O efeito de uma sessão de treinamento de corrida descalça em parâmetros biomecânicos de corredores com dor patelofemoral
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/39/39135/tde-05062025-095728/ |
Resumo: | O joelho é a região que apresenta maior prevalência de lesões, respondendo por 28% dessas lesões, sendo que 17% dos casos estão relacionados à dor patelofemoral. A literatura especializada tem apontado sensível influência da DPF em parâmetros biomecânicos da corrida como aumento das forças de reação vertical com o solo e aumento da do tempo de contato com o solo, aumento da adução do quadril, da abdução do joelho, do drop pélvico contralateral, da rotação interna da tíbia, da eversão do tornozelo, e menor cadência. O objetivo do estudo foi investigar a influência de uma sessão de treinamento da corrida descalça em parâmetros cinemáticos, cinéticos e eletromiográficos de corredores com dor patelofemoral. Participaram do estudo 16 voluntários, sendo 6 homens e 10 mulheres (Idade: 37,8 ± 5,8; Altura: 1,67 ± 7,6 m; Massa corporal: 66,8 ± 9,9 Kg), praticantes de corrida, com volume semanal de 25,92 ± 15,6 km, com tempo nos 10km de 57,6 ± 11,1 min, e com dor redor ou atrás da patela relacionada durante a corrida com intensidade de 4,88 ± 1,7 pela EVA. Os voluntários realizaram uma rotina de coleta, no qual foram avaliados a biomecânica da corrida em três momentos; corrida calçada pré corrida descalça (calçado pré), corrida descalça (descalço) e corrida calçada, pós corrida descalça (calçado pós). Os resultados mostram uma redução do primeiro e do segundo pico de força de reação vertical com o solo , menor tempo de contato com o solo na condição descaço, redução do primeiro e do segundo pico de força de reação vertical com o solo, aumento do tempo ao primeiro pico de força de reação vertical com o solo e redução da taxa de desenvolvimento de força e redução do over stride na condição calçado pós. Para as variáveis angulares e eletromiográficas não foram observadas diferenças significativas. Como conclusão é possível afirmar que uma sessão de treinamento da corrida descalça apresentou mudanças em parâmetros biomecânicos de corredores com dor patelofemoral, no sentido de redução de variáveis relacionadas a sobrecarga da articulação patelofemoral |
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O efeito de uma sessão de treinamento de corrida descalça em parâmetros biomecânicos de corredores com dor patelofemoralThe effect of a barefoot running training session on biomechanical parameters of runners with patellofemoral painBarefoot runningBiomecânicaBiomechanicsCorrida descalçaDor patelofemoralPatellofemoral painO joelho é a região que apresenta maior prevalência de lesões, respondendo por 28% dessas lesões, sendo que 17% dos casos estão relacionados à dor patelofemoral. A literatura especializada tem apontado sensível influência da DPF em parâmetros biomecânicos da corrida como aumento das forças de reação vertical com o solo e aumento da do tempo de contato com o solo, aumento da adução do quadril, da abdução do joelho, do drop pélvico contralateral, da rotação interna da tíbia, da eversão do tornozelo, e menor cadência. O objetivo do estudo foi investigar a influência de uma sessão de treinamento da corrida descalça em parâmetros cinemáticos, cinéticos e eletromiográficos de corredores com dor patelofemoral. Participaram do estudo 16 voluntários, sendo 6 homens e 10 mulheres (Idade: 37,8 ± 5,8; Altura: 1,67 ± 7,6 m; Massa corporal: 66,8 ± 9,9 Kg), praticantes de corrida, com volume semanal de 25,92 ± 15,6 km, com tempo nos 10km de 57,6 ± 11,1 min, e com dor redor ou atrás da patela relacionada durante a corrida com intensidade de 4,88 ± 1,7 pela EVA. Os voluntários realizaram uma rotina de coleta, no qual foram avaliados a biomecânica da corrida em três momentos; corrida calçada pré corrida descalça (calçado pré), corrida descalça (descalço) e corrida calçada, pós corrida descalça (calçado pós). Os resultados mostram uma redução do primeiro e do segundo pico de força de reação vertical com o solo , menor tempo de contato com o solo na condição descaço, redução do primeiro e do segundo pico de força de reação vertical com o solo, aumento do tempo ao primeiro pico de força de reação vertical com o solo e redução da taxa de desenvolvimento de força e redução do over stride na condição calçado pós. Para as variáveis angulares e eletromiográficas não foram observadas diferenças significativas. Como conclusão é possível afirmar que uma sessão de treinamento da corrida descalça apresentou mudanças em parâmetros biomecânicos de corredores com dor patelofemoral, no sentido de redução de variáveis relacionadas a sobrecarga da articulação patelofemoralThe knee is the region with the highest prevalence of injuries, accounting for 28% of these injuries, with 17% of the cases related to patellofemoral pain. The specialized literature has highlighted a significant influence of patellofemoral pain (PFP) on running biomechanics, such as increased vertical ground reaction forces, prolonged ground contact time, increased hip adduction, knee abduction, contralateral pelvic drop, tibial internal rotation, ankle eversion, and reduced cadence. The study aimed to investigate the influence of a barefoot running training session on kinematic, kinetic, and electromyographic parameters in runners with patellofemoral pain. Sixteen volunteers participated in the study (6 men and 10 women; Age: 37.8 ± 5.8 years; Height: 1.67 ± 7.6 m; Body mass: 66.8 ± 9.9 kg), all runners with a weekly volume of 25.92 ± 15.6 km, a 10 km race time of 57.6 ± 11.1 minutes, and running-related pain around or behind the patella rated at 4.88 ± 1.7 on the visual analog scale (VAS). The volunteers underwent a data collection routine in which their running biomechanics were evaluated at three time points: shod running before barefoot running (pre-barefoot shod), barefoot running (barefoot), and shod running after barefoot running (post-barefoot shod). The results showed a reduction in the first and second vertical ground reaction force peaks, shorter ground contact time in the barefoot condition, reduced first and second vertical ground reaction force peaks, increased time to the first vertical ground reaction force peak, and reduced rate of force development and overstride in the post-barefoot shod condition. No significant differences were observed for angular and electromyographic variables. In conclusion, a single barefoot running training session resulted in changes in biomechanical parameters of runners with patellofemoral pain, reducing variables associated with patellofemoral joint overloadBiblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPSerrão, Julio CercaRodrigues, Bruno Mascella2025-04-02info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/39/39135/tde-05062025-095728/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-06-06T13:42:02Zoai:teses.usp.br:tde-05062025-095728Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-06-06T13:42:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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O joelho é a região que apresenta maior prevalência de lesões, respondendo por 28% dessas lesões, sendo que 17% dos casos estão relacionados à dor patelofemoral. A literatura especializada tem apontado sensível influência da DPF em parâmetros biomecânicos da corrida como aumento das forças de reação vertical com o solo e aumento da do tempo de contato com o solo, aumento da adução do quadril, da abdução do joelho, do drop pélvico contralateral, da rotação interna da tíbia, da eversão do tornozelo, e menor cadência. O objetivo do estudo foi investigar a influência de uma sessão de treinamento da corrida descalça em parâmetros cinemáticos, cinéticos e eletromiográficos de corredores com dor patelofemoral. Participaram do estudo 16 voluntários, sendo 6 homens e 10 mulheres (Idade: 37,8 ± 5,8; Altura: 1,67 ± 7,6 m; Massa corporal: 66,8 ± 9,9 Kg), praticantes de corrida, com volume semanal de 25,92 ± 15,6 km, com tempo nos 10km de 57,6 ± 11,1 min, e com dor redor ou atrás da patela relacionada durante a corrida com intensidade de 4,88 ± 1,7 pela EVA. Os voluntários realizaram uma rotina de coleta, no qual foram avaliados a biomecânica da corrida em três momentos; corrida calçada pré corrida descalça (calçado pré), corrida descalça (descalço) e corrida calçada, pós corrida descalça (calçado pós). Os resultados mostram uma redução do primeiro e do segundo pico de força de reação vertical com o solo , menor tempo de contato com o solo na condição descaço, redução do primeiro e do segundo pico de força de reação vertical com o solo, aumento do tempo ao primeiro pico de força de reação vertical com o solo e redução da taxa de desenvolvimento de força e redução do over stride na condição calçado pós. Para as variáveis angulares e eletromiográficas não foram observadas diferenças significativas. Como conclusão é possível afirmar que uma sessão de treinamento da corrida descalça apresentou mudanças em parâmetros biomecânicos de corredores com dor patelofemoral, no sentido de redução de variáveis relacionadas a sobrecarga da articulação patelofemoral |
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