Caracterização de micobactérias por ressonância magnética nuclear (RMN) e por infravermelho com transformada de Fourier (FTIR)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2005
Autor(a) principal: Tsukahara, Milena
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/75/75132/tde-05112025-181152/
Resumo: A composição química de micobactérias: M. smegmatis, M. fortuitum, M. chelonae, M. tuberculosis, M. bovis e M. avium foram analisadas pelas espectroscopias de FTIR e RMN em estado sólido. Estas micobactérias foram cultivadas em meio de cultura específico Lowestein-Jensen e M. smegmatis foi também no meio específico 7H9 e não-específico para cultivo de micobactérias, o M9. Os espectros de FTIR e RMN de 13C em estado sólido mostraram espectros típicos de bactérias, com alto teor de lipídeos, que é uma característica de micobactérias. Os espectros de FTIR foram usados para estudar as diferenças entre micobactérias de crescimento rápido e lento. Encontrou-se uma razão duas vezes maior das intensidades das segundas derivadas dos sinais dos grupos CH2/CH3 em 2960 e 2850 cm-1 para micobactérias de crescimento lento e para M. fortuitum do que para M. smegmatis e M. chelonae. M. smegmatis apresentou espectros de FTIR e RMN com sinais mais intensos na região de polissacarídeos em meio M9 do que em meios de cultura específicos. As análises de PCA e HCA foram usadas no estudo das diferenças de micobactérias. Os métodos permitiram a classificação de micobactérias pelas similaridades em composição química e indicaram que as regiões de lipídeos e de polissacarídeos contêm as maiores informações espectrais.
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