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Impacto da migração pendular de trabalhadores entre cidades no Brasil sobre as leis de escala urbana do número de casos de doenças infectocontagiosas durante o ano de 2010

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Loureiro, Nathália Altheman
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/100/100132/tde-05092024-184155/
Resumo: Este estudo investigou o impacto da migração pendular de trabalhadores entre cidades brasileiras, durante o ano de 2010, sobre as leis de escala urbana do número de casos de doenças infectocontagiosas. Utilizando a função de produção proposta por Cobb-Douglas e a função translog da teoria de produção econômica, o objetivo foi incorporar o efeito das interações entre cidades representadas pelos migrantes pendulares na relação entre o número de casos de doenças infectocontagiosas e a população. Os resultados indicaram melhorias na qualidade das previsões ao se utilizar os modelos de Cobb-Douglas e a função translog em detrimento das leis de escala urbana. Doenças como Aids, meningite, tuberculose, hepatite e influenza parecem ser mais adequadas aos modelos de Cobb-Douglas e translog, onde a inclusão dos migrantes pendulares como variáveis explicativas melhora a capacidade de previsão do número de casos. No entanto, para algumas doenças como coqueluche e paralisia flácida aguda, a variável de população e migrantes pendulares não é determinante, podendo destacar-se outros fatores como natalidade e campanhas de vacinação. Além disso, a análise da função translog evidenciou a existência de um limiar no qual cidades menores experimentam benefícios decorrentes do aumento populacional e do aumento de migrantes pendulares, mas também identificou um ponto onde o aumento da população e dos migrantes pendulares pode resultar em uma escala superlinear do número de casos de doenças infectocontagiosas devido ao aumento dos contatos entre as pessoas.
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