Efeito da telerreabilitação nas capacidades físicas e respiratórias em pacientes pós-covid 19 que ficaram internados em estado grave: ensaio clínico randomizado cego
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5160/tde-25092025-102628/ |
Resumo: | A telerreabilitação se tornou um aliado dos centros de saúde por ser viável, econômica, de fácil acesso e sem necessidade de deslocamento do paciente, economizando tempo e dinheiro. Objetivo: Avaliar o efeito de um protocolo de exercícios de baixa intensidade na capacidade física, respiratória e composição corporal, aplicados por um programa de telerreabilitação em pacientes graves internados por COVID-19 (síndrome da COVID longa). Métodos: Foram avaliados 49 pacientes de ambos os sexos, divididos em dois grupos: 1) Grupo Telerreabilitação que realizou tratamento remoto, supervisionado por um fisioterapeuta durante 12 semanas, duas vezes por semana por 50 minutos e 2) Grupo Controle que não realizou o programa. As seguintes avaliações foram realizadas: bioimpedância (massa corporal, massa magra e gorda e índice de massa corporal), espirometria (função pulmonar e força muscular respiratória), força muscular (preensão manual, subir escadas, levantar da cadeira e estabilidade de CORE), desempenho físico (Short Physical Performance Battery (SPPB), equilíbrio postural (MiniBEST) e flexibilidade (sentar e alcançar) avaliados entre dois e quatro meses após a alta hospitalar. Resultados: Nas avaliações pré e pós em ambos os grupos houve melhora na força de preensão palmar no membro dominante (p<0,001) e não dominante (p=0,003) , nas respostas posturais (P< 0,001) e aumentaram a massa corporal (p=0,046) e não houve diferença nos demais parâmetros. Conclusão: O protocolo de exercícios de baixa intensidade não é efetivo em pacientes que tiveram a COVID-19 de forma grave e começaram intervenção entre 2-4 meses de alta hospitalar nas capacidades físicas e respiratórias |
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Efeito da telerreabilitação nas capacidades físicas e respiratórias em pacientes pós-covid 19 que ficaram internados em estado grave: ensaio clínico randomizado cegoEffect of telerehabilitation on physical and respiratory capacities in post-covid long-term patients who remained hospitalized in critical condition: blinded randomized clinical trialCapacidade funcionalCOVID-19COVID-19Desempenho FísicoFunctional capacityPhysical PerformanceReabilitaçãoRehabilitationA telerreabilitação se tornou um aliado dos centros de saúde por ser viável, econômica, de fácil acesso e sem necessidade de deslocamento do paciente, economizando tempo e dinheiro. Objetivo: Avaliar o efeito de um protocolo de exercícios de baixa intensidade na capacidade física, respiratória e composição corporal, aplicados por um programa de telerreabilitação em pacientes graves internados por COVID-19 (síndrome da COVID longa). Métodos: Foram avaliados 49 pacientes de ambos os sexos, divididos em dois grupos: 1) Grupo Telerreabilitação que realizou tratamento remoto, supervisionado por um fisioterapeuta durante 12 semanas, duas vezes por semana por 50 minutos e 2) Grupo Controle que não realizou o programa. As seguintes avaliações foram realizadas: bioimpedância (massa corporal, massa magra e gorda e índice de massa corporal), espirometria (função pulmonar e força muscular respiratória), força muscular (preensão manual, subir escadas, levantar da cadeira e estabilidade de CORE), desempenho físico (Short Physical Performance Battery (SPPB), equilíbrio postural (MiniBEST) e flexibilidade (sentar e alcançar) avaliados entre dois e quatro meses após a alta hospitalar. Resultados: Nas avaliações pré e pós em ambos os grupos houve melhora na força de preensão palmar no membro dominante (p<0,001) e não dominante (p=0,003) , nas respostas posturais (P< 0,001) e aumentaram a massa corporal (p=0,046) e não houve diferença nos demais parâmetros. Conclusão: O protocolo de exercícios de baixa intensidade não é efetivo em pacientes que tiveram a COVID-19 de forma grave e começaram intervenção entre 2-4 meses de alta hospitalar nas capacidades físicas e respiratóriasTelerehabilitation has become an ally of health centers because it is feasible, economical, easily accessible and without the need for patient displacement, saving time and money.Objective: To evaluate the effect of a low-intensity exercise protocol on physical, respiratory and body breathing capacity, applied by a telerehabilitation program in critically ill patients hospitalized for COVID-19 (long COVID syndrome.Methods: Forty-nine patients of both sexes were evaluated, divided into two groups: 1) Telerehabilitation Group that underwent remote treatment, supervised by a physiotherapist for 12 weeks, twice a week for 50 minutes and 2) Control Group that did not undergo the program . The following assessments were performed: bioimpedance (body mass, lean and fat mass and body mass index), spirometry (lung function and respiratory muscle strength), muscle strength (handgrip, climbing stairs, rising from a chair and CORE stability), physical performance (Short Physical Performance Battery (SPPB), postural balance (MiniBEST) and flexibility (sit and reach) evaluated between two and four months after hospital discharge.Results: In the pre and post evaluations in both groups, there was an improvement in grip strength in the dominant (p<0.001) and non-dominant (p=0.003) limbs, in postural responses (P< 0.001) and increased body mass (p =0.046) and there was no difference in the other parameters. Conclusion: The low-intensity exercise protocol is not effective in patients who had severe COVID-19 and started the intervention between 2-4 months after hospital discharge in physical and respiratory capacitiesBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPGreve, Julia Maria D AndreaQuintana, Marília Simões Lopes2025-03-19info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5160/tde-25092025-102628/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-09-25T18:09:07Zoai:teses.usp.br:tde-25092025-102628Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-09-25T18:09:07Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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A telerreabilitação se tornou um aliado dos centros de saúde por ser viável, econômica, de fácil acesso e sem necessidade de deslocamento do paciente, economizando tempo e dinheiro. Objetivo: Avaliar o efeito de um protocolo de exercícios de baixa intensidade na capacidade física, respiratória e composição corporal, aplicados por um programa de telerreabilitação em pacientes graves internados por COVID-19 (síndrome da COVID longa). Métodos: Foram avaliados 49 pacientes de ambos os sexos, divididos em dois grupos: 1) Grupo Telerreabilitação que realizou tratamento remoto, supervisionado por um fisioterapeuta durante 12 semanas, duas vezes por semana por 50 minutos e 2) Grupo Controle que não realizou o programa. As seguintes avaliações foram realizadas: bioimpedância (massa corporal, massa magra e gorda e índice de massa corporal), espirometria (função pulmonar e força muscular respiratória), força muscular (preensão manual, subir escadas, levantar da cadeira e estabilidade de CORE), desempenho físico (Short Physical Performance Battery (SPPB), equilíbrio postural (MiniBEST) e flexibilidade (sentar e alcançar) avaliados entre dois e quatro meses após a alta hospitalar. Resultados: Nas avaliações pré e pós em ambos os grupos houve melhora na força de preensão palmar no membro dominante (p<0,001) e não dominante (p=0,003) , nas respostas posturais (P< 0,001) e aumentaram a massa corporal (p=0,046) e não houve diferença nos demais parâmetros. Conclusão: O protocolo de exercícios de baixa intensidade não é efetivo em pacientes que tiveram a COVID-19 de forma grave e começaram intervenção entre 2-4 meses de alta hospitalar nas capacidades físicas e respiratórias |
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