Efeitos do fornecimento de leite de transição materno ou formulado sobre o desenvolvimento intestinal e microbioma do cólon em bezerros leiteiros
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Dissertação |
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Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11139/tde-13052025-151620/ |
Resumo: | O leite de transição é produzido entre a segunda e a sexta ordenha após o parto e é caracterizado por apresentar níveis elevados de nutrientes e componentes bioativos. A transição do colostro para a dieta líquida representa um período crítico e influencia o desempenho futuro dos animais e a modulação da microbiota intestinal. Este estudo investigou os efeitos do leite de transição materno (TM) ou formulado (TF), enriquecido com colostro em pó, sobre a composição do microbioma do cólon e a produção de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), componentes essenciais para a saúde intestinal e o metabolismo energético dos bezerros. O presente estudo avaliou os efeitos do fornecimento de leite de transição materno (TM) ou formulado (TF), enriquecido com colostro em pó, sobre o microbioma do cólon e saúde intestinal de bezerros leiteiros. 30 bezerros da raça Holandesa, foram utilizados em delineamento casualizado em blocos, considerando o peso ao nascimento. Foram distribuídos em três tratamentos, cada um com 5 repetições e dois períodos (4 e 21 dias): 1) Controle: sem o fornecimento de leite de transição, colostragem, seguido de fornecimento de leite integral; 2) Transição materno: colostragem seguida de fornecimento de leite de transição materno padronizado em 16% Brix, por três dias quatro litros por dia, divididos em duas refeições; e 3) Transição formulado: colostragem seguida do fornecimento de leite integral enriquecido com 70gr/L de colostro em pó (totalizando 280g/d), por três dias, divididos em duas refeições. Todos os animais foram colostrados com colostro proveniente de banco de colostro, com volume correspondente a 12% do peso ao nascer e valores entre 23% e 25% Brix. Após o período de transição alimentar do leite de transição materno ou formulado, os animais receberam 6L/d de leite integral e tiveram acesso ad libitum à água e concentrado. O consumo de sólidos na dieta líquida foi maior no TF (P < 0,0001). Parâmetros sanguíneos iniciais, como hematócrito, proteína sérica e AGNE, não diferiram significativamente entre os tratamentos. No entanto, houve efeito do tempo sobre glicose, proteína total e AGNE (P < 0,01), refletindo adaptação metabólica natural. A análise do microbioma do cólon revelou dissimilaridade significativa entre os períodos de 4 e 21 dias (P=0,0001). Aos 21 dias, o grupo TM apresentou maior riqueza e diversidade microbiana. Aos 4 dias, houve maior proporção de Proteobacteria nos grupos TF e TM. Aos 21 dias, Firmicutes foi o filo predominante em todos os grupos. Em nível de gênero, no Controle, observou-se aumento de Lactobacillus, Lachnospiraceae e Bifidobacterium aos 21 dias. No TF, houve aumento de Enterobacteriaceae e Shigella. No TM, houve diminuição de Bacteroides coprofilus e aumento de Negativibacillus e Butyricicoccus pullicaecorum aos 21 dias. A proporção de Enterobacteriaceae foi maior no TF aos 4 dias, enquanto Bacteroides coprofilus tendeu a ser maior no TM aos 21 dias. Observou-se maior concentração de valerato no grupo TF aos 4 dias (P = 0,0234) e maior concentração de isobutirato no grupo TM aos 21 dias (P = 0,0173), com tendência de maior AGCC total no TM (P = 0,0874). O uso de antimicrobianos foi significativamente menor no grupo TM em comparação ao Controle (P = 0,0489). Dados de crescimento, saúde e microbiota foram analisados por modelos mistos no pacote estatístico SAS (versão 9.4), com significância estabelecida em P ≤ 0,05. A estrutura microbiana foi avaliada por DCA e PERMANOVA, enquanto a análise de abundâncias taxonômicas foi realizada através software STAMP. Os resultados destacam que o fornecimento de leite de transição materno promoveu uma microbiota intestinal mais diversificada, menor prevalência de diarreia e uma microbiota, favorecendo o desenvolvimento imunológico e metabólico dos bezerros. |
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Efeitos do fornecimento de leite de transição materno ou formulado sobre o desenvolvimento intestinal e microbioma do cólon em bezerros leiteirosEffects of maternal or formulated transitional milk feeding on intestinal development and colon microbiome in dairy calvesColostro em póColostrum powderDiversidade microbianaIntestinal healthMicrobial diversityMicrobiotaMicrobiotaSaúde intestinalO leite de transição é produzido entre a segunda e a sexta ordenha após o parto e é caracterizado por apresentar níveis elevados de nutrientes e componentes bioativos. A transição do colostro para a dieta líquida representa um período crítico e influencia o desempenho futuro dos animais e a modulação da microbiota intestinal. Este estudo investigou os efeitos do leite de transição materno (TM) ou formulado (TF), enriquecido com colostro em pó, sobre a composição do microbioma do cólon e a produção de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), componentes essenciais para a saúde intestinal e o metabolismo energético dos bezerros. O presente estudo avaliou os efeitos do fornecimento de leite de transição materno (TM) ou formulado (TF), enriquecido com colostro em pó, sobre o microbioma do cólon e saúde intestinal de bezerros leiteiros. 30 bezerros da raça Holandesa, foram utilizados em delineamento casualizado em blocos, considerando o peso ao nascimento. Foram distribuídos em três tratamentos, cada um com 5 repetições e dois períodos (4 e 21 dias): 1) Controle: sem o fornecimento de leite de transição, colostragem, seguido de fornecimento de leite integral; 2) Transição materno: colostragem seguida de fornecimento de leite de transição materno padronizado em 16% Brix, por três dias quatro litros por dia, divididos em duas refeições; e 3) Transição formulado: colostragem seguida do fornecimento de leite integral enriquecido com 70gr/L de colostro em pó (totalizando 280g/d), por três dias, divididos em duas refeições. Todos os animais foram colostrados com colostro proveniente de banco de colostro, com volume correspondente a 12% do peso ao nascer e valores entre 23% e 25% Brix. Após o período de transição alimentar do leite de transição materno ou formulado, os animais receberam 6L/d de leite integral e tiveram acesso ad libitum à água e concentrado. O consumo de sólidos na dieta líquida foi maior no TF (P < 0,0001). Parâmetros sanguíneos iniciais, como hematócrito, proteína sérica e AGNE, não diferiram significativamente entre os tratamentos. No entanto, houve efeito do tempo sobre glicose, proteína total e AGNE (P < 0,01), refletindo adaptação metabólica natural. A análise do microbioma do cólon revelou dissimilaridade significativa entre os períodos de 4 e 21 dias (P=0,0001). Aos 21 dias, o grupo TM apresentou maior riqueza e diversidade microbiana. Aos 4 dias, houve maior proporção de Proteobacteria nos grupos TF e TM. Aos 21 dias, Firmicutes foi o filo predominante em todos os grupos. Em nível de gênero, no Controle, observou-se aumento de Lactobacillus, Lachnospiraceae e Bifidobacterium aos 21 dias. No TF, houve aumento de Enterobacteriaceae e Shigella. No TM, houve diminuição de Bacteroides coprofilus e aumento de Negativibacillus e Butyricicoccus pullicaecorum aos 21 dias. A proporção de Enterobacteriaceae foi maior no TF aos 4 dias, enquanto Bacteroides coprofilus tendeu a ser maior no TM aos 21 dias. Observou-se maior concentração de valerato no grupo TF aos 4 dias (P = 0,0234) e maior concentração de isobutirato no grupo TM aos 21 dias (P = 0,0173), com tendência de maior AGCC total no TM (P = 0,0874). O uso de antimicrobianos foi significativamente menor no grupo TM em comparação ao Controle (P = 0,0489). Dados de crescimento, saúde e microbiota foram analisados por modelos mistos no pacote estatístico SAS (versão 9.4), com significância estabelecida em P ≤ 0,05. A estrutura microbiana foi avaliada por DCA e PERMANOVA, enquanto a análise de abundâncias taxonômicas foi realizada através software STAMP. Os resultados destacam que o fornecimento de leite de transição materno promoveu uma microbiota intestinal mais diversificada, menor prevalência de diarreia e uma microbiota, favorecendo o desenvolvimento imunológico e metabólico dos bezerros.Transition milk is the milk produced between the second and sixth milking after calving and is characterized by high levels of nutrients and bioactive components, contributing to the development and establishment of the commensal microbiota in newborn calves. The dietary transition from colostrum to a liquid diet is essential for the health and future performance of these animals. The present study evaluated the effects of providing maternal transition milk (TM) or formulated transition milk (TF), enriched with powdered colostrum substitute, on the colon microbiome and intestinal health of dairy calves. The animals were distributed into three treatments, each with 10 replicates: 1) Control: colostrum without the provision of transition milk, the animals received whole milk from the second meal; 2) Maternal transition: colostrum followed by the provision of maternal transition milk standardized at 16% Brix, for three days - four liters per day, divided into two meals; and 3) Formulated transition: colostrum followed by the supply of whole milk enriched with 70g/L of powdered colostrum substitute (totaling 280g/d), for three days, divided into two meals. All animals were colostrum fed with colostrum from a colostrum bank, with a volume corresponding to 12% of birth weight and values between 23% and 25% Brix. After the dietary transition period of maternal or formulated transition milk, the animals received 6L/d of whole milk and had ad libitum access to water and concentrate. Solid intake in the liquid diet was higher in the TF (P < 0.0001). Initial blood parameters, such as hematocrit, serum protein and NEFA, did not differ significantly between treatments (P > 0.05). However, there was an time effect on glucose, total protein and NEFA (P < 0.01), reflecting natural metabolic adaptation. Colon microbiome analysis at 4 and 21 days revealed that TM promoted greater microbial diversity and abundance of beneficial genera, such as Lactobacillus and Bifidobacterium, associated with greater production of short-chain fatty acids (SCFAs). The TF treatment showed a greater presence of opportunistic microorganisms, such as Shigella, associated with dysbiosis and lower metabolic efficiency. In terms of body and organ weight, there were no significant differences between treatments, but there was a trend toward greater spleen weight in the TF treatment at 4 days (P = 0.07). A significant difference was observed in valerate concentration at 4 days of life (P = 0.0234). At 21 days, the isobutyrate concentration was significantly higher in the TM group compared to the Control and TF groups (P = 0.0173). In addition, there was a trend toward greater total SCFA concentration in the TM group compared to the other treatments (P = 0.0874). Growth, health and microbiota data were analyzed using mixed models in the SAS statistical package (version 9.4), with significance set at P ≤ 0.05. Microbial structure was assessed by DCA and PERMANOVA, while taxonomic abundance analysis was performed using STAMP software. The results highlight that the provision of maternal transition milk promoted better intestinal health, lower prevalence of diarrhea and a more balanced intestinal microbiota, favoring the immunological and metabolic development of calves.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPBittar, Carla Maris MachadoOliveira, Ingred Caroline Rocha de2025-02-27info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11139/tde-13052025-151620/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-05-15T12:35:02Zoai:teses.usp.br:tde-13052025-151620Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-05-15T12:35:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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O leite de transição é produzido entre a segunda e a sexta ordenha após o parto e é caracterizado por apresentar níveis elevados de nutrientes e componentes bioativos. A transição do colostro para a dieta líquida representa um período crítico e influencia o desempenho futuro dos animais e a modulação da microbiota intestinal. Este estudo investigou os efeitos do leite de transição materno (TM) ou formulado (TF), enriquecido com colostro em pó, sobre a composição do microbioma do cólon e a produção de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC), componentes essenciais para a saúde intestinal e o metabolismo energético dos bezerros. O presente estudo avaliou os efeitos do fornecimento de leite de transição materno (TM) ou formulado (TF), enriquecido com colostro em pó, sobre o microbioma do cólon e saúde intestinal de bezerros leiteiros. 30 bezerros da raça Holandesa, foram utilizados em delineamento casualizado em blocos, considerando o peso ao nascimento. Foram distribuídos em três tratamentos, cada um com 5 repetições e dois períodos (4 e 21 dias): 1) Controle: sem o fornecimento de leite de transição, colostragem, seguido de fornecimento de leite integral; 2) Transição materno: colostragem seguida de fornecimento de leite de transição materno padronizado em 16% Brix, por três dias quatro litros por dia, divididos em duas refeições; e 3) Transição formulado: colostragem seguida do fornecimento de leite integral enriquecido com 70gr/L de colostro em pó (totalizando 280g/d), por três dias, divididos em duas refeições. Todos os animais foram colostrados com colostro proveniente de banco de colostro, com volume correspondente a 12% do peso ao nascer e valores entre 23% e 25% Brix. Após o período de transição alimentar do leite de transição materno ou formulado, os animais receberam 6L/d de leite integral e tiveram acesso ad libitum à água e concentrado. O consumo de sólidos na dieta líquida foi maior no TF (P < 0,0001). Parâmetros sanguíneos iniciais, como hematócrito, proteína sérica e AGNE, não diferiram significativamente entre os tratamentos. No entanto, houve efeito do tempo sobre glicose, proteína total e AGNE (P < 0,01), refletindo adaptação metabólica natural. A análise do microbioma do cólon revelou dissimilaridade significativa entre os períodos de 4 e 21 dias (P=0,0001). Aos 21 dias, o grupo TM apresentou maior riqueza e diversidade microbiana. Aos 4 dias, houve maior proporção de Proteobacteria nos grupos TF e TM. Aos 21 dias, Firmicutes foi o filo predominante em todos os grupos. Em nível de gênero, no Controle, observou-se aumento de Lactobacillus, Lachnospiraceae e Bifidobacterium aos 21 dias. No TF, houve aumento de Enterobacteriaceae e Shigella. No TM, houve diminuição de Bacteroides coprofilus e aumento de Negativibacillus e Butyricicoccus pullicaecorum aos 21 dias. A proporção de Enterobacteriaceae foi maior no TF aos 4 dias, enquanto Bacteroides coprofilus tendeu a ser maior no TM aos 21 dias. Observou-se maior concentração de valerato no grupo TF aos 4 dias (P = 0,0234) e maior concentração de isobutirato no grupo TM aos 21 dias (P = 0,0173), com tendência de maior AGCC total no TM (P = 0,0874). O uso de antimicrobianos foi significativamente menor no grupo TM em comparação ao Controle (P = 0,0489). Dados de crescimento, saúde e microbiota foram analisados por modelos mistos no pacote estatístico SAS (versão 9.4), com significância estabelecida em P ≤ 0,05. A estrutura microbiana foi avaliada por DCA e PERMANOVA, enquanto a análise de abundâncias taxonômicas foi realizada através software STAMP. Os resultados destacam que o fornecimento de leite de transição materno promoveu uma microbiota intestinal mais diversificada, menor prevalência de diarreia e uma microbiota, favorecendo o desenvolvimento imunológico e metabólico dos bezerros. |
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