gestational age, anthropometry, adequacy of weight for gestational age, N-SOFA Score), variables at the time of diagnosis (chronological and corrected gestational age, anthropometry), variables during treatment and hospitalization (laparotomy, short bowel, length of use of parenteral nutrition, fasting time, reintroduction of diet and type of diet, number of episodes of NEC and sepsis, mortality) and outcome variables (length of hospital stay, chronological and corrected gestational age, anthropometry, peri intraventricular hemorrhage, ostomies, tracheostomy, use of home toxicity and probes). Results: 115 patients with NEC were selected and 17 patients were excluded because they did not fill our protocol, 87 patients in the thermal challenge group (GDT) and 11 patients in the control group (GC). The mean gestational age of the GDT was 28.92 (± 2.99) weeks and of the GC 27.41 (± 3.22) weeks. Mortality in the GDT was 14.94% and in the GC 45.45% (p=0.03). Regarding the need for laparotomy, 11.49% were observed in the GDT and 36.36% in the GC (p=0.04). As a consequence, 2.33% of GDT progressed to short intestine and 27.27% in GC (p< 0.01). The GDT remained fasting for 13.00 (± 7.53) days and the GC remained fasting for 5.67 (± 6.49) days (p<0.01). In the GDT, 15% of patients were discharged fasting, 9% with expressed nursing milk (LNO), 23% with infant formula (FI) and 53% with elementary formula or semi-elementary formula (FE or FSE) compared to the GC 36% fasting, 9% LNO, 0% FI and 55% FE or FSE (p=0.02). Among the variables analyzed, the birth weight Z score in the GDT was -0.77 and in the GC 0.05 (p<0.02). The GDT took an average of 13.05 days to reintroduce the diet and the GC took 6.18 days (p<0.01). Regarding length of stay, the GDT remained hospitalized for 83.55 (± 59.85) days and the GC spent 52.00 (± 41.16) days (p=0.02). Conclusion: Patients who underwent the Thermal Challenge, despite presenting better short-term outcomes, did not progress with less impairment in weight and height evolution. The groups were similar in anthropometric outcomes. More multicenter studies are needed, with a larger control group and outpatient follow-up (after hospital discharge) to confirm the potential of this new therapy that can exponentially improve neonatal care for patients with NEC throughout the world.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPSbragia Neto, LourençoCouto, Laryssa De Carli de Almeida2024-09-02info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/17/17137/tde-17012025-115843/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-03-20T12:27:04Zoai:teses.usp.br:tde-17012025-115843Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-03-20T12:27:04Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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A enterocolite necrosante (ECN) é uma doença inflamatória intestinal grave, caracterizada pela inflamação, necrose e/ou perfuração de alças intestinais, com etiologia multifatorial. Os tratamentos são baseados em jejum, antibioticoterapia e cirurgia intestinal. Um estudo em nosso Serviço comparou a evolução dos recém-nascidos com ECN e que foram submetidos ao tratamento convencional com pacientes submetidos à hipotermia terapêutica leve (Desafio Térmico). Objetivo: Avaliar a evolução pôndero-estatural, com a evolução de peso, comprimento e perímetro cefálico, do nascimento à alta, de recém-nascidos com ECN, tratados ou não com Desafio Térmico. Pacientes e Métodos: Trata-se de um estudo observacional retrospectivo, com pacientes internados nas Unidades Neonatais e diagnóstico de ECN, submetidos ou não ao desafio térmico, entre os anos de 2018 e 2022. Foram analisadas variáveis para caracterização da amostra (idade gestacional, antropometria, adequação do peso para idade gestacional, Escore NSOFA), variáveis no momento do diagnóstico (idade gestacional cronológica e corrigida, antropometria), variáveis durante o tratamento e internação (laparotomia, intestino curto, tempo de utilização de nutrição parenteral, tempo de jejum, reintrodução de dieta e tipo de dieta, número de episódios de ECN e de sepse, mortalidade) e variáveis de desfecho (tempo de internação, idade gestacional cronológica e corrigida, antropometria, hemorragia perintraventricular, ostomias, traqueostomia, uso de oxigênio domiciliar e sondas). Resultados: Foram selecionados 115 pacientes com ECN e 17 foram excluídos por não preencherem nosso protocolo, 87 pacientes no grupo desafio térmico (GDT) e 11 pacientes no grupo controle (GC). A idade gestacional média do GDT foi de 28.92 (± 2.99) semanas e do GC 27.41 (± 3.22) semanas. A mortalidade no GDT foi de 14.94% e no GC 45.45% (p=0.03). Em relação à necessidade de laparotomia, foram observados 11.49% no GDT e 36.36% no GC (p=0.04). Como consequência, 2.33% do GDT evoluiu para intestino curto e 27.27% no GC (p<0.01). O GDT permaneceu 13.00 (± 7.53) dias em jejum e o GC 5.67 (± 6.49) dias (p<0.01). No GDT receberam alta 15% dos pacientes em jejum, 9% com leite de nutriz ordenhado (LNO), 23% com fórmula infantil (FI) e 53% com fórmula elementar ou fórmula semi elementar (FE ou FSE) em comparação com o GC 36% em jejum, 9% LNO, 0% FI e 55% FE ou FSE (p 0.02). Dentre as variáveis analisadas, o Z escore do peso de nascimento no GDT foi de -0.77 e no GC 0.05 (p=0.02). O GDT levou em média 13.05 dias para reintroduzir dieta e o GC 6.18 dias (p<0.01). Quanto ao tempo de internação, o GDT permaneceu 83.55 (± 59.85) dias internado e o GC 52.00 (± 41.16) dias (p=0.02). Conclusão: Os pacientes que foram submetidos ao Desafio Térmico, apesar de apresentarem melhores desfechos a curto prazo, não evoluíram com menor comprometimento da evolução pôndero-estatural. Os grupos assemelharam-se nos desfechos antropométricos. São necessários mais estudos multicêntricos, com um maior grupo controle e seguimento ambulatorial (após alta hospitalar) para se confirmar o potencial desta nova terapêutica que pode melhorar exponencialmente a assistência neonatal ao paciente com ECN em todo o mundo. |
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