Acumulação de nutrientes pelo confrei (Symphytum sp) em condições de casa-de-vegetação

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 1987
Autor(a) principal: Stipp, Silvia Regina Calcedoni
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11140/tde-20191108-114518/
Resumo: Estudou-se, em condições de casa de vegetação, o comportamento da área foliar, da matéria fresca, da matéria seca e a absorção de nutrientes em plantas de confrei (Symphytum sp), em função dos estádios sucessivos de desenvolvimento e da freqüência de cortes. As plantas, propagadas vegetativamente, foram cultivadas em vasos com solo do grande grupo Latossolo Roxo, e receberam adubações organo-mineral no plantio e mineral em cobertura, com os nutrientes N, P, K, Ca, Mg, S, Fe,Cu, Mn, Zn e B. O delineamento experimental adotado foi o inteiramente casualizado , com dose tratamentos e três repetições. As curvas representativas da acumulação de matéria fresca, matéria seca e nutrientes, foram obtidas a partir de dados calculados por equações de regressão. Nas plantas em crescimento livre, os valores máximos de matéria fresca e de área foliar foram obtidos aos 2 meses de idade. O peso de matéria seca total sofreu acréscimos progressivos com a idade da planta, durante o período estudado (1 ano), o mesmo acontecendo com os acúmulos de macro e micronutrientes. A grande capacidade de rebrota do confrei ficou demonstrada quando as plantas, submetidas a cortes sucessivos, alcançaram maior peso de matéria fresca e área foliar com 11 e 12 cortes no ano. Os pesos de matéria seca totais obtidos em função da freqüência de cortes não apresentaram diferenças significativas entre si, assim como não variaram os acúmulos de P, K, Ca, Mg, Cu, Zn e B. Por sua vez, o N foi progressivamente acumulado com o aumento no número de cortes, enquanto Fe e Mn foram menos acumulados a partir de 10 cortes no ano e o S foi menos acumulado com 4 cortes no ano. As plantas cortadas mensalmente absorveram mais N e menos Fe e Mn que plantas no crescimento livre. Para as plantas em crescimento livre, a ordem guardada pela cultura quanto à extração de macronutrientes foi K > Ca > P ≅ N > Mg > S, enquanto para os micronutrientes foi: Fe > Mn > Zn ≅ B > Cu. Para as plantas cortadas mensalmente, a ordem guardada na extração de macronutrientes foi: K > N > Ca > P > Mg > S, enquanto para os micronutrientes foi: Fe > Zn ≅ B ≅ Mn> Cu.
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