Os verbos no Kipeá, Família Karirí
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Autor(a) principal: | |
| Orientador(a): | |
| Banca de defesa: | |
| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8139/tde-04022025-195746/ |
Resumo: | As descrições sobre línguas indígenas, com o passar dos anos, têm se proliferado, e é neste contexto que se insere o Kipeá, dialeto da língua Kirirí, integrante da família Karirí. A morfologia, sintaxe e semântica dos verbos são objetos desta investigação. Os estudos produzidos sobre o Kipeá são pouco desenvolvidos, e como foram produzidos por missionários e não linguistas, apresentam certa carência em sua descrição. Deste modo, com o aporte teórico do estruturalismo clássico, o presente trabalho traz uma atualização de seu sistema verbal, pois a gramática de Mamiani (1699 [1877]) se baseava no sistema grecolatino, ou seja, forçou o Kipeá em um molde indo-europeu, o que não condiz com uma língua indo-europeia. Para tanto, realizou-se um levantamento sincrônico e comparativo dos dados, a partir do catecismo e gramática de Mamiani, e do catecismo de Nantes e da tese de Queiroz, dispostos em quadros, que deram origem a listas de itens, para em seguida observar sua aparição no corpus, para comparar se os dados condizem com o que é postulado por Mamiani, seguida pelo confronto com o Dzubukuá. Assim, fez-se um levantamento dos prováveis fonemas da língua (vogais e consoantes) e seus prefixos e sufixos. No mais, atestou-se a ordem VSO, predicados transitivos e intransitivos, e analisou-se as construções negativas, interrogativas e imperativas. Desta forma, o presente trabalho é uma contribuição para a linguística e para as línguas indígenas, de uma forma geral, pois quanto mais línguas forem estudadas, melhor; e para os Kirirí, que se esforçam para vitalizar sua língua materna |
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Os verbos no Kipeá, Família KariríVerbs in Kipeá, family KaririDescriçãoDescriptionKirirí-KipeáKirirí-KipeáMorfologiaMorphologySemânticaSemanticsSintaxeSyntaxAs descrições sobre línguas indígenas, com o passar dos anos, têm se proliferado, e é neste contexto que se insere o Kipeá, dialeto da língua Kirirí, integrante da família Karirí. A morfologia, sintaxe e semântica dos verbos são objetos desta investigação. Os estudos produzidos sobre o Kipeá são pouco desenvolvidos, e como foram produzidos por missionários e não linguistas, apresentam certa carência em sua descrição. Deste modo, com o aporte teórico do estruturalismo clássico, o presente trabalho traz uma atualização de seu sistema verbal, pois a gramática de Mamiani (1699 [1877]) se baseava no sistema grecolatino, ou seja, forçou o Kipeá em um molde indo-europeu, o que não condiz com uma língua indo-europeia. Para tanto, realizou-se um levantamento sincrônico e comparativo dos dados, a partir do catecismo e gramática de Mamiani, e do catecismo de Nantes e da tese de Queiroz, dispostos em quadros, que deram origem a listas de itens, para em seguida observar sua aparição no corpus, para comparar se os dados condizem com o que é postulado por Mamiani, seguida pelo confronto com o Dzubukuá. Assim, fez-se um levantamento dos prováveis fonemas da língua (vogais e consoantes) e seus prefixos e sufixos. No mais, atestou-se a ordem VSO, predicados transitivos e intransitivos, e analisou-se as construções negativas, interrogativas e imperativas. Desta forma, o presente trabalho é uma contribuição para a linguística e para as línguas indígenas, de uma forma geral, pois quanto mais línguas forem estudadas, melhor; e para os Kirirí, que se esforçam para vitalizar sua língua maternaDescriptions of indigenous languages, over the years, have proliferated, and it is in this context that Kipeá, a dialect of the Kirirí language, part of the Karirí family, is inserted. The morphology, syntax and semantics of verbs are objects of this investigation. The studies produced on Kipeá are poorly developed, and as they were produced by missionaries and not linguists, they present a certain lack of description. In this way, with the theoretical contribution of classical structuralism, the present work brings an update of its verbal system, as Mamiani\'s grammar (1699 [1877]) was based on the Greco-Latin system, that is, it forced Kipeá into a mold Indo-European, which does not match an Indo-European language. To this goal, a synchronic and comparative survey of data was carried out, based on Mamiani\'s catechism and grammar, and the Nantes catechism and Queiroz\'s thesis, arranged in frames, which gave rise to lists of items, to then observe their appearance in the corpus, to compare whether the data matches what is postulated by Mamiani, followed by the comparison with Dzubukuá. Thus, a survey was made of the likely phonemes of the language (vowels and consonants) and their prefixes and suffixes. Furthermore, the VSO order, transitive and intransitive predicates were attested, and negative, interrogative and imperative constructions were analyzed. In this way, the present work is a contribution to linguistics and indigenous languages, in general, because the more languages are studied, the better; and for the Kirirí, who strive to vitalize their mother tongueBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPFinbow, Thomas DanielCardoso, Jéssica Natália Souza2024-08-08info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8139/tde-04022025-195746/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-02-04T22:03:02Zoai:teses.usp.br:tde-04022025-195746Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-02-04T22:03:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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As descrições sobre línguas indígenas, com o passar dos anos, têm se proliferado, e é neste contexto que se insere o Kipeá, dialeto da língua Kirirí, integrante da família Karirí. A morfologia, sintaxe e semântica dos verbos são objetos desta investigação. Os estudos produzidos sobre o Kipeá são pouco desenvolvidos, e como foram produzidos por missionários e não linguistas, apresentam certa carência em sua descrição. Deste modo, com o aporte teórico do estruturalismo clássico, o presente trabalho traz uma atualização de seu sistema verbal, pois a gramática de Mamiani (1699 [1877]) se baseava no sistema grecolatino, ou seja, forçou o Kipeá em um molde indo-europeu, o que não condiz com uma língua indo-europeia. Para tanto, realizou-se um levantamento sincrônico e comparativo dos dados, a partir do catecismo e gramática de Mamiani, e do catecismo de Nantes e da tese de Queiroz, dispostos em quadros, que deram origem a listas de itens, para em seguida observar sua aparição no corpus, para comparar se os dados condizem com o que é postulado por Mamiani, seguida pelo confronto com o Dzubukuá. Assim, fez-se um levantamento dos prováveis fonemas da língua (vogais e consoantes) e seus prefixos e sufixos. No mais, atestou-se a ordem VSO, predicados transitivos e intransitivos, e analisou-se as construções negativas, interrogativas e imperativas. Desta forma, o presente trabalho é uma contribuição para a linguística e para as línguas indígenas, de uma forma geral, pois quanto mais línguas forem estudadas, melhor; e para os Kirirí, que se esforçam para vitalizar sua língua materna |
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