Judicialização de medicamentos no âmbito do SUS: desafios para a gestão nas regiões de saúde do DRS VIII de Franca/SP
| Ano de defesa: | 2025 |
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| Tipo de documento: | Tese |
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| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22133/tde-19032026-160841/ |
Resumo: | A presente tese investiga o fenômeno da judicialização da saúde pública no Brasil, com foco específico nas demandas judiciais relacionadas ao acesso à assistência farmacêutica nos municípios do Departamento Regional de Saúde VIII (DRS VIII) de Franca/SP. A judicialização da saúde, sobretudo no que se refere à obtenção de medicamentos fora das listas padronizadas do Sistema Único de Saúde (SUS), tem se consolidado como uma das principais tensões entre o direito individual à saúde e a sustentabilidade financeira e operacional do sistema. Esse fenômeno gera impactos expressivos sobre os orçamentos municipais, comprometendo o planejamento das políticas públicas e a equidade no acesso aos serviços. O problema de pesquisa parte da indagação sobre a existência e efetividade de instâncias técnicas de apoio ao Poder Judiciário nos municípios do DRS VIII, capazes de subsidiar decisões judiciais e extrajudiciais de forma pactuada entre os Poderes Executivo e Judiciário, evitando litígios desnecessários e fortalecendo as políticas de saúde. Tem por objetivo geral analisar essas instâncias técnicas, identificando sua configuração, ações, funcionamento, efetividade e potencial de racionalização da assistência farmacêutica. Metodologicamente, a investigação adotou abordagem mista. Primeiramente, realizou levantamento quantitativo sobre o número de ações judiciais e solicitações extrajudiciais de medicamentos, bem como os recursos financeiros aplicados pelos municípios entre 2014-2019. A realização da revisão integrativa da literatura sobre mecanismos de apoio técnico ao Judiciário em saúde subsidiou a elaboração do roteiro para as entrevistas semiestruturadas realizadas com gestores e técnicos municipais, visando compreender percepções, dificuldades e estratégias locais frente ao fenômeno da judicialização. O recorte quantitativo abrangeu quatro municípios com dados sistematizados de municípios que se dispuseram a participar dessa etapa. Os resultados evidenciam diferentes padrões de judicialização e gestão. Em todos os municípios, verificou-se dependência significativa de recursos próprios municipais para custear medicamentos, diante da insuficiência dos repasses federais e estaduais. A revisão da literatura permitiu a elaboração do roteiro para as entrevistas semiestruturadas, organizadas em 5 blocos de temas: Diretrizes Organizacionais e Assistenciais da Secretaria da Saúde Municipal, Modelo Assistencial da Secretaria da Saúde Municipal, Recursos Tecnológicos existentes no município, Recursos financeiros, Avaliação dos Resultados. As análises das entrevistas evidenciaram que, nos 18 municípios estudados que aderiram participar da pesquisa, as instâncias técnicas ainda são incipientes, pouco institucionalizadas ou inexistentes, limitando sua capacidade de influenciar decisões e prevenir judicialização. Gestores e técnicos reconhecem a necessidade de maior articulação entre os Poderes Executivo e Judiciário, de atualização da REMUME, de criação de fluxos administrativos claros e de fortalecimento da atenção farmacêutica. Conclui-se que a judicialização da assistência farmacêutica impõe graves desafios aos municípios, tanto financeiros quanto organizacionais. Embora represente um instrumento legítimo de garantia de direitos, sua expressão atual tende a acentuar desigualdades e comprometer a sustentabilidade do SUS. O fortalecimento de instâncias técnicas multiprofissionais, a pactuação de fluxos intersetoriais e o diálogo permanente entre saúde e justiça configuram-se como estratégias essenciais para equilibrar o direito individual e o coletivo, garantindo maior racionalidade, equidade e eficiência no acesso a medicamentos no âmbito municipal. |
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Judicialização de medicamentos no âmbito do SUS: desafios para a gestão nas regiões de saúde do DRS VIII de Franca/SPJudicialization of medicines within the SUS: challenges for management in the health regions of DRS VIII of Franca/SPApoio técnicoJudicializaçãoJudicializationMediaçãoMediationMunicipalityMunicípioSistema Único de SaúdeTechnical supportUnified Health SystemA presente tese investiga o fenômeno da judicialização da saúde pública no Brasil, com foco específico nas demandas judiciais relacionadas ao acesso à assistência farmacêutica nos municípios do Departamento Regional de Saúde VIII (DRS VIII) de Franca/SP. A judicialização da saúde, sobretudo no que se refere à obtenção de medicamentos fora das listas padronizadas do Sistema Único de Saúde (SUS), tem se consolidado como uma das principais tensões entre o direito individual à saúde e a sustentabilidade financeira e operacional do sistema. Esse fenômeno gera impactos expressivos sobre os orçamentos municipais, comprometendo o planejamento das políticas públicas e a equidade no acesso aos serviços. O problema de pesquisa parte da indagação sobre a existência e efetividade de instâncias técnicas de apoio ao Poder Judiciário nos municípios do DRS VIII, capazes de subsidiar decisões judiciais e extrajudiciais de forma pactuada entre os Poderes Executivo e Judiciário, evitando litígios desnecessários e fortalecendo as políticas de saúde. Tem por objetivo geral analisar essas instâncias técnicas, identificando sua configuração, ações, funcionamento, efetividade e potencial de racionalização da assistência farmacêutica. Metodologicamente, a investigação adotou abordagem mista. Primeiramente, realizou levantamento quantitativo sobre o número de ações judiciais e solicitações extrajudiciais de medicamentos, bem como os recursos financeiros aplicados pelos municípios entre 2014-2019. A realização da revisão integrativa da literatura sobre mecanismos de apoio técnico ao Judiciário em saúde subsidiou a elaboração do roteiro para as entrevistas semiestruturadas realizadas com gestores e técnicos municipais, visando compreender percepções, dificuldades e estratégias locais frente ao fenômeno da judicialização. O recorte quantitativo abrangeu quatro municípios com dados sistematizados de municípios que se dispuseram a participar dessa etapa. Os resultados evidenciam diferentes padrões de judicialização e gestão. Em todos os municípios, verificou-se dependência significativa de recursos próprios municipais para custear medicamentos, diante da insuficiência dos repasses federais e estaduais. A revisão da literatura permitiu a elaboração do roteiro para as entrevistas semiestruturadas, organizadas em 5 blocos de temas: Diretrizes Organizacionais e Assistenciais da Secretaria da Saúde Municipal, Modelo Assistencial da Secretaria da Saúde Municipal, Recursos Tecnológicos existentes no município, Recursos financeiros, Avaliação dos Resultados. As análises das entrevistas evidenciaram que, nos 18 municípios estudados que aderiram participar da pesquisa, as instâncias técnicas ainda são incipientes, pouco institucionalizadas ou inexistentes, limitando sua capacidade de influenciar decisões e prevenir judicialização. Gestores e técnicos reconhecem a necessidade de maior articulação entre os Poderes Executivo e Judiciário, de atualização da REMUME, de criação de fluxos administrativos claros e de fortalecimento da atenção farmacêutica. Conclui-se que a judicialização da assistência farmacêutica impõe graves desafios aos municípios, tanto financeiros quanto organizacionais. Embora represente um instrumento legítimo de garantia de direitos, sua expressão atual tende a acentuar desigualdades e comprometer a sustentabilidade do SUS. O fortalecimento de instâncias técnicas multiprofissionais, a pactuação de fluxos intersetoriais e o diálogo permanente entre saúde e justiça configuram-se como estratégias essenciais para equilibrar o direito individual e o coletivo, garantindo maior racionalidade, equidade e eficiência no acesso a medicamentos no âmbito municipal.This thesis investigates the phenomenon of the judicialization of public health in Brazil, with a specific focus on lawsuits related to access to pharmaceutical assistance in the municipalities of the Regional Health Department VIII (DRS VIII) of Franca/SP. The judicialization of health, particularly regarding the acquisition of medicines outside the standardized lists of the Unified Health System (SUS), has become consolidated as one of the main tensions between the individual right to health and the financial and operational sustainability of the system. This phenomenon generates significant impacts on municipal budgets, compromising public policy planning and equity in access to services. The research problem arises from the question of the existence and effectiveness of technical bodies supporting the Judiciary in the municipalities of DRS VIII, capable of providing subsidies for judicial and extrajudicial decisions through agreements between the Executive and Judiciary Powers, thus avoiding unnecessary litigation and strengthening health policies. The general objective is to analyze these technical bodies, identifying their configuration, actions, functioning, effectiveness, and potential for rationalizing pharmaceutical assistance. Methodologically, the investigation adopted a mixed approach. First, a quantitative survey was conducted on the number of lawsuits and extrajudicial requests for medicines, as well as the financial resources allocated by the municipalities between 2014-2019. An integrative literature review on technical support mechanisms for the Judiciary in health supported the preparation of the script for semi-structured interviews conducted with municipal managers and technicians, aiming to understand local perceptions, difficulties, and strategies in facing the phenomenon of judicialization. The quantitative analysis included four municipalities with systematized data that agreed to participate in this stage. The results show different patterns of judicialization and management. In all municipalities, there was significant dependence on municipal own-source revenues to finance medicines, given the insufficiency of federal and state transfers. The literature review supported the preparation of the script for the semi-structured interviews, organized into five thematic blocks: Organizational and Care Guidelines of the Municipal Health Secretariat, Care Model of the Municipal Health Secretariat, Technological Resources available in the municipality, Financial Resources, and Evaluation of Results. The analysis of the interviews showed that, in the 18 municipalities studied that agreed to participate in the research, technical bodies remain incipient, poorly institutionalized, or non-existent, limiting their capacity to influence decisions and prevent judicialization. Managers and technicians recognize the need for greater articulation between the Executive and Judiciary Powers, the updating of REMUME (Municipal List of Essential Medicines), the creation of clear administrative flows, and the strengthening of pharmaceutical care. It is concluded that the judicialization of pharmaceutical assistance imposes serious challenges on municipalities, both financial and organizational. Although it represents a legitimate instrument for guaranteeing rights, in its current expression it tends to accentuate inequalities and compromise the sustainability of SUS. Strengthening multiprofessional technical bodies, establishing intersectoral flows, and maintaining permanent dialogue between health and justice emerge as essential strategies to balance individual and collective rights, ensuring greater rationality, equity, and efficiency in access to medicines at the municipal level.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPMishima, Silvana MartinsChicote, Sérgio Renato Macedo2025-10-22info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/22/22133/tde-19032026-160841/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2026-04-02T18:32:01Zoai:teses.usp.br:tde-19032026-160841Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212026-04-02T18:32:01Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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A presente tese investiga o fenômeno da judicialização da saúde pública no Brasil, com foco específico nas demandas judiciais relacionadas ao acesso à assistência farmacêutica nos municípios do Departamento Regional de Saúde VIII (DRS VIII) de Franca/SP. A judicialização da saúde, sobretudo no que se refere à obtenção de medicamentos fora das listas padronizadas do Sistema Único de Saúde (SUS), tem se consolidado como uma das principais tensões entre o direito individual à saúde e a sustentabilidade financeira e operacional do sistema. Esse fenômeno gera impactos expressivos sobre os orçamentos municipais, comprometendo o planejamento das políticas públicas e a equidade no acesso aos serviços. O problema de pesquisa parte da indagação sobre a existência e efetividade de instâncias técnicas de apoio ao Poder Judiciário nos municípios do DRS VIII, capazes de subsidiar decisões judiciais e extrajudiciais de forma pactuada entre os Poderes Executivo e Judiciário, evitando litígios desnecessários e fortalecendo as políticas de saúde. Tem por objetivo geral analisar essas instâncias técnicas, identificando sua configuração, ações, funcionamento, efetividade e potencial de racionalização da assistência farmacêutica. Metodologicamente, a investigação adotou abordagem mista. Primeiramente, realizou levantamento quantitativo sobre o número de ações judiciais e solicitações extrajudiciais de medicamentos, bem como os recursos financeiros aplicados pelos municípios entre 2014-2019. A realização da revisão integrativa da literatura sobre mecanismos de apoio técnico ao Judiciário em saúde subsidiou a elaboração do roteiro para as entrevistas semiestruturadas realizadas com gestores e técnicos municipais, visando compreender percepções, dificuldades e estratégias locais frente ao fenômeno da judicialização. O recorte quantitativo abrangeu quatro municípios com dados sistematizados de municípios que se dispuseram a participar dessa etapa. Os resultados evidenciam diferentes padrões de judicialização e gestão. Em todos os municípios, verificou-se dependência significativa de recursos próprios municipais para custear medicamentos, diante da insuficiência dos repasses federais e estaduais. A revisão da literatura permitiu a elaboração do roteiro para as entrevistas semiestruturadas, organizadas em 5 blocos de temas: Diretrizes Organizacionais e Assistenciais da Secretaria da Saúde Municipal, Modelo Assistencial da Secretaria da Saúde Municipal, Recursos Tecnológicos existentes no município, Recursos financeiros, Avaliação dos Resultados. As análises das entrevistas evidenciaram que, nos 18 municípios estudados que aderiram participar da pesquisa, as instâncias técnicas ainda são incipientes, pouco institucionalizadas ou inexistentes, limitando sua capacidade de influenciar decisões e prevenir judicialização. Gestores e técnicos reconhecem a necessidade de maior articulação entre os Poderes Executivo e Judiciário, de atualização da REMUME, de criação de fluxos administrativos claros e de fortalecimento da atenção farmacêutica. Conclui-se que a judicialização da assistência farmacêutica impõe graves desafios aos municípios, tanto financeiros quanto organizacionais. Embora represente um instrumento legítimo de garantia de direitos, sua expressão atual tende a acentuar desigualdades e comprometer a sustentabilidade do SUS. O fortalecimento de instâncias técnicas multiprofissionais, a pactuação de fluxos intersetoriais e o diálogo permanente entre saúde e justiça configuram-se como estratégias essenciais para equilibrar o direito individual e o coletivo, garantindo maior racionalidade, equidade e eficiência no acesso a medicamentos no âmbito municipal. |
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