Efeito da aromaterapia na dor aguda pós-operatória de pacientes adultos e idosos em recuperação pós-anestésica: estudo piloto

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Faria, Maria Fernanda de Oliveira
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7139/tde-18092025-110035/
Resumo: Introdução: A dor é uma das principais complicações no pós-operatório imediato que pode prejudicar o paciente, podendo ser manejada por meio de métodos farmacológicos e não farmacológicos. As Práticas Integrativas Complementares em Saúde são métodos adjuvantes que utilizam recursos terapêuticos baseados em conhecimentos tradicionais para tratar sintomas. Dentre elas, destaca-se a aromaterapia, a qual consiste no uso de óleos essenciais pela inalação, por via oral ou aplicação tópica com finalidade terapêutica e que pode ser utilizada como uma intervenção de enfermagem, sobretudo no contexto dos cuidados perioperatórios. Objetivo: Avaliar a efetividade da aromaterapia com óleo essencial de lavanda (Lavandula angustifolia) a 2% administrada por via inalatória associada ao cuidado usual na intensidade da dor aguda pós-operatória e no consumo de analgésicos em pacientes adultos e idosos em recuperação pós-anestésica. Método: Ensaio clínico randomizado do tipo piloto que foi desenvolvido em um hospital de ensino. Foi calculada uma amostra mínima para detectar um grande tamanho de efeito, com poder de teste de 80%. O projeto foi aprovado pelos Comitês de Ética em Pesquisa da Escola de Enfermagem da USP e do Hospital Universitário da USP. Foram incluídos pacientes adultos e idosos (18 a 79 anos) submetidos a procedimentos cirúrgicos eletivos e de urgência de qualquer especialidade cirúrgica, sob qualquer anestesia. Foram excluídos indivíduos com diagnóstico de demência, alteração cognitiva ou dor crônica; indivíduos com histórico de asma, bronquite alérgica, doença pulmonar obstrutiva crônica, dermatite de contato ou alergia a cosméticos com fragrância de lavanda, ou hipersensibilidade aos compostos utilizados na intervenção; reoperação em menos de 30 dias. A intervenção consistiu na aplicação de aromaterapia com óleo essencial de lavanda (Lavandula angustifolia) a 2% em óleo vegetal de semente de uva por via inalatória, associada ao cuidado usual (G1), na sala de recuperação pós-anestésica; o grupo placebo recebeu apenas a aplicação de óleo vegetal de semente de uva associada ao cuidado usual (G2). Foi aplicada a escala verbal numérica de avaliação da dor e mensurados parâmetros vitais antes da intervenção e após 15, 30, 45, 60 e 90 minutos da aplicação da intervenção. Possíveis associações entre as variáveis foram verificadas utilizando-se os testes Qui-quadrado de Pearson ou Exato de Fisher. A comparação entre médias ou medianas foram feitas por meio dos testes t de Student ou de Mann-Whitney. Para análise do efeito da aromaterapia foi utilizado o modelo linear de efeitos mistos. O nível de significância adotado foi de 5%. Resultados e discussão: Em relação às variáveis nível de dor aguda, frequência respiratória, pressão arterial diastólica, saturação de oxigênio, e índice de Aldrete e Kroulik, não houve diferença significante entre os grupos. O consumo de analgésicos do tipo não opióides foi significativamente menor no grupo intervenção (p=0,011). Não houve diferença significativa na administração de antieméticos e opióides na sala de recuperação pós-anestésica. A interação tempo-grupo foi estatisticamente significante para as variáveis pressão arterial sistólica e média (p=0,006 e p=0,026) no momento 30 minutos de recuperação. Não houve diferença estatística entre os tipos de especialidades cirúrgicas, técnicas anestésicas empregadas e o uso de substâncias psicoativas para a variável dor. Conclusão: A aromaterapia com óleo essencial de lavanda (Lavandula angustifolia) a 2% por via inalatória reduziu significativamente a administração de analgésicos não opióides durante o período de recuperação pós-anestésica e a pressão arterial sistólica e média nos primeiros 30 minutos após a aplicação da intervenção.
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spelling Efeito da aromaterapia na dor aguda pós-operatória de pacientes adultos e idosos em recuperação pós-anestésica: estudo pilotoEffect of aromatherapy on acute postoperative pain in adult and elderly patients in post-anesthesia recovery: a pilot studyAcute PainAromaterapiaAromatherapComplementary TherapiesDor AgudaEnfermagem PerioperatóriaLavandulaLavandulaPeríodo Pós-OperatórioPerioperative NursingPostoperative PeriodRecovery RoomSala de RecuperaçãoTerapias ComplementaresIntrodução: A dor é uma das principais complicações no pós-operatório imediato que pode prejudicar o paciente, podendo ser manejada por meio de métodos farmacológicos e não farmacológicos. As Práticas Integrativas Complementares em Saúde são métodos adjuvantes que utilizam recursos terapêuticos baseados em conhecimentos tradicionais para tratar sintomas. Dentre elas, destaca-se a aromaterapia, a qual consiste no uso de óleos essenciais pela inalação, por via oral ou aplicação tópica com finalidade terapêutica e que pode ser utilizada como uma intervenção de enfermagem, sobretudo no contexto dos cuidados perioperatórios. Objetivo: Avaliar a efetividade da aromaterapia com óleo essencial de lavanda (Lavandula angustifolia) a 2% administrada por via inalatória associada ao cuidado usual na intensidade da dor aguda pós-operatória e no consumo de analgésicos em pacientes adultos e idosos em recuperação pós-anestésica. Método: Ensaio clínico randomizado do tipo piloto que foi desenvolvido em um hospital de ensino. Foi calculada uma amostra mínima para detectar um grande tamanho de efeito, com poder de teste de 80%. O projeto foi aprovado pelos Comitês de Ética em Pesquisa da Escola de Enfermagem da USP e do Hospital Universitário da USP. Foram incluídos pacientes adultos e idosos (18 a 79 anos) submetidos a procedimentos cirúrgicos eletivos e de urgência de qualquer especialidade cirúrgica, sob qualquer anestesia. Foram excluídos indivíduos com diagnóstico de demência, alteração cognitiva ou dor crônica; indivíduos com histórico de asma, bronquite alérgica, doença pulmonar obstrutiva crônica, dermatite de contato ou alergia a cosméticos com fragrância de lavanda, ou hipersensibilidade aos compostos utilizados na intervenção; reoperação em menos de 30 dias. A intervenção consistiu na aplicação de aromaterapia com óleo essencial de lavanda (Lavandula angustifolia) a 2% em óleo vegetal de semente de uva por via inalatória, associada ao cuidado usual (G1), na sala de recuperação pós-anestésica; o grupo placebo recebeu apenas a aplicação de óleo vegetal de semente de uva associada ao cuidado usual (G2). Foi aplicada a escala verbal numérica de avaliação da dor e mensurados parâmetros vitais antes da intervenção e após 15, 30, 45, 60 e 90 minutos da aplicação da intervenção. Possíveis associações entre as variáveis foram verificadas utilizando-se os testes Qui-quadrado de Pearson ou Exato de Fisher. A comparação entre médias ou medianas foram feitas por meio dos testes t de Student ou de Mann-Whitney. Para análise do efeito da aromaterapia foi utilizado o modelo linear de efeitos mistos. O nível de significância adotado foi de 5%. Resultados e discussão: Em relação às variáveis nível de dor aguda, frequência respiratória, pressão arterial diastólica, saturação de oxigênio, e índice de Aldrete e Kroulik, não houve diferença significante entre os grupos. O consumo de analgésicos do tipo não opióides foi significativamente menor no grupo intervenção (p=0,011). Não houve diferença significativa na administração de antieméticos e opióides na sala de recuperação pós-anestésica. A interação tempo-grupo foi estatisticamente significante para as variáveis pressão arterial sistólica e média (p=0,006 e p=0,026) no momento 30 minutos de recuperação. Não houve diferença estatística entre os tipos de especialidades cirúrgicas, técnicas anestésicas empregadas e o uso de substâncias psicoativas para a variável dor. Conclusão: A aromaterapia com óleo essencial de lavanda (Lavandula angustifolia) a 2% por via inalatória reduziu significativamente a administração de analgésicos não opióides durante o período de recuperação pós-anestésica e a pressão arterial sistólica e média nos primeiros 30 minutos após a aplicação da intervenção.Introduction: Pain is one of the main complications in the immediate postoperative period that can harm the patient and can be managed through pharmacological and non-pharmacological methods. Complementary Integrative Health Practices are adjuvant methods that use therapeutic resources based on traditional knowledge to treat symptoms. Among them, aromatherapy stands out, which consists of the use of essential oils by inhalation, oral route or topical application for therapeutic purposes and which can be used as a nursing intervention, especially in the context of perioperative care. Objective: To evaluate the effectiveness of aromatherapy with lavender essential oil (Lavandula angustifolia) at 2% administered by inhalation associated with usual care on the intensity of acute postoperative pain and on the consumption of analgesics in adult and elderly patients in post-anesthetic recovery. Method: Randomized clinical trial of the pilot type that was developed in a teaching hospital. A minimum sample size was calculated to detect a large effect size, with a test power of 80%. The project was approved by the Research Ethics Committees of the USP School of Nursing and the USP University Hospital. Adult and elderly patients (18 to 79 years old) undergoing elective and emergency surgical procedures of any surgical specialty, under any anesthesia, were included. Individuals with a diagnosis of dementia, cognitive impairment or chronic pain were excluded; individuals with a history of asthma, allergic bronchitis, chronic obstructive pulmonary disease, contact dermatitis or allergy to cosmetics with lavender fragrance, or hypersensitivity to the compounds used in the intervention; reoperation in less than 30 days. The intervention consisted of the application of aromatherapy with lavender essential oil (Lavandula angustifolia) at 2% in grape seed vegetable oil by inhalation, associated with usual care (G1), in the post-anesthesia care unit; the placebo group received only the application of grape seed vegetable oil associated with usual care (G2). A verbal numeric pain assessment scale was applied and vital parameters were measured before the intervention and 15, 30, 45, 60 and 90 minutes after the intervention. Possible associations between variables were verified using Pearson\'s chi-square or Fisher\'s exact tests. Comparisons between means or medians were made using Student\'s t-test or Mann-Whitney test. The linear mixed-effects model was used to analyze the effect of aromatherapy. The significance level adopted was 5%. Results and discussion: Regarding the variables pain level, temperature, respiratory rate, diastolic blood pressure, oxygen saturation and Aldrete and Kroulik index, there was no significant difference between the groups. The consumption of non-opioid analgesics was significantly lower in the intervention group (p=0.011). There was no significant difference in the administration of antiemetics and opioids in the post-anesthesia care unit. The timegroup interaction was statistically significant for the variables systolic and mean blood pressure (p=0.006 and p=0.026) at 30 minutes of recovery. There was no statistical difference between the types of surgical specialties, anesthetic techniques used and the use of psychoactive substances for the pain variable. Conclusion: Aromatherapy with lavender essential oil (Lavandula angustifolia) at 2% by inhalation significantly reduced the administration of non-opioid analgesics during the post-anesthetic recovery period and systolic and mean blood pressure in the first 30 minutes after the application of the intervention.Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USPDamato, Juliana Rizzo GnattaFaria, Maria Fernanda de Oliveira2024-11-29info:eu-repo/semantics/publishedVersioninfo:eu-repo/semantics/masterThesisapplication/pdfhttps://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/7/7139/tde-18092025-110035/reponame:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USPinstname:Universidade de São Paulo (USP)instacron:USPLiberar o conteúdo para acesso público.info:eu-repo/semantics/openAccesspor2025-10-15T18:10:05Zoai:teses.usp.br:tde-18092025-110035Biblioteca Digital de Teses e Dissertaçõeshttp://www.teses.usp.br/PUBhttp://www.teses.usp.br/cgi-bin/mtd2br.plvirginia@if.usp.br|| atendimento@aguia.usp.br||virginia@if.usp.bropendoar:27212025-10-15T18:10:05Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP - Universidade de São Paulo (USP)false
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