Comparação de protocolos de exercícios resistidos para tratamento de osteoartrite de joelho: estudo clínico randomizado cego

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Bersotti, Felipe Marrese
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/100/100139/tde-14022022-195153/
Resumo: Desenho do estudo: Ensaio clínico randomizado cego. Objetivo: Investigar, em pacientes portadores de Osteoartrite de joelho, os efeitos na dor, força e função, de um protocolo de exercícios de fortalecimento da musculatura flexora e extensora da articulação do joelho adicionado a exercícios de fortalecimento da musculatura flexora, extensora, rotadora externa e interna da articulação do quadril e de um protocolo que envolve somente exercícios de fortalecimento da musculatura flexora e extensora da articulação do joelho. Material e Métodos: 71 participantes (65,6±8,5 anos, 158,8±8,4cm, 76,1± 12,5kg) foram divididos em três grupos de intervenção e um grupo controle (sem qualquer tratamento). Os três grupos de intervenção foram avaliados utilizando-se dinamometria isocinética, escala numérica de dor, timed up and go test (TUG) e índice de osteoartrite de Western Ontario and McMaster Universities (WOMAC). O grupo controle foi avaliado exclusivamente pela escala numérica de dor. Todas as variáveis foram avaliadas antes e após as 12 sessões de intervenção, exceto a escala numérica de dor que também foi aplicada 3, 6 e 12 meses após o término da intervenção. As intervenções consistiram na realização de exercícios envolvendo somente a articulação do joelho com carga de 20% ou 70% de 1 RM (respectivamente para os grupos J 20 e J 70) ou envolvendo as articulações do quadril e do joelho utilizando-se carga equivalente a 70% de 1 RM (grupo QJ 70). Resultados: Todas as intervenções igualmente melhoraram aspectos da dor, função e rigidez, bem como produziram aumento da variável torque. Conclusão: Podemos concluir que um protocolo de 12 sessões de exercícios de alta, média ou baixa intensidade foi capaz de trazer alterações positivas em relação à dor, função e rigidez articular, bem como melhorar a capacidade de gerar torque flexor na articulação do joelho de idosos portadores de osteoartrite no joelho.
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