Bem-estar e qualidade de carne de ovinos submetidos à suplementação com cromo orgânico e diferentes manejos pré-abate

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2013
Autor(a) principal: Leme, Thays Mayra da Cunha
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/74/74131/tde-11022014-112326/
Resumo: Este estudo foi desenvolvido para investigar os efeitos da suplementação dietética de cromo, da densidade no transporte para o frigorífico e da duração do descanso pré-abate sobre os indicadores de bem-estar, desempenho e qualidade de carne de ovinos confinados. Sessenta e quatro ovinos cruzados White Dorper x Santa Inês, foram divididos em dois grupos no confinamento: grupo controle e grupo que recebeu suplementação de 2 mg cromo orgânico diariamente. Durante as pesagens foram avaliados o ganho de peso, a reatividade dos animais por meio velocidade de fuga e da movimentação, intensidade de respiração e vocalização durante o manejo em balança, além do registro de variáveis climáticas. O transporte ao frigorífico foi realizado com duas densidades distintas, 0,2 m2 por animal e 0,3 m2 por animal. Foram aplicados dois períodos de descanso, de 7 e 14 horas, após o desembarque, antes do abate. Durante as pesagens do confinamento e o manejo pré-abate foram colhidas amostras de sangue para análise de cortisol, glicose e insulina. No frigorífico foram classificadas as carcaças quanto à presença de contusões, medidas as temperaturas e pH das carcaças às 1h e 24h, além de serem retiradas amostras do músculo Longissimus dorsi para análise da qualidade de carne. Para análise dos dados dessa etapa foi utilizado o procedimento Mixed do SAS utilizando-se tratamento, tempo, transporte e tempo de espera como efeito fixo e o sexo como efeito aleatório, assim como suas interações. Em caso de resultados significativos (P < 0,05) para as fontes de variações avaliadas nas análises de variância, foi adotado como procedimento para comparações múltiplas o Teste t de Student. Não foi verificado efeito significativo (P > 0,05) dos tratamentos estudados sobre os valores de desempenho, reatividade, contusão, características de carcaça, glicogênio muscular, extrato etéreo, características L* e a* da cor e perdas totais ao cozimento. Para as características de croma b* houve efeito significativo (P < 0,05) da suplementação de cromo, onde os animais que receberam cromo diariamente apresentaram um valor menor de b*. Para a maciez houve interação entre a suplementação de cromo e o tempo de espera. Os animais que receberam a suplementação diária de cromo apresentaram uma melhor maciez com o menor tempo de espera, diferente dos animais que não receberam a suplementação de cromo, que apresentaram uma melhor maciez com o maior tempo de espera. Para as análises de bilirrubina, fosfatase alcalina, insulina avaliadas durante o confinamento, não foi verificado efeito (P > 0,05) da suplementação de cromo diário, mas foi encontrado efeito (P < 0,0001) do tempo de confinamento sobre as médias de insulina. Além disso, foi encontrada uma interação (P < 0,0001) da suplementação de cromo com o tempo de confinamento para as médias de glicose. Para o cortisol verificou-se uma interação significativa (P = 0,0046) entre a suplementação de cromo e o tempo de confinamento, onde os animais que receberam a suplementação de cromo apresentaram menores valores de cortisol sanguíneo. Ainda, durante o manejo pré-abate foi observado efeito (P < 0,05) da densidade de transporte, onde os animais que foram transportados em menor densidade (0,3 m2.animal-1) apresentaram menores valores de cortisol. Após 7 horas de espera no abatedouro não houve diminuição da concentração dos níveis séricos de cortisol (P > 0,05), porém, após 14 horas de espera observou-se uma queda significativa desses níveis (P < 0,001). Com esses resultados podemos concluir que a suplementação de cromo não influenciou nas características de desempenho e reatividade, porém, melhorou a maciez em um menor tempo de espera. A densidade de transporte não alterou a qualidade da carne, mas influenciou no bem-estar dos animais. O período de descanso de 14 horas antes do abate diminui o estresse e os níveis séricos de cortisol.
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Durante as pesagens foram avaliados o ganho de peso, a reatividade dos animais por meio velocidade de fuga e da movimentação, intensidade de respiração e vocalização durante o manejo em balança, além do registro de variáveis climáticas. O transporte ao frigorífico foi realizado com duas densidades distintas, 0,2 m2 por animal e 0,3 m2 por animal. Foram aplicados dois períodos de descanso, de 7 e 14 horas, após o desembarque, antes do abate. Durante as pesagens do confinamento e o manejo pré-abate foram colhidas amostras de sangue para análise de cortisol, glicose e insulina. No frigorífico foram classificadas as carcaças quanto à presença de contusões, medidas as temperaturas e pH das carcaças às 1h e 24h, além de serem retiradas amostras do músculo Longissimus dorsi para análise da qualidade de carne. Para análise dos dados dessa etapa foi utilizado o procedimento Mixed do SAS utilizando-se tratamento, tempo, transporte e tempo de espera como efeito fixo e o sexo como efeito aleatório, assim como suas interações. Em caso de resultados significativos (P < 0,05) para as fontes de variações avaliadas nas análises de variância, foi adotado como procedimento para comparações múltiplas o Teste t de Student. Não foi verificado efeito significativo (P > 0,05) dos tratamentos estudados sobre os valores de desempenho, reatividade, contusão, características de carcaça, glicogênio muscular, extrato etéreo, características L* e a* da cor e perdas totais ao cozimento. Para as características de croma b* houve efeito significativo (P < 0,05) da suplementação de cromo, onde os animais que receberam cromo diariamente apresentaram um valor menor de b*. Para a maciez houve interação entre a suplementação de cromo e o tempo de espera. Os animais que receberam a suplementação diária de cromo apresentaram uma melhor maciez com o menor tempo de espera, diferente dos animais que não receberam a suplementação de cromo, que apresentaram uma melhor maciez com o maior tempo de espera. Para as análises de bilirrubina, fosfatase alcalina, insulina avaliadas durante o confinamento, não foi verificado efeito (P > 0,05) da suplementação de cromo diário, mas foi encontrado efeito (P < 0,0001) do tempo de confinamento sobre as médias de insulina. Além disso, foi encontrada uma interação (P < 0,0001) da suplementação de cromo com o tempo de confinamento para as médias de glicose. Para o cortisol verificou-se uma interação significativa (P = 0,0046) entre a suplementação de cromo e o tempo de confinamento, onde os animais que receberam a suplementação de cromo apresentaram menores valores de cortisol sanguíneo. Ainda, durante o manejo pré-abate foi observado efeito (P < 0,05) da densidade de transporte, onde os animais que foram transportados em menor densidade (0,3 m2.animal-1) apresentaram menores valores de cortisol. Após 7 horas de espera no abatedouro não houve diminuição da concentração dos níveis séricos de cortisol (P > 0,05), porém, após 14 horas de espera observou-se uma queda significativa desses níveis (P < 0,001). Com esses resultados podemos concluir que a suplementação de cromo não influenciou nas características de desempenho e reatividade, porém, melhorou a maciez em um menor tempo de espera. A densidade de transporte não alterou a qualidade da carne, mas influenciou no bem-estar dos animais. O período de descanso de 14 horas antes do abate diminui o estresse e os níveis séricos de cortisol.The aim of this study was to investigate the influence of chromium supplementation, the density in transport to the slaughterhouse and the duration of resting periods before slaughter, on the indicators of welfare, growth and meat quality of individual feedlot lambs. Sixty four crossbred White Dorper breed with Santa Ines were divided into two groups in confinement: control group and the group that received daily supplementation of 2 mg organic chromium. During the weighing weight gain were evaluated, as the reactivity of the animals through the flight velocity and movement, intensity of respiration and vocalization during handling in balance, as well as recording of climatic variables. The transport to the slaughterhouse was performed with two different densities, 0.2 m2 and 0.3 m2 per animal. Two resting periods of 7 and 14 hours were applied after transport, before slaughter. During confinement weighing and the pre-slaughter management blood samples were collected for cortisol, glucose and insulin analysis. Carcasses were classified for the presence of bruises and measurement of the temperature and pH at 0 and 24 hours, and samples of the Longissimus dorsi muscle were collected for meat quality analysis. Data analysis used mixed procedure of SAS using treatment, time, transportation and resting period as fixed effect and random effect the sex as well as their interactions. In case of significant results (P < 0.05) of data evaluated in the procedure of analysis of variance it was adopted for multiple comparisons the Student t test. No effect was observed (P > 0.05) for the treatments on the values of performance, reactivity, contusion, carcass characteristics, muscle glycogen, lipids, and features L* color a* and total cooking losses. For the characteristics of b* it was found a significant effect (P < 0.05) for chromium supplementation, with lower values of b*. To the tenderness it was found an interaction between supplementation and resting period, and the animals that received daily supplementation of chromium showed better tenderness with shorter resting periods, different from animals that received no supplementation which showed better tenderness with longest resting periods. For the analysis of bilirubin, alkaline phosphatase, insulin evaluated during confinement, no significant effect was observed (P > 0.05) of daily supplemental chromium, but no effect of insulin was found (P < 0.0001) over time confinanent. Furthermore, it was found an interaction (P < 0.0001) of supplementation time for glucose values. For cortisol, there was a significant interaction (P = 0.0046) between chromium supplementation and confinement time, where animals that received supplementation had lower levels of blood cortisol. Still, during the pre-slaughter management it was observed a significant effect (P < 0.05) of the density of transport, where the animals that were transported in smaller density (0.3 m2.animal-1) showed lower values of cortisol. After 7 hours of resting period in the slaughterhouse, there was no decrease in the concentration of serum cortisol (P > 0.05 ), but after 14 hours it was observed a significant decrease in these levels (P < 0.001). With these results it can be conclude that chromium supplementation did not affect the performance characteristics and reactivity, however, improved tenderness in a shorter resting period. The density of transport did not alter the meat quality, but influenced the welfare of animals. The resting period before slaughter decreases stress and serum cortisol levels when the period is higher than 7 hours.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPSilva, Saulo da Luz eLeme, Thays Mayra da Cunha2013-12-13info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/doctoralThesisapplication/pdfhttp://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/74/74131/tde-11022014-112326/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2016-07-28T16:11:02Zoai:teses.usp.br:tde-11022014-112326Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212016-07-28T16:11:02Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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