Estratégias de sobrevivência e territorialização quilombola da Comunidade Santo Antônio, município de Antônio Cardoso (BA), pós-abolição de 1888: território de resistência no espaço agrário da Bahia - Brasil
| Ano de defesa: | 2024 |
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| Tipo de documento: | Tese |
| Tipo de acesso: | Acesso aberto |
| Idioma: | por |
| Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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| Programa de Pós-Graduação: |
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| País: |
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| Palavras-chave em Português: | |
| Link de acesso: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8136/tde-05022025-171528/ |
Resumo: | Podemos afirmar, que os quilombos surgiram no Brasil enquanto respostas imediatas a escravização. À medida em que havia mudanças no sistema escravista, ocorriam transformações nas estratégias de resistência dos escravizados às opressões e exploração sofridas. Portanto, os quilombos formados em resistência ao sistema, apresentam múltiplas formas, dimensões, tipologias, estratégias e objetivos alinhados à cada realidade do tempo e espaço de existência. Além de ter sido o último país das Américas a abolir a escravidão, quando o fez, o Estado brasileiro negou e dificultou direitos, sobretudo o acesso à terra, aos libertos, seus descendentes e sustentou a criminalização das comunidades remanescentes dos quilombos. A Lei Áurea assinada após mais de três séculos de escravização, por si só, não garantiu de fato, a liberdade aos trabalhadores escravizados no país. Mesmo depois da abolição legal, muitas fazendas e engenhos continuaram explorando a força de trabalho dos trabalhadores sob condições semelhantes à escravidão. Portanto, buscamos por meio da pesquisa entender de que forma as estratégias de sobrevivência criadas pelos libertos pós-abolição de 1888, contribuíram para a territorialização quilombolas no espaço agrário da Freguesia de Nossa Senhora do Resgate das Umburanas, atual município de Antonio Cardoso - BA. Para atingir o objetivo proposto nos dedicamos a investigar o processo de formação, uso e ocupação territorial da Comunidade Quilombola de Santo Antônio, localizada no mesmo município, historicamente inserido na região do Grande Recôncavo da Bahia, área de intensa exploração de trabalho escravizado até a segunda metade do século XIX. A Comunidade Quilombola de Santo Antônio, se formou a partir do processo de quilombamento nas terras das antigas fazendas escravistas localizadas na Freguesia das Umburanas, no período compreendido entre os anos finais da escravização e as primeiras décadas do pós-abolição. O quilombamento se deu através da permanência, primeiramente, dos alforriados e dos escravizados em liberdades condicionadas à servidão, e, posteriormente, dos libertos por força da Lei Áurea, na condição de rendeiros nas ditas fazendas, contraindo obrigações no uso de pequenas áreas de terras para moradia, plantios e criação de pequenos animais. A experiência metodológica desenvolvida na comunidade quilombola de Santo Antônio, poderá servir de base para estudos de outros territórios quilombolas do espaço agrário brasileiro. Dessa forma, ao longo do processo investigativo, procuramos, desenvolver esquema de raciocínio interpretativo, onde as referências consultadas orientaram a interpretação dos dados coletados nas diferentes fontes documentais, complementados pelo trabalho de campo, através das metodologias participativas e oralidades ancoradas nas memórias e lembranças coletivas e individuais. Para tanto, elegemos os conceitos de território, territorialidades, quilombos e comunidades quilombolas, como conceitos principais do nosso trabalho. Destarte, a explicação da territorialização e territorialidades quilombolas da Comunidade de Santo Antônio, enquanto recorte espacial de análise, nos orienta no entendimento das diferentes realidades de outros territórios quilombolas formados por múltiplos processos de quilombamentos no espaço agrário da Bahia e do Brasil, antes e pós-abolição de 13 de maio de 1888 |
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Estratégias de sobrevivência e territorialização quilombola da Comunidade Santo Antônio, município de Antônio Cardoso (BA), pós-abolição de 1888: território de resistência no espaço agrário da Bahia - BrasilSurvival strategies and quilombola territorialization of the Santo Antônio Community, municipality of Antônio Cardoso (BA), post-abolition of 1888: territory of resistance in the agrarian space of Bahia - BrazilComunidades QuilombolasLandQuilombamentoQuilombamentoQuilombola CommunitiesSobrevivênciaSurvivalTerraTerritórioTerritoryPodemos afirmar, que os quilombos surgiram no Brasil enquanto respostas imediatas a escravização. À medida em que havia mudanças no sistema escravista, ocorriam transformações nas estratégias de resistência dos escravizados às opressões e exploração sofridas. Portanto, os quilombos formados em resistência ao sistema, apresentam múltiplas formas, dimensões, tipologias, estratégias e objetivos alinhados à cada realidade do tempo e espaço de existência. Além de ter sido o último país das Américas a abolir a escravidão, quando o fez, o Estado brasileiro negou e dificultou direitos, sobretudo o acesso à terra, aos libertos, seus descendentes e sustentou a criminalização das comunidades remanescentes dos quilombos. A Lei Áurea assinada após mais de três séculos de escravização, por si só, não garantiu de fato, a liberdade aos trabalhadores escravizados no país. Mesmo depois da abolição legal, muitas fazendas e engenhos continuaram explorando a força de trabalho dos trabalhadores sob condições semelhantes à escravidão. Portanto, buscamos por meio da pesquisa entender de que forma as estratégias de sobrevivência criadas pelos libertos pós-abolição de 1888, contribuíram para a territorialização quilombolas no espaço agrário da Freguesia de Nossa Senhora do Resgate das Umburanas, atual município de Antonio Cardoso - BA. Para atingir o objetivo proposto nos dedicamos a investigar o processo de formação, uso e ocupação territorial da Comunidade Quilombola de Santo Antônio, localizada no mesmo município, historicamente inserido na região do Grande Recôncavo da Bahia, área de intensa exploração de trabalho escravizado até a segunda metade do século XIX. A Comunidade Quilombola de Santo Antônio, se formou a partir do processo de quilombamento nas terras das antigas fazendas escravistas localizadas na Freguesia das Umburanas, no período compreendido entre os anos finais da escravização e as primeiras décadas do pós-abolição. O quilombamento se deu através da permanência, primeiramente, dos alforriados e dos escravizados em liberdades condicionadas à servidão, e, posteriormente, dos libertos por força da Lei Áurea, na condição de rendeiros nas ditas fazendas, contraindo obrigações no uso de pequenas áreas de terras para moradia, plantios e criação de pequenos animais. A experiência metodológica desenvolvida na comunidade quilombola de Santo Antônio, poderá servir de base para estudos de outros territórios quilombolas do espaço agrário brasileiro. Dessa forma, ao longo do processo investigativo, procuramos, desenvolver esquema de raciocínio interpretativo, onde as referências consultadas orientaram a interpretação dos dados coletados nas diferentes fontes documentais, complementados pelo trabalho de campo, através das metodologias participativas e oralidades ancoradas nas memórias e lembranças coletivas e individuais. Para tanto, elegemos os conceitos de território, territorialidades, quilombos e comunidades quilombolas, como conceitos principais do nosso trabalho. Destarte, a explicação da territorialização e territorialidades quilombolas da Comunidade de Santo Antônio, enquanto recorte espacial de análise, nos orienta no entendimento das diferentes realidades de outros territórios quilombolas formados por múltiplos processos de quilombamentos no espaço agrário da Bahia e do Brasil, antes e pós-abolição de 13 de maio de 1888We can say that quilombos emerged in Brazil as an immediate response to enslavement. As the slave system changed, so did the resistance strategies of the enslaved to the oppression and exploitation they suffered. Therefore, the quilombos formed in resistance to the system had multiple forms, dimensions, typologies, strategies and objectives aligned with each reality of the time and space in which they existed. As well as being the last country in the Americas to abolish slavery, when it did, the Brazilian state denied and hindered the rights, especially access to land, of freedmen and their descendants and supported the criminalization of the remaining quilombo communities. The Golden Law, signed after more than three centuries of enslavement, did not in itself guarantee freedom for the country\'s enslaved workers. Even after legal abolition, many farms and mills continued to exploit the labor of workers under conditions similar to slavery. Therefore, through this research we sought to understand how the survival strategies created by the freedmen after the abolition of 1888 contributed to the territorialization of quilombolas in the agrarian space of the Parish of Nossa Senhora do Resgate das Umburanas, now the municipality of Antonio Cardoso - BA. In order to achieve the proposed objective, we dedicated ourselves to investigating the process of formation, use and territorial occupation of the Quilombola Community of Santo Antônio, located in the same municipality, historically inserted in the Greater Recôncavo region of Bahia, an area of intense exploitation of slave labor until the second half of the 19th century. The Quilombola Community of Santo Antônio was formed from the process of quilombamento on the lands of the former slave farms located in the Freguesia das Umburanas, in the period between the final years of slavery and the first decades of post-abolition. Quilombamento took place through the permanence, firstly, of the freedmen and those enslaved in freedoms conditioned to servitude, and, later, of those freed under the Golden Law, as tenant farmers on these farms, contracting obligations to use small areas of land for housing, planting and raising small animals. The methodological experience developed in the quilombola community of Santo Antônio could serve as a basis for studies of other quilombola territories in the Brazilian agrarian space. In this way, throughout the research process, we have tried to develop an interpretative reasoning scheme, where the references consulted have guided the interpretation of the data collected from the different documentary sources, complemented by fieldwork, through participatory methodologies and orality anchored in collective and individual memories and recollections. To this end, we chose the concepts of territory, territoriality, quilombos and quilombola communities as the main concepts of our work. Thus, the explanation of the territorialization and quilombola territorialities of the Santo Antônio Community, as a spatial cutout of analysis, guides us in understanding the different realities of other quilombola territories formed by multiple quilombamento processes in the agrarian space of Bahia and Brazil, before and after the abolition of May 13, 1888Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPRossini, Rosa EsterSantos, Ozeias de Almeida2024-08-15info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8136/tde-05022025-171528/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-02-05T19:22:02Zoai:teses.usp.br:tde-05022025-171528Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-02-05T19:22:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false |
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