Um protocolo OT pós-quântico baseado em isogenias de curvas elípticas
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
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| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/45/45134/tde-23062025-223834/ |
Resumo: | Oblivious Transfer é um dos blocos de construção mais importantes em criptografia e útil para a construção de protocolos seguros. Com o advento da computação quântica houve um impulso na pesquisa e desenvolvimento de protocolos criptográficos resistentes ao processamento quântico de computadores. Assim, em 2018, o protocolo SIOT (Supersingu- lar Isogeny Oblivious Transfer) foi apresentado como o primeiro esquema OT criptográfico pós-quântico baseado em isogenias de curvas elípticas supersingulares. Inicialmente, elaborou-se um esquema de OT combinado com as primitivas criptográficas do protocolo SIDH(Supersingular Isogeny Diffie-Hellman). Além disso, o protocolo SIOT foi construído na sua configuração mais simples contra adversários semi-honestos. No entanto, o mesmo foi submetido a escrutínios que resultaram na necessidade de desenvolver novas provas de segurança. Quase em paralelo, surgiram novos e eficientes ataques criptoanalíticos ao protocolo SIDH que consequentemente comprometeram a estrutura de segurança do SIOT. Desta forma, em um primeiro momento, as novas definições de provas de segurança englobaram a compatibilização de determinados parâmetros da funcionalidade OT do próprio protocolo SIOT com hipóteses de segurança de problemas computacionais de isogenias. Após isso, foram analisadas e implementadas as contramedidas de segurança do protocolo M-SIDH (Masked-Supersingular Isogeny Diffie-Hellman). Portanto, propõem-se um protocolo OT baseado em isogenias de curvas elípticas e com resistência a ataques quânticos, em uma forma simples. |
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